Raramente vou nessas boates, mas como era dia de jogo os caras queriam ir ver numa boate e aproveitar para beber e depois sapeca uma boa puta nós fomos numa lá na Augusta. Lá a gente começo a tomar uns uísque baratos e assistindo o jogo e vendo umas vadias a rebolar e se esfregar na gente. No intervalo do jogo eu fui no banheiro e quando tava saindo eu vi a filha do meu amigo sentada no colo de um sujeito que tinha idade para ser avô dela e dando amendoim na boca dele. Ela estava se comportando igual as vadias do lugar e acho que ela está se prostituindo. Ela é uma menina de 22 anos, corpo magro, mas bem desenhada com seios grande e bunda grande, uma delícia de morena, mas é filha do meu amigo e nem sei como que cara vou olhar pra ela quando a gente se ver. Eu fui embora, nem terminei de ver o jogo do SP.



Tem que ser prático né? Na boate ela é uma puta, na casa do seu amigo ela é a filha dele!
O ideal é fingir que nem viu, eu faria isso, afinal não é da minha conta como a pessoa ganha a vida, mesmo que seja filha de um amigo. Ver ela novamente em outro ambiente, vai ser chato? Vai, mas tente agir normalmente.
Normal isso! Também já me aconteceu algo parecido com uma grande amiga da família, sempre muito posturada, séria e centrada dizia que era “costureira” e trabalhava numa loja de alfaiataria no centro e fazia os ajustes de roupas para os clientes da loja. Um belo dia fui num puteiro pra esvaziar o saco que tava cansado de bronha e sem mulher, acabei encontrando a “costureira” fazendo programa. Ela ficou meio desconfortável comigo, mas comi ela por uma hora nesse dia e várias outras vezes fora do puteiro, mas sempre pagando. Ela me confessou que uma das minhas tias também já tinha trabalhado com ela nesse mesmo puteiro por uns 6 meses, numa época de dificuldade financeira pq minha tinha fez empréstimo com agiota e tava desempregada, ficou desesperada porque o cara tava ameaçando e mentiu q tava na costura junto com a amiga e juntou dinheiro e pagou as dívidas.