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Ano novo, tudo está diferente

Preciso contar o que aconteceu comigo nesta passagem de fim de ano.
Tenho 20 anos, sou branquinho, mirradinho, cabelo compridos e liso queimado de sol, o que deixa eles ligeiramente loiro, emberbe e quase pelo nenhum pelo corpo. Minha voz é um pouco feminina, mas apesar dessa aparência nunca tiv nenhuma tendência a homosexualidade.
O outro personagem, sem Dico, nosso vizinho de anos, 55 anos, uma pança robusta, muito peludo, cara de homem maduro, vozeirão.
Habitualmente seu Dico passa o ano conosco e smpre vai a praia para queima de fogos, mas desta vez ele não queria ir e disse que faria compania para mim. Eu nunca vou, pois odeio barulho de fogos e aglomeração de pessoas.
Seu Dico aproveitou que estávamos sozinhos e veio com um papo diferente. Me elogiando, dizendo que quando nos conheceu, achou que eu era menina.
Falei que ele não precisava se desculpar, pois estava acostumado a passar por isso e admiti ter uma aparência muito feminina mesmo. Mas falei que não era gay.
Ele disse, mas que pena, pois seria um viado muito bonitinho.
Eu fiquei rubro, totalmente sem graça.
Ele insistiu nesse papo e eu estava ficando numa situação embaraçosa. mas continuamos a conversar.

Ele me perguntou se eu teria vergonha se por acaso fosse gay e outra pessoa soubesse disso.Eu disse que não era isso, apenas não era gay e pronto.
Mas ele continuou e disse não acreditar, que achava que eu apenas não confiava nele.
Falei que ele era de total confiança pra mim e se fosse gay que ele confiaria em contar pra ele.
Ele viu minha sinceridade e falou pra mim. Acho que você fala a verdade, mas não teve a chance ainda de ter um homem de verdade, por isso, ainda não havia descoberto minha tendência homossexual.
Eu falei pra ele que ele estava enganado, que se suspeitasse que era gay que eu teria coragem de me abrir para as pessoas com certeza.
Mas ele me olhou e perguntou: Mas você já teve um pau de homem de verdade na sua mão.

Eu disse: Que isso seu Dico, eu nunca pensei nisso.
Então menino, como pode dizer que não gosta. Você tem todo o jeito, só o que falta e oportunidade e tenho certeza que você vai adorar e se assumir.
Ele ainda disse assim: Confesso que já bati muita punheta pensando nessa sua bundinha redonda e lisinha.
Para seu Dico, tô ficando assustado.
Fica assim não menino. Vem aqui que eu vou te mostrar que você apenas não teve oportunidade, mas eu vou mudar isso.
Seu Dico começou a abaixar a bermuda branca e a cueca, ficando apenas de camiseta. Olhei sua barriga proeminente e logo abaixo um pau muito grosso, cheio de veias calibrosas.
Falei seu Dico, que isso bota essa calça por favor.
Não menino, vou sentar aqui nessa soga e você vai me dizer o que achou dele.
Eu fiquei ali olhando o pau dele caído entre as pernas e ele olhando pra mim começou a brincar devagarzinho com ele.
Percebi o pau ir crescendo e alcançar a rigidez extrema em segundos. Aquilo era um colosso de grosso.
Meolhando ele diz: Menino, venha aqui e sinta o pau de um homem de verdade. Vc precisa aprender agumas coisinhas.
Fiquei estático e só acordei com um grito dele. Hei menino, vem aqui logo, eu já não te mandei?
Não sei o que deu em mim, mas eu acabei obedecendo ele.
Cheguei perto e ele falou, pode pegar nele, tá esperando o que?
Eu inclinei o corpo e peguei nele. Coração quase saiu pela boca.
Como estava rígido e quente. Mas a grossura daquilo impressionou.
Ele falou, tenta bater um punheta nele pra ver se você gosta.
Eu obedeci e comecei e foi uma coisa bem diferente de fazer em mim mesmo. No meu pau eu usava apenas três dedos pra bater punhete, mas no pau dele e mão nem fechava em volta do pau. Fora a rígidez e a pulsação do pau enquanto batia punheta nele.
Seu Dico perguntava. e aí, tá gostando garoto.
Eu apenas balançava a cabeça, ainda bem tímido.
Seu Dico, perguntava se eu já tinha visto bolas de homem de verdade. Eu disse que não e era verdade. Eam tão grandes.
Seu Dico me falou que estava muito gostasa a punheta e perguntou se eu estava vendo o pau dele babando.
Realmente da cabeça do pau dele vertia um liquido viscoso e incolor. Ele perguntou seu eu tinha nojo daquilo.
Eu disse que não. Ele elogiou e perguntou se eu queria sentir o gosto.
Eu disse que não sabia e ele falou. Não tem importância, você vai ter que se acostumar mesmo.
Ele passou o dedo naquilo e levou até minha boca e esfregou nos lábios. Eu passei a lingua e tinha apenas um sabor neutro pra salgadinho.
Ele pegou mais e levou a minha boca de novo e dessa vez eu chupei seu dedo. Ele elogiou muito.
Ele então mandou eu chupar seu pau.

Ajoelhei e abocanhei a cabeça que era o que cabia na boca. Comecei a chupar e sugar aquela cabeça. Não parava de sair aquele liquido viscoso da cabeça do pau dele.
Certo momento ele empurrou minha cabeça pra baixo e eu engoli aquele pau quase todo. Senti o pau bater no meio da garganta.
Quando tirei a boca o pau tava todo babado.
Ele levantou e começou a meter na minha boca. Nesse momento eu não precisava fazer nada, apenas manter a boca aberta e o resto foi com ele.
Ele me suspendeu pelo braço e foi me levando até meu quarto.
Paramos no corredor e ele mandou eu ir tirando o short e a cueca. Fui tirando mas andando e pra não cair, tive que me curvar pra tirar o shot de vez. Nessa hora senti o dedo dele tocar bem no cú.
Eu fiquei envergonhado. Soltei um gemido e meu cú pisco no dedo dele.
Depois senti o dedo afastar e voltou todo molhado. Acho que de saliva. Ele espalhou na entrada e bateu o pau na minha bunda algumas vezes e deslizou até a cabeça encaixar no meu cú.
Senti as mãos dele paertarem minha cintura e uma pressão da cabeça do pau contra meu cú, fazendo a cabeça começar alargar meu anelzinho.
Mas não entrava totalmente, apenas a cabeça encaixou ali na entrada, mas nem o anel da cabela do pau dele ultrapassou a entrada do meu cú.
Senti que ele forçava mas não entrava. Foi então que ele mandou fazer força. Não entendi na hora mais fiz e acabei prendendo a respiração para conseguir manter principalmente o abdomem contraído.
Quando expirei, seu Dico forçou e meu cú acabou permitindo que a cabeça se alojasse totalmente dentro do cú.
Foi aí que assustei de vez. Senti pregas do cú sendo estouradas. Uma ardência começou e uma dor crescente.
Fiquei com medo de estar sendo arrombado por ele e tirei uam das mãos que estavam apoiadas no chão e levei até sua barriga para impedir uma penetração completa.
Seu Dico falou. Calma menino, calma. Vai doer um pouco, mas não quero que você se defenda disso, e pro seu prório bem.
Vou tirar a cabeça e vamos pra cama que eu vou te preparar direito.
Não entendi, mas deixei ele tirar a cabeça do meu cú, me levantei e ele me pegou pela mão e fomos de mãos dadas para o quarto.
Fui posicionado de quatro na beirada da cama e instruído por ele para me ajeitar para facilitar a penetração.
Seu Dico ainda teve que me ajeitar de lá pra cá, daqui  pra lá e quando ele achou que eu estava a feição pra ele, seu Dico caiu de boca no meu cú.
Eu fiquei louco com aquilo. Eu tive meu cú linguado e chupado de uma forma que eu quase desmontei de tanto tesão.
meu cú piscava mais que as luzes de natal da nossa árvore. Seu Dico finalizou cuspindo no meu cu e depois na mãos e me lubrificando com ela.
Encaixou a cabeça na entrada e mandou eu morder o travesseiro se precisasse.
Na primeira estocada a cabeça voltou a encaixar e senti mais pregas arrebentarem.
Peguei o travesseiro e enterrei a cara nele, torci um tufo de lenços em cada uma das mãos. Seu Dico segurou firme minha cintura e comecou a empurrar. Eu não aguentava aquela dor.
Aos poucos ele parava e mandava eu fazer força. Quando relaxava ele empurrava mais pica dentro de mim.
Eu queria saber o quanto já tinha recebido de pau. Leivei uma das mãos por baixo do meu corpo e senti que ainda não tinha entrado metade do pau.
Falei pra ele que não ia aguentar aquilo, mas ele ignorou. Mandou eu voltar a fazer força e quando relaxei ele meteu.
Quase dei um salto pra frente, o que foi impedido por ele, ma a ação fez o pau quase sair de dentro de mim.
Me arrependi protamente ja que ele enterrou até o ponto que já tinha conseguido meter, só que tudo de uma vez.
Foi neste momento que chorei e pedi pra ele tirar aquilo de mim.
Ele tentou me acalmar. Parou de meter e usou uma das mãos para alisar minha costas, do pescoço até a bunda, ele deslizava suavemente sua mão e aquilo foi me acalmando.
Eu sentia apenas o pau dele latejando dentro, mas sem penetrar mais nenhum centimentro.
Menino, seja sincero. Tá melhorando ou não. Eu já estava mais calmo e respondi que estava doendo mas um pouco menos do que no início.
Ele me elogiou e disse que eu estava indo muito bem e que logo eu não sentiria mais tanta dor, era só eu relaxar.
Tentei colaborar mais com ele. Ele mandou eu ir mais pra beirada e empinar mais a bundinha e afastar bem as pernas que isso ia facilitar pro pau deslizar melhor.
Me alertou para fazer força somente antes dele começar a meter, mas relaxar bem durante a penetração.
Eu tentei fazer como ele instruiu. Dá certo mesmo, a penetração é mais fácil mesmo, mas dói muito mesmo assim.
Ele mealertou que a dor ia diminuir somente com o tempo que ele ia meter tudo de uma só vez. Que era pra eu morder bem o travesseiro quando eu começasse a expirar.
Então prendi bem a respiraçãoe fiz muita força. Ele apertou minha cintura. Eu ainda me abri o mais que pude e empinei bem pra ver se o resto do pau entrasse bem rápido e com o mínimo de dor.
Mas ainda assim o resto do pau entrou rasgando. Quando senti as bolas do saco de seu Dico encostarem na minha bunda, mesmo chorando e me senti meio que aliviado, pois achei que aquilo seria impossível de aguentar.
Fiquei ali sentindo o pau pulsando dentro do meu cú. Seu Dico voltou a alisar minahs costas e me elogiando por ter recebido todo o seu pau dentro do meu cú.
Seu Dico jogou seu corpo sobre o meu, apoianda as mãos na cama ao lado da minha cintura e bem perto do meu ouvido com aquele vozeirão ele falou, vai engatinhando pro meio da cama pra eu poder foder esse cú direito como você merece.
Fomos engatinhando sincronizados até o meio da cama. Quando paramos e voltou a me fixar pela cintura e falou. Hora de começar a levar vara de verdade menino.
Seu Dico começou a jogar o quadril pra trás e o pau foi deslizando suave pra fora do meu cú. Senti a cabeça dp pau de volta a entrada, mas foi breve, logo ele começou a penetrar tudo de novo.
Percebi que minha agonia estava apenas começando.
Meia hora de muita pica dentro do cú, a custas de muito xoramingo e gemeção. Foi assim que comecei 2026. Fui interrompido apenas pela presença do meu cachorro que olhava pela porta do quarto sem entender o que acontecia ali.
A interrupção fez seu  Dico sair daquela posição e virar de barriga pra cima e mandar eu sentar em seu pau e galopar nele.
Envergonhado, me posicionei sobre ele e peguei seu pau e o levei até a entrada do meu cú e sentei nele.
Só parei quando esmaguei suas bolas com minha bunda e então levando tapas na bunda iniciei sua tão desejada cavalgada.
A única vntagem é que as vezes eu podia controlar o quanto de pau meu cú ia engolir, mas as vezes ele fazia os movimentos e cravava sem pena o pau no meu cú.
Eu apoiava minhas mãos em seu peito peludo e olhava aquele homem que pderia ser considerado asquerozo, mas eu até estava sentido um pouco de tesão.
Ele mandou eu virar de costas pra ele e continuar cavalgando. Virei, encaxei de novo o pau e engoli ele como meu cú e voltei a cavalgar nele.
Senti o pau lulsando muito forte e senti o derrame do seu leite quente dentro de mim. Nessa hora fiquei muito preocupado de estar levando aquela leitada se camisinha e por causa do urro de seu Dico.
Torcia para que os vizinhos estivesse todos na praia para a queima de fogos como era de costume.
Mas uma vez meu cachorro parava na porta do quarto e me olhava sentado com o cú no pau de seu Dico e as mãos apoiadas na sua coxa peluda.
Ainda sentia os tapinhas que levava na bunda e os pedidos de seu Dico para eu rebolar no seu pau enquanto ele gozava feito louco.
Ja estava na chuva e tinha mais é que me lolhar de vez. Então rebolei por algum tempo enquanto aquele mocho maduro gozava com o pau enterrado no meu cú.
Quando seu Dico tirou o pau de dentro de mim, eu sentia a porra vazar, mas ele mandou eu pegar uma toalha e limpar seu pau que estava também todo melado.
Fiz o que ele mandou e fiquei ali ajoelhado na sua frente limpando a porra que cobria o seu pau até ele estar totalmente seco.
Ele me botou sentado em seu colo e ficamos conversando um pouco e ele me perguntou o que eu tinha achado da experiência.
Eu ainda estava muito abalado e fui sincero e disse que foi muito dolorido e que não tinha sido muito bom pra mim.
Ele falou pra eu não me preocupar que a primeira vez pode ser realmente ruim, mas que as outrs tudo fica mais natural e a tendência é que eu logo o procure como homem. Mas que pelo menos agora eu não teria mais dúvidas quantoa ser gay ou não.
Hoje dia 06 de janeiro de 2026, não é que comprovei que ele estava certo, fui procurá-lo e aproveitei que minha família foi toda para a praia e acabei levando pau a mnhã todo de novo.
Ah! seu Dico, o que o senhor foi fazer.

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Escrito por Novato

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Um Comentário

  1. Muito longa sua história, mas me fez ficar de pau duraço. Me fez lembrar do Sr. José Resende, um negro pai de um amigo, um dia cheguei na casa dele e ele estava só e deitado no sofá. Quando me viu ,passou a mão sobre o short e me mostrou a pica enorme dura feito roxa. Fiquei paralisado olhando aquilo. Ele me ordenou que entrasse e fechasse a porta. Eu nunca imaginei que iria fazer tudo que fiz, punhetei, chupei, cavalguei ,rebolei em cima, e guardei so pra mim. Hoje tive que contar

Imagine um jogo desses dois times…

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