em

Em busca de uma resposta parte 5 – ( Voltande no apartamento apenas dois dias depois)

Voltando a desabafar apenas três dias após a foda que o Negão me deu em seu apartamento.
Acabo de chegar de lá, nesta segunda-feira e vim direto relatar.
Eu recebi o contato dele sábado a noite. Parecia estar bebado. Mas fiquei com medo de ir ao seu apartamento com ele nestas condições e ainda não estava recuperado da última foda.
Meu cú estava tão dolorido e inchado ainda e achei por bem não me expor tanto assim.
Mas ele ficou puto e disse que eu ía me ver com ele. Então preocupado disse que iria Domingo a noite sem falta.
Ele desligou puto e no outro dia ele mandou mensagem dizendo pra eu não deixar de ir no Domingo a noite.
Perguntei se estava tudo bem, se ele não estava com raiva de mim. Ele me acalmou dizendo que não, que eu fiz o certo em não ir no sábado.
Depois de muita compressa de gelo e pomada analgégica eu verifiquei e meu cú estava muito melhor. Isso me encorajou a ir no apartamento dele.
Saí as 18h e cheguei lá por volta das 19h.
Me identifiquei na portaria. Era o mesmo porteiro, de nome Vicente.
Ele me reconheceu e disse que tudo bem. Meu comedor já tinha tudo armado com ele, mas seu vicente com jeit safado disse que eu ficasse a vontade e se eu um dia precisasse dele pra alguma coisa que era só falar.
Entendi o safado, estava me cantando. Deve ser comedor também e gosta de foder um novinho branquinho.
Subi e mal toquei a campainha, ele já abriu a porta e me puxou pra dentro.
Esta nú, com pau meia bomba e já foi levando minha mão ao seu pau.
Brinquei com ele, punhetando devagar e alisei suas bolas.
Ele disse que estava louco pra foder meu cú.
Perguntei porque ele tinha me ligado sábado, mas ele não quis contar e disse pra eu esquecer.
Continuei punhetando o pau dele que ficou rígido muito rápido.
Ele disse pra irmos pro sofá e sentou se recostando e oferecendo aquele pau todo ra mim.
Ajoelhei a sua frente e voltei a chupar ele.
O pau estava muito duro e grande como sempre.
Eu consigo pegar no pau dele com as duas mãos fechadas em torno do corpo e ainda sobre a cabeça pro lado de fora.
O saco dele é grande e firme e tem uma atividade insesante. Eu fico admirando ele tem contrações e fazendo movimentos o tempo todo. É hipinotizante pra mim.
Eu fiquei chupando seu pau por quase meia hora sem para e ele estava todo babado, extremamente lubrificado.
Ele estava muito tarado e buscou por meu cú e também brincou muito com ele.
Eu estava com ele fechadinho quando ele começou a chupar feito um tarado.
Brincou muito com seus dedos.
Antes de começar a foder ele, ele me levou ao seu banheiro, me colocou em cima da pia de marmore. Esta fria e pedi pr a ele colocar um toalha embaixo.
Ele pegou a toalha de rosto branca e forrou e me trouxe pra beira. Pincelou a cabeça do pau e forçou.
Ficou brincando de enfiar a cabeça na portinha um bom tempo e pediu que eu ficasse ali e saiu pra pegar algo.
Quando voltou ele trouxe o meu celular e tirou uma foto do meu cú depois que ele enfiou a cabeça de novo e retirou.
Ele disse: veja como está esse cuzinho agora que eu arrombei ele todo. pediu que eu tampasse meu pauzinho e bateu a foto.
Realmente ele estava orgulhoso de deixar meu cú naquele estado e eu sempre fico bem pra baixo quando lembro como ele era e como ele deixou me cú.
Por mais que eu cuide dele, deixando-o com um aparência saudável, sendo que o aspecto de fenda ele não perde mais, parecendo um bocetinha mesmo, basta ele meter um pouco o seu pau bruto para que ele fique com aparência de arrombado completamente. Coloquei a imagem no desabafo, embora minha câmera não seja muito boa e a iluminação do banheiro não tenha ajudado, mas deu pra ter uma ideia do que ele fez com meu cú.

Como eu disse, não tenho mais preocupações estéticas. A única preocupação é mesmo com a saúde do meu cú.

Então ele apoiou o celular na tampa do vaso sanitário e encaixou o pau no meu cú e começou a penetrar.
Me agarrei ao seu corpo, apoiando em seus ombros para evitar que minhas costas batessem na torneira da pia e no espelho.
Ele enfiou tudo comigo abafando um grito devido a dor e quando senti o saco encostar na bunda, eu lacei suas costas com as minhas pernas e cruzei elas para poder controlar a quantidade de pau que iria sair antes dele penetrar tudo de novo.
Aprendi que com ele tem que ser assim se eu não quiser que os 24cm de pau rígido e grosso saia competamente e depois seja enterrado inteiro em meu cú.
Ele ia lentamente fazendo o pau escorregar pra fora e as vezes eu permitia que a cabeça chegasse ao esfíncter.
A volta sempre é complicada, pois é onde a dor é colossal e desumana.
O pau sempre entra me arrncando um som trêmulo devido ao sofrimento causado.
Isso o excita e sinto o pau pulsante se mexer no fundo do meu cú.
Enquanto fui fodido no marmore da pia, até que o rítmo não se alterou. Foi essa foda profunda mas até certo ponto suave.
Suavidade mas sem relação com falta de dor. É impossível seu pau bruto não causar dor.
Digo que até parece mais dolorido que quando ele fode feito louco, pois acho que não dá tempo de se concentrar tanto.
A foda lenta e meticulosa me deixa totalmente concentrado durante toda a penetração.
Senti ele passar as mãos por baixo das minha costas e se reclinar um pouco sobre mim.
Quando percebi que sua intensão era me suspender da pia, mal tive tempo de me segurrar em seu parcoço, para me sentir seguro.
A sensação de ser suspenso no ar por outra pessoa e depender dela pra se sustentar e não cair, nos faz buscar apoio e isso é a coisa mais humilhante em uma relação homosexual.
Caminhar suspenso no ar e sendo penetrado no cú por outro homem e ainda buscar seu corpo como ponto de apoio, demonstra a aceitação e o reconhecimento do poder de um sobre o outro.
Apesar de eu parecer uma pluma, ele ainda precisava me ajeitar para me acomodar de uma forma que seu pau não saísse de dentro do meu cú.
Eu também era obrigado a me remexer para acomodar seu pau de forma que não me maxucasse tanto enquanto caminhávamos.
A caminhada até seu quarto foi longo mas ao chegarmos em frente a sua cama eu fui colocado na posição de frango assado e imediatamente comecei a ser fodido por ele.
Ele estava realmente diferente naquele dia.
A foda era mais meticulosa, quase num rítmo cadenciado com algumas espaçadas cravadas mais violentas.
Eu gemia muito a cada estocada. Agarrava e torcia olencol da cama com minhas duas mãos e jogava a cabeça de um lado pro outro em total agonia.
Como falei, apesar de lenta a penetração estava tão sofrida, que parecia que seu pau tinha o dobro do tamanho habitual, como se fosse possível.
Suas mãos apertavam minha cintura forte e seu pau latejava muito dentro de mim. Esperava por uma gozada a qualquer momento, mas ele não gozava.
A foda na posição de frango assado foi muito demorada.
Segui sofrendo e choramingando até ele mandar eu ficar de quatro.
Com meu cú muito dolorido quando ele meteu de quatro eu me joguei pra frente e escapei.
Fui engatinhando até a cabeçeira e me apoiei.
Ele subiu na cama e veio atrás de mim e me pegou pelas pernas e as afastou de forma abrupta.
Forçou a postura do meu quadril de forma que minha bunda ficasse bem empinada pra ele e a minha perna esquerda ele a pegou e a levou para o lado e para o alto.
Fiquei totalmente exposto e ele me penetrou assim até as bolas.
Me segurei na cabeceira e levei muita pica nessa posição.
A apoteose dessa noite foi ter que cavalgar o pau dele até conseguir arrancar o leite daquele pau.
Mais está ficando parecido com um conto e vou parar aqui pois preciso descansar um pouco e minha empregada chegou aqui em casa. Me descupem, prossigo mais tarde.

cuceta_na_Foda.jpg

Reportar

O que você acha?

Escrito por JotinhaGay

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

2 Comentários

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Masturbação

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Minha esposa gosta