Olá a todos e todas. Essa é a introdução de meu relato.
Como sei que aqui no site há um grande número de cornos e de candidatos a corno, eu resolvi narrar toda a minha história, deixando bem claro que não será um conto erótico, mas uma história real e profundamente vivida, com suas alegrias e suas tristezas também. É quase uma autobiografia.
Certamente terei de dividir em capítulos, pois, caso contrário, ficaria extenso demais o texto. O relato constará de três etapas com seus subcapítulos: adolescência/juventude, idade adulta e maturidade.
Começo por dizer que a cornitude plena não consiste simplesmente em a mulher amada sair uma vez e ter um deslize com um macho qualquer e depois voltar a uma pacata vidinha de casada fiel. Isso é apenas um chifre ocasional e eu arrisco dizer que hoje em dia praticamente não há homem no mundo que ainda não tenha sido contemplado, porque mulher é safada mesmo.
Cornitude plena é um estado complexo, um estado de alma que a psicologia ainda está em busca de conseguir explicar. Cornitude plena consiste em querer-se corno, sentir-se corno, saber-se corno, aceitar-se corno e desfrutar intensamente de tudo isso. Esse sentimento é como um vício em droga, um vício que se apossa completamente de você, de uma forma que você não consegue mais viver sem e que quer sentir todos os dias. É um sentimento incontrolável
No meu caso, é um desejo violento que me domina por completo. Eu transo com minha mulher pensando em outro macho comendo ela, sonho em ver outro macho gozando na bucetinha dela e eu limpando com a língua, ou então o macho gozando na boca dela e ela me beijando e dividindo a porra do comedor comigo (não tenho nenhuma tendência homossexual, o prazer está em vir da buceta ou da boca dela).
Sonho em saber que ela saiu para dar e recebê-la no final da noite toda comida, toda gozada, poder dar um banho nela, lavar a bunda e a buceta dela, depois colocá-la para dormir fazendo carinho; se for o caso, passar uma pomadinha na buceta e no cuzinho dela, se o pau imenso do comedor tiver deixado ela assada. e, na manhã seguinte, levar café na cama para ela, dizendo que eu a amo e vendo em seu olhar o desprezo que as mulheres sentem por um corno, somado ao carinho e ao amor que ela de fato sente por mim.
E ainda tem o maior dos sonhos: ela engravidar do comedor (eu sou vasectomizado) e eu poder ver a barriguinha crescendo, posando de papai para a sociedade que sabe que o filho não é meu e, quando nascer, registrar em meu nome o filho do comedor. Como vocês podem ver, eu sou um corno completo. E sou assumidíssimo. Em nosso círculo de amizades, todos desconfiam, mas tenho umas duas ou três pessoas que sabem com certeza e me tratam com uma certa piedade. Tenho, inclusive, uma amiga que me conforta constantemente, quando eventualmente os chifres inflamam.
Resta dizer ainda, nesta introdução, que eu sou manso, frouxo e submisso. Ela manda em mim, faz o que quer comigo, me humilha em público, flerta em bares e festas, sem nenhuma discrição e eu fico fazendo cara de paisagem, verdadeiro corno paisagista. E eu adoro! adoro ser chamado de corno (inclusive os que forem me escrever, ou comentar, podem me chamar assim), tenho orgulho de ser corno.
Como tudo isso começou e ganhou corpo? é o que irei narrar com detalhes nos próximos capítulos. Se você gosta do tema e o relato te interessa, espere a sequência e se quiser conversar comigo, sinta-se à vontade. Responderei todas as mensagens, desde que sejam respeitosas e não venham me criticar com ideias machistas.
Até o próximo.
--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?


ANIGO,
GOSTARIA MUITO DE TROCAR IDEIAS. SOU CARIOCA, MORO EM RECIFE, ARTISTA PLÁSTICO E ESCRITOR,, AGUARDO.
[email protected]
Ola corno mostra tua esposa [email protected]
Interessante sua postagem. Eu também tenho desejos de cornitude, mas não sou “pleno” como você. Nunca desejei que minha esposa engravidasse do cara que viesse a comê-la (nem quando ela podia, rs). E nem sonho em limpá-la com a boca (no máximo com uma toalhinha). E tem um detalhe que talvez também nos aparte: eu jamais a entregaria a um bissexual (na verdade eles sempre parecem desejar mais o marido que a mulher, esta é apenas um pretexto: às vezes também para o marido, que é gay). Outra diferença: o meu prazer é basicamente masoquista, ver minha esposa se submetendo e sendo seduzida por um cara exclusivamente hetero, de preferência casado. Passado o momento, não quero me sentir corno nem muito menos ser tratado assim em público. Igualmente, não sou frouxo, é só na hora da entrega dela. Bem, essas são algumas nuances que nos diferenciam. Mas temos algo em comum: nunca praticamos essa fantasia, que sempre foi mais minha que dela (ou exclusivamente minha)…
Sim, existem muitos tipos de corno, mas a essência é sempre a mesma: queremos partilhar nossas mulheres.
Eu acredito que a plenitude a que cheguei é um processo. Quando você conhecer o resto da minha história, você vai entender.
Minha mulher dá muito e muita gente sabe, mas ela esconde de mim, nunca teve coragem de confessar. Essa é minha única frustração.
Meu caro, corninho!
Comece logo essa série pois a minha maior fantasia e comer uma casadinho Dona de um corninho, pois muito me deixa de pau duro, imaginar eu e ela fudendo e depois ela chamar o corno pra vir fazer a faxina!
E olha só o que que eu fico imaginando:
Se ele ao vir limpar minha piroca, ao passar a língua pra deixar ela limpinha e se meu pau der sinal de vida, o corninho vai levar muitos tapas na bunda e ficar de joelhos virado pra parede sem poder nos espiar.
Ah, esqueci: ele terá que estar de avental e fio dental da esposinha, para nos servir na cama!
Edi
Vou postar o próximo capítulo amanhã.
Seu sonho é muito legal, mas infelizmente não vai dar certo com minha atual, porque ela só dá escondido de mim e acredita piamente que me engana.
Meu sonho é encontrar um cara confiável que seduza ela, coma e depois me conte tudo. De preferência que filme a foda para eu bater punheta depois.
Seu corno
Opa, sou mesmo. E é muito bom.