Eu confesso que não vejo a hora de morrer. To cansado da vida e das espectativas e frustrações que ela me dá. Dá tanto trabalho, e ao longo dos meus 30 anos, eu olho pra frente e vejo que ainda tem tanta coisa para fazer que me desânima. Eu olho para trás e vejo o quão pouco eu conquistei. Simplesmente, estar vivo, é fardo muito pesado, que só será retirado no momento de minha morte. Não tenho medo de morrer com dor, nem de não ser lembrado. Apenas quero que tirem o enorme piano das minhas costas.



Desse ponto de vista a morte é uma libertação da existência.
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