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Minha História, A Verdadeira História de um Corno 2ª Parte

Adolescência e Juventude:

Eu cresci como uma pessoa absolutamente normal. Família muito conservadora e também muito machista. O assunto sexo era praticamente tabu, mas as poucas referências que havia colocavam sempre a mulher em um plano inferior. Quando entrei na puberdade/adolescência, tinha claro na mente que nem poderia passar pela cabeça namorar uma menina que não fosse virgem (embora não houvesse qualquer problema se eu tirasse a virgindade dela).

Tive a primeira namoradinha aos 14 anos e seguiram-se vários outros namoricos sem intimidade. Foi somente no final dos 15 anos que, pela primeira vez peguei e chupei os peitinhos de uma namoradinha. Ela até se propôs a dar para mim, mas, naquela época, não tínhamos lugar e tudo era muito difícil. Tentei comer no mato, mas não deu certo.

Aos 16 anos surgiu a namorada que foi a primeira grande paixão. Foi avassaladora, do tipo arrasa quarteirão. Fiquei de quatro por ela e ela por mim. Logicamente as intimidades eram frequentes, mas ela não deixava eu penetrar, porque tinha medo de perder a virgindade e ficar falada.

Com essa namorada emergiu um traço muito ruim da minha personalidade: eu era extremamente ciumento e possessivo. Isso gerou várias discussões, briguinhas de casal inexperiente e imaturo, sempre provocadas por meu ciúme e insegurança. Isso não impediu que eu me interessasse por uma outra beldade que cruzou meu caminho na época. Comecei a tratar mal a namorada, ela acabou pedindo “um tempo” e eu montei vigilância e acabei flagrando ela aos beijos com um outro cara dentro do carro dele.

Fiquei muito mal! Queria ela de volta a qualquer preço, mas ela me esnobava e, ainda por cima, começou a ter intimidade com ele também, até que ele acabou tirando a virgindade dela. Eu desabei. Entrei em depressão, chorei, me humilhei, ela até ficou comigo algumas vezes (chifrando ele), mas nunca mais retomamos o namoro.Fiquei muitos meses arrasado.

Na época engatei um namoro morno com uma outra menina, só para tentar esquecer a anterior e essa menina acabou me traindo. Isso gerou um grande escândalo que envolveu a minha família, eu humilhei ela em público, chamei de piranha, de rameira… enfim, foi um escândalo.

Aos 18 anos comecei um namoro com uma menina mais velha que eu e foi um namoro bem longo. Apaixonei-me de novo e o ciúme e a possessividade novamente tomaram conta da situação. Essa, contudo era mais independente, mais resolvida, dava para mim com frequência e me amansava com a buceta, quando eu estava muito bravo. Eu era terrível!

O namoro se desgastou e acabamos terminando, dessa vez sem sofrimento da minha parte, porque eu também já estava cansado. Muito tempo depois do término do namoro, descobri que, enquanto ela estava comigo, também ficava com outros dois caras (dava para eles), mas, estranhamente, aquilo não me chocou muito e eu achei que era porque eu já tinha perdido totalmente qualquer interesse nela.

Aos 22 anos comecei a namorar uma menina bem mais nova (16 anos) que era terrível. Ela se deixava cantar por outros homens em ambientes sociais que frequentávamos e fazia cara de inocente. Eu reagia com muita energia e acabei me envolvendo em algumas brigas, por ciúme dela. Em uma viagem que ela fez com a família, acabou dando para outro cara e, quando chegou, contou para mim. Como eu era muito apaixonado, ainda fiquei com ela uns meses (até porque eu também saía com uma outra menina), mas a transa dela nunca saía da minha cabeça, eu não esquecia e o namoro terminou. Eu considero esse o fim da fase que eu chamo de adolescência/juventude.

Minha atitude ciumenta e possessiva me causava um sofrimento intenso e eu me desgastava demais por isso. Eu sempre tive tendência à depressão essas coisas acabavam comigo.

É interessante notar que todas essas namoradas me traíram de alguma forma. Parecia uma sina maldita, mas é interessante também perceber que essa última traiu e eu acabei aceitando por um tempo, coisa que para mim era impensável até então. Quando terminou o namoro eu estava com 24 anos e já carregava vários chifres. Sem perceber, eu estava gradativamente começando a aceitar. Foi um processo.

No próximo capítulo, falarei das subsequentes, inclusive das primeiras esposas.

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Escrito por Maridomansodf

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