O pastor Robert Morris, do Texas, que fundou uma das maiores congregações de megaigrejas dos Estados Unidos, confessou sua culpa na última quinta-feira (2), por abusar sexualmente de uma menina de 12 anos na década de 1980. Morris, de 64 anos, conhecido por ser o “conselheiro espiritual” do presidente Donald Trump, admitiu as acusações durante uma audiência judicial, confessando crimes graves de atos lascivos ou indecentes com uma criança.
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