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O tio dela nos flagrou – 1ª parte

Apesar de ser tarado e libidinoso, eu era muito tímido e inseguro. Muitas pessoas achavam que eu era maricas, por causa da minha timidez e porque não tinha muita intimidade com as meninas. Desde pequeno eu gostava de brincadeiras obscenas com primos, primas, meninas e meninos, enfim, o que surgisse. Na adolescência essa desconfiança dos outros, principalmente da família, me pressionou a encontrar uma namorada para “provar” que eu era homem. 

Assim que completei 16, eu namorei a Nena, que era 5 meses mais velha que eu. 

Eu ia na casa dela todas as noite pra gente namorar e sempre que eu chegava a família dela saía da sala pra nos deixar à vontade. E a gente ficava mesmo.

Mal eles saiam e a gente começava a pegação, beijo de língua, eu enfiava a não por baixo da blusa dela, alisava os seios dela, que eram uma delícia. Quando sentia que o movimento na casa tava calmo, levantava a blusa dela e chupava muito aqueles seios morenos super durinhos. Mamava com muita vontade. Metia a mão por debaixo da bermuda dela, bolinava a buceta, fazia ela ficar toda meladinha. Tirava o pau pra fora e ela punhetava, sempre atentos aos barulhos e movimentos dentro da casa. Ela relutava porque tinha medo de sermos pegos, mas acabava caindo de boca no meu pau. Depois confessava que adorava mamar. 

Num domingo, sabendo que a família havia saído, eu fui visitá-la à tarde. Só havia ficado uma irmã mais velha e ela. Ela, percebendo que era a situação perfeita pra gente aproveitar, estava de saia. Sentamos no sofá e já fomos nos beijando. Fui direto nos peitinhos dela, alisei, apertei e mamei muito. Ela caiu de boca na minha piroca e mamou com toda a vontade. Quando levei a mão na buceta dela, ela já estava encharcada, toda melada de tesão. Falei “vamos meter, senta no meu pau”. Ela nem questionou, arredou a calcinha e sentou meio de lado na minha rola, que estava quase explodindo de tesão. Ela começou a rebolar e gemer, enquanto se virava pra me beijar.  Eu alisava e apertava os seios dela, enquanto fazia movimentos pra meter fundo a minha piroca na sua buceta, ensopada de tesão. A trepada estava uma delícia, logo logo a gente ia gozar.

Quando ouvimos um barulho no portão paramos de meter mas ela continuou sentada no meu colo. Ficamos atentos pra tentar descobrir quem estava chegando, enquanto a buceta dela piscava e mordia, meu pau latejava,  atolado bem no fundo. Mas a pessoa entrou em silêncio, passou pela lateral da casa, entrou pela porta dos fundos e veio direto pra sala. Surge na sala o tio dela, irmão da mãe dela, seu Ademar, um homem negro de uns 50 anos, magro e de baixa estatura, franzino até, mas com uma cara de maluco. Ela já tinha me dito que não gostava dele, porque ele era tarado, então eu também antipatizava.

Quando ele entrou nós tomamos um susto, mas a Nena, apavorada pela situação, saltou do meu colo e ficou em pé na frente do sofá, me deixando sentado. A saia voltou ao normal e escondeu a buceta dela.  Eu não tive tempo de fazer nada,  fiquei sentado no sofá com o pau pra fora, no máximo da ereção, todo lambuzado pela buceta dela. Tentei cobrir minha rola com os antebraços, mas o tio dela, quando entrou, não só teve tempo de ver a bunda dela rebolando que nem puta no meu colo, mas também viu meu pau latejando e babado pelo mel da buceta da sobrinha dele.

Lembro que eu e ela ficamos sem reação, congelados. Depois de alguns instantes ele quebrou o silêncio: “a juventude pensa que engana os velhos”. Como nós não dissemos nada, ele se dirigiu a mim: “vamos ter que conversar, rapaz”. Assustado eu só respondi “está bem, seu Ademar”. Com uma cara de indignado ele saiu pela porta da frente e foi embora. Nesse dia não conseguimos terminar a trepada. Eu até queria, mas a Nena tava muito assustada. 

No dia seguinte, segunda-feira, eu fui visitar a Nena à noite. Adivinha quem já estava  lá? Sim, Seu Ademar. Ele ficou lá com a família por um tempo, eu e a Nena  fomos pra sala.  Quando ia embora, ele passou pela sala e me disse: “podemos conversar um instante?”  Só concordei. Saí atrás dele e paramos no portão. Ele se virou e me disse: “te espero lá em casa amanhã às 4 da tarde pra gente conversar. É sério”. Eu só respondi “ok”. Ele foi embora e eu voltei pra dentro. A Nena perguntou o que ele queria e eu, cheio de incertezas sobre o que ia acontecer, só respondi “ele quer conversar, mas foi bem amigável”. Desconversei a situação com ela.
(continua…)

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Escrito por taradocompleto

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