em

Minha trajetória pelo mundo gay

Estou maravilhado com a descoberta deste espaço maravilhoso onde podemos desabafar de forma anonimizada sobre nossa histórias e experiências de vida.
Li muitos desabafos antes de tentar desabafar aqui.
Vou desabafar sobre uma coisa que não posso falar com ninguem.

O fato de hoje eu ser um gay enrustido, me faz uma pessoa com constante sentimento de frustação.
Isso me trás problemas de personalidade e me faz ser até certo ponto um ser depressivo.
Eu fui iniciado no mundo gay por um Sr. muito respeitado pela sociedade na minha cidade.
Ele é professor há muitos anos e sua reputação é ilibada.
Ninguem imagina que ele é um tarado pervertido em relação a sexo, com rapazes novinhos e sem convicção da sua sexualidade.
Ele transforma rapazes assim em seus viados e os manm numa vida de servidão sexual por muitos anos enquanto lhe interessa.
Eu fui uma de suas presas e sou mantido até hoje nessa condição.
Eu comecei com 18 anos e hoje tenho 27. São nove anos evoluindo na arte do sexo gay, sendo constantemente doutrinado para obedecer a todos os caprichos dele.
Eu era aluno dele e ele percebeu pelo meu jeitinho que eu tinha inclinação a homossexualidade.
Fui abordado a primeira vez por ele e colocado contra a parede.
Ele começou me pressionando dizendo que eu não tirava o olha da mala que ele exibe na sua calça enquanto desfila pela sala.
Sempre se destacou por pasar com aquele volume perto do rosto dos alunos, mas até aí era visto como normal. mas realmente era verdade que eu ficava impressionado e devia realmente dar pinta pra ele que eu manjava a rola dele, mas eu não me considerava viado por isso.

Mas ele viu que eu não fui firme na minha negaçao e a partir dali eu fui chamado por ele para uma conversa mais reservada.
Ele continuou de onde parou e eu pressionado disse que olhava sim mas não era com alguma intenção sexual.
Ele me acalmou e disse que não tinha importância, mas ele queria que eu fosse sincero quanto a admitir minha sexualidade pra ele.
Ele então começou a mandar eu admitir que eu era viadinho e gostava de homem.
Não quiz admitir até porque eu não sabia aocerto, mas também não fui firme para afirmar o contrário e ele se aproveitou disso e disse que ele via em mim um rapaz que ainda precisava se descobrir.
Eu fui presa fácil pra ele. Ele falou que como meu professor ele tinha o dever de mostrar o cminho para que eu tivesse a devida formação e me classificou como sortudo por ter cruzado com ele em minha vida.
Ele então me convidou até sua casa para que ele corrigisse o rumo da minha vida, assim que ele se referiu.
Eu estava tão perdido por concluir que ele poderia estar certo, já que não consegui ser firme em negar ser viado.
Eu entrei em seu carro e deixei ele me levar pra sua casa.
Ele não é um Sr. bonito, mas tem um jeito persuasivo, quando vi já entrava em sua casa.
Ele me explicou tudo de forma tão parcimoniosa e calma e tudo ficou muito claro pra mim, reltivo ao que ia acontecer naquela casa.
Eu em momento algum fui enganado. Sabia que sua intenção era me fazer entender que eu precisa ser exposto a uma relação com outro homem para entender que não passava de um rapaz homosseual.
Ele falou pra eu não me assustar com a visão do pau dele. Ele afirmou ser bem dotado, mas na grossura que no tamanho, mas que eu não visse isso como uma coisa ruim, já que ele era muito experiente e ia me preparar para ter experiências boas com ele.
A primeira vez que vi seu pau foi traumatizante. Que pau grosso, mas era grande também, principalmente comparado ao meu, com 15 cm.
Mas ele foi um professor e me ensinou didaticamente tudo que se precisava saber para poder sentir prazer ao ser penetrado por outro homem.
Primeira lição foi as sensações que um pau pode proporcionar a outro homem.
Ele ficou bastante tempo nessa lição.Ele falou que eu precisava estimular todos os sentidos para poder apreciar o pau deum homem como ele.
Ele disse que é preciso apreciar a visão, o cheiro, a textura e o gosto do pau para começar a apreciar.
Ele fez eu passar por uma sessão longa na qual eu deveria ficar ajoelhado na sua frente enquanto ele nú, permanecia sentado numa poltrona, enquanto masturbava o próprio pau.
Eu devo ter ficado quase 1h apenas olhando ele punhetar o pau.
Eu terminei aquela hora com a respiração alterada, sentindo um calor no corpo, e sentindo o cú ter esparsmos.
Só depois ele permitiu eu cheirar seu pau. Nesse estado que eu estava foi fácil dele me converser a passar de estágio e chegar bem perto e ficar cheirando o pau dele.
O cheiro me alterou mais ainda. Coração disparou.
Fiquei 10 minutos aproximadamente cheirando ele.
Ele deixou eu botar a boca na cabeça, mas só na cabeça. Pediu pra eu apenas chupar a cabeça.
Só depois ele deixou eu tocar com a mão no seu pau. Deu um tempo paraeu explorar e orientou como eu devia punhetar ele.
Pegou lubrificante depois de uns 10 minutos de punheta e botou na minha mão e mandou eu continuar a punhetar mas lubrificando. Então pude sentir a macies da pele além da rígidez do pau.
Assim, ele mandou eu fechar os olhos e continuar a masturbar ele.
Compreendi o sentido daquilo e percebi que podia me concentrar no formato exato do seu pau, detalhando a veias calibrosas espalhadas no corpo do pau.
Ele mandou eu tirar a roupa e mandou eu levantar e ficar de costas pra ele.Ele continuou sentado e começou a alisar minha bunda.
Eu fiquei todo arrepiado e ele explicou que eu deveria começar a me acostumar com as mãos asperas de um home de verdade alisando a minha bunda.
Ele era didático mesmo e ia me explicando que devemos sensibilzar as áreas pela qual vamos sentir prazer durante o sexo.
No caso dele, por ser um macho verdadeiro, o pau devia ser sensibilizado, mas para mim, essa área erógena era a região anal e arredores.
Ele começou a circular com um dedos a area em volta do meu cú e aos poucos ia ficando dificil respirar e para acabar com aquela sensação de que ia ter um infarto foi natural começar a arfar e suspirar profundamente pra aliviar aquele sensação de afogamento.
Logo virou gemido, misturado com tremor descontrolado.
Ele brincou com a região anal por um bom tempo com seu dedo e lingua. Então penetrou o cú e sensibilizou a área interna do anus.
Ele trocou de lugar comigo e me ensinou a me posicionar para que ele concluísse aquela lição com uma penetração.
Ele falou pra eu não me preocupar, que nessa primeira lição ele apenas ia me preparar para as próximas.
Então ele encostou a cabeça do pau no meu cú. Soltei um breve ai, mas pelo susto.
Ele começou a fazer uma pressão leve e perguntou se eu senti a pressão no meu cú. Disse que senti e ele explicou que meu cú ia reagir a pressão, se contraindo um pouco.
Isso ia dificultar inicialmente ao músculo esfíncter a ceder.
Então explicou pra mim: Faça força quando senti a pressão e mantenha até quando você aguentar, depois expire, soltando o ar que você tem nos pulmões.
Fiz isso e o resultado foi que ele conseguiu fazer com que a cabeça do pau entrasse no meu cú.
Ele não empurrou mais nem um centímetro de pau em mim. Ficou ali um tempo e retirou a cabeça do meu cú.
Depois repetiu isso um incontável número de vezes. Depois me elogiou e disse que era pra eu ir embora e ele ia me chamar na hora certa para outra lição.
Eu estava louco pra levar pica no cú daquele coroa, mas o desgraçado me dispensou sem cerimônia, cheio de vontade de levar pica no rabo e tiveque me vestir e me retirar sem ser saciado.
Cheio de dúvidas fui embora e curioso sobre a experiência que tinha sido exposto.Seráque ele estava certo e eu era um rapaz homossexual que não havia tido oportunidade de experienciar uma relação com um homem de verdade.
Vou desabafar novamente para vocês saberem como essa situação evoluiu.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo Gay

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Um Comentário

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Acordei com um tesão danado, então resolvi tirar essa foto

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

negro para casais