Estou muito contente por finalmente ter tido coragem de assumir minha sexualidade.
Completei dezoito anos e finalmente criei coragem para fazer o que deveria ter feito a muito tempo.
Eu vinha arquitetando a muito tempo que iria liberar meu cú para Gilberto, um rapaz preto que já tentou me comer por várias vezes desde que eu tinha 13 aninhos.
Por várias vezes escapei por pouco de levar pica daquele preto.
Gilberto era mais velho, mais vivido e por algumas vezes só não faturou de vez meu cú porque ele já tinha desde de novinho um pauzão de homem.
Cresci pensndo como seria dar meu cú para Gilberto e pensando nas vezes que ele me obrigou a bater punheta no pau dele até gozar.
Foram algumas vezes que eu peguei naquele pauzão, mas na hora H, nã deixava ele enfiar a pica em mim.
É lógico que ele perdeu completamente o respeito por mim e passou a falar muita sacanagem e me tratar como viadinho.
Não tardou para que eu criasse uma espécie de fissura por Gilberto e jurei que se eu desse p cú para um homem um dia, esse home seria Gilberto.
Vou chamar ele de Gil, já que é a forma como chamamos ele desde de a infância.
Gil agora era um homem de 20 anos e tinha fama de comedor ainda.
Ao fazer dezoito anos, eu tomei coragem e o procurei.
Não foi fácil começar o assunto, mas com alguma paciência e ousadia, acabei contando a ele da minha decisão.
Praminha surpresa ele ficou muito animado com a notícia que ia estreiar meu anelzinho de couro.
me toba ou seja lá como ele chama.
Estava pensando em ir pra um motel sei lá, não tinha pensado nessa parte ainda.
Mas ele me convidou para sua casa, pois ele morava sozinho a dois anos.
Aceitei de cara e fui com ele.
Quando ele girou a chave na fechadura da porta, eu percebi minha pernas tremerem.
Entrei com a sensação de estar passando mal de verdade.
Ele estava com um sorrisinho na cara o tempo todo e mandou eu ir sentando no sofá.
Sentei e percebi que estava todo inibido, mas Gil estava bem animado e solto.
Já foi tirando a camisa e pude ver como ele estava fortão.
Ele tirou o tênis e a meia e veio andando até o sofa onde eu tava.
Bem perto ele pediu que eu afouxasse o cinto da calça.
Fui com as mãos trêmulas de nervoso e tive dificuldades para afrouxar seu cinto.
Eu ia tirando a mão e ele falou pra eu continuar e desabotoar sua calça.
Eu fiquei mais nervoso ainda e quando eu desabotoei o zíper jádeu uma abridinha e eu continuei antes dele mandar eu abrir.
Como a calça era bem folgada, ela ja caiu um pouco sozinha e só parou porque Gil estava com o malão alterado.
Mas ele mesmo já providenciou a retirada por completo da calça e ficou só de cueca.
O pau estava já muito duro e estava quase pulando pra fora da cueca.
Quando ele viu que eu me impressionei com o volume, ele riu e disse para eu pegar nele.
Estava muito encabulado e tremendo pousei a mão sobre o pau dele por cima da cueca.
Já sabia que ele era um pauzão, mas parecia bem mais bruto.
Enquanto eu mantive franzino, ele se tranformou num homem muito másculo.
Eu lembrei na hora como era pegar no pau dele quando tinha seus 15 aninhos.
Apesar de nervoso, não consegui não começar a alisar auela ferramenta por cima da cueca e senti sua forma exuberante.
Eu podia sentir a pica pulsar embaixo da cueca e continuar a crescer.
De repente a cueca não foi suficente para conter toda a sua potência e seu pau pulou pra fora da cueca.
A cabeça já se exibia toda majestosa.
Aproveitei e desci sua cueca até o meio das suas coxas e o conjunto mais harmonioso se revelou.
Eu olhava para o pau dele e a única coisa que passava pela minha cabeça era que aquilo era uma brutalidade, além de ser perfeita.
Saco e pau igualmente brutos, atraíam tanto meu olhar quanto me chamavam a tocá-lo e esplorá-lo de muitas formas.
Voltei a tocá-lo, porém com uma delicadeza que poderia ser considerada totalmente desnecessária.
Eu poderia bater naquela massa bruta com um martelo que não causaria dano algum, mas eu tocava tão suavemente nele que as vezes a mão apenas parecia deslizar sobre a pele macia do corpo do pau de Gil.
Assim mesmo, ele parecia gostar da suavidade do meu toque, pois o pau pulsava insensantemente.
O fascínio que o pau bruto de Gil me provocava logo me fez ir ao seu encontro com meu rosto e abocanhar suas bolas exibidas e depois a cabeça hipinotizante do pau dele.
Eu gostei da textura, do cheiro, do sabor, do calor. Alias, sempre gostei, desde de quando batia punheta nele aos 13 anos.
Ele falava: Chupa. assim, chupa minha putinha.
Eu me atraquei com aquele pau e chupei até não poder mais.
Ele mandou que eu tirasse toda minha roupa e novamente fiquei muito nervoso.
Estava atrapalhado, mas não havia dúvidas na minha cabeça que eu queria dar o cú pra ele.
Assim que fiquei pelado, ele veio pra cima de mim e aí senti nossa diferença.
Ele era enorme perto de mim e ele me envolveu com seus braços,
Fiquei com o rosto em seu peito. Ele enfiou as mãos entre minhas pernas e forçou elas para fora, me fazendo abrir as pernas pra ele.
Senti ele procurando meu buraquinho.
Quando ele encontrou, um choque me percorreu a coluna e foi até a nuca.
O corpo arrepiou, senti um calafrio, a respiração descontrolou e meu cú começou a piscar d forma descontrolada.
Ele fazia movimentos circular com a ponta do dedo sobre meu cuzinho.
Comecei a gemer, bem miudinho, de tanta vergonha.
Ele tirou o dedo e vi ele cuspir nele e voltou já forçando.
Meu cú resistia, mas ao mesmo tempo aceitava.
Ele penetrou sem dificuldade e logo eu tinha o dedo inteiro fazendo movimentos dentro do meu cú.
Me recostei em sei peito e abracei em seu corpo para não cair de tanta fraqueza nas pernas.
Eu gemia descontrolado e comecei a pedir pra ele parar com aquele dedo.
Mas ele apenas intensificou os movimentos até passar a me dar dedadas fortes no cú.
Pedia pra ele parar, mas ele acabou me suspendendo do chão e eu passei as pernas por trás do seu corpo e cruzei elas atrás das suas nádegas para não escorregar.
Ele me segurava no ar, com certeza não me soltaria a não ser deliberadamente, mas suspenso, a gente não sente segurança.
Paasei a laçar o seu pescoço com s braços, pois isso me tranquilizou de vez.
Agora seguro, pensei na situação que estava. No colo de um homem, abraçado ao seu pescoço e com as pernas cruzadas atrás do seu corpo e tendo o dedo delo enterrado no cú.
Assim eu fui levado por ele até sua cama no quarto.
Lá ele apenas foi me arriando e assim que eu tive as costas apoiadas na cama, ele tirou o dedo do meu cú, direcionou o pau para a entrada do meu cú e segurou minha cintura com as duas mãos.
Senti uma pressão começar a esticar meu anel.
A dor inicial já me incomodou bastante e eu extintivamente contrai meu cú.
Ele não desistiu e continuou a fazer pressão pro pau entrar e eu fiz força pra impedir.
Não consegui manter a força e quando eu soltei o ar dos pulmões, a cabeça dos pau venceu a resistência do meu anel e entrou.
Que dor insana. Era muita pica mesmo.
Pedi pra ele tirar e toquei na sua barriga com a palma da mão.
Ele ficou louco de raiva e mandou um tapa na minha cara.
Tira a mão de mim, tira agora.
Eu tirei a mão e pedi desculpas pra ele.
Ele não falou nada e voltou a segurar minha cintura e forçou de novo.
Mas um pouco de pau deslizou pra dentro.
Pra não usar as mãos indevidamente resolvi torcer o lencol da cama.
Sem querer dobrei as pernas e apoiei os pés no colchão e quando senti a pica entrar mais alguns centímetros eu usei os pés para forçar o quadril pra cima e escapar do pau.
Ele desferiu mais um tapa na cara e pegou minha pernas e as levantou e as apoiou nos ombros.
Aproveitei e peguei o travesseiro da cama e o levei a boca e mordi para poder abafar os gritos que ainda soltaria enquanto ele estivesse me penetrando.
Foi providencial, pois ele continuou metendo e eu apenas podia gritar e jogar a cabeça de uma lado pra outro em total agonia.
Ele apenas me olhava e falava: Não queria pica. Agora aguenta viadinho.
De vez em quando ele parava um pouco e tirava um pouco mas depois enterrava mais pau no meu cú.
Eu não aguentava mais tantao pau e então tive que tirar o travesseiro da boca e suplicar pra ele parar de enfiar pica em mim.
Ele estava determinado a meter tudo e mandou eu para de frescura e aguentar tudo.
Quando senti os ovos dele sendo comprimido contra minha bunda até dei graças.
Mas foi aí que a agonia começou.
Ele foi me forçando pro meio da cama sem tirar o pau do meu cú.
Aquele movimento dos dois corpos não foi tão harmônico e esse desajuste me provocava dores insanas no cú.
Quando chegamos ao meio da cama eu voltei a cruzar as pernas em volta das costas dele para impedir que ele começasse a martelar dentro do meu cú.
Mas não adiantou, pois apenas o movimento do seu quadril fazia o pau dele sair quase todo de dentro do meu cú e voltar a ser enterrado até eu sentir seus ovos explodindo em mim.
Ele não fazia de forma explosiva, mas conseguia tiraro pau até a cabeça do pau quase sair, mas ele sentia a proximidade e antes de escapar ele iniciava a penetração até o fim.
Eu controlava o grito balançando a cabeça de um lado para o outro e respirando profundamente.
Quando ele começou a martelar forte minhas pernas fraquejaram e não pude mais manter seu corpo laçado por elas.
Livre ele passou a suspender o quadril e depois afundar a pica no meu cú.
Olhava por cima do seu seu corpo e via sua bunda ir ao alto e depois afundar enquanto o pau entrava inteiro em mim.
Eu agora gritava e pedia pra ele parar de me foder daquela forma.
Ele só aumentava a fúria das estocadas.
Quando ele cansou um pouco eu voltei a cruzar as pernas e os braços na tentativa de imperdir ele de continuar com aquele ímpeto.
Eu aproveitei e comeicei alisar as suas costas suadas pensando em acalmar ele.
Ele até gostou do toque das minhas mãos, mas ele estava muito excitado, podia sentir o pau pulsando dentro do cú e sabia que aquilo o reteria por pouco tempo, mas o quanto eu pudesse ganhar de tempo ajudaria a dininir o massacre anal que estava sofrendo.
Percebendo que ele estava pronto para recomeçar a bombar, aproveitei a proximidade do meu rosto com seu corpo e comecei a dar beijos no seu peito, ombro e pescoço.
Ele prolongou a pausa por alguns segundos, mas seu pau disparou a pulsar dentro do meu cú.
Mas chegou a hora dele retomar seu papel e então recomeçou a loucura toda.
As estocadas voltaram ainda mais violentas e aí me restou apenas as lágrimas mesmo.
Em pouco tempo eu já chorava de soluçar.
Ele não se comoveu um só instante.
Derepente ele tirou a pica rápido e mandou eu ficar de quatro.
Fiz o que ele mandou e senti ele pincelar a pica no cú e meter direto.
Dei mais um grito e senti suas mãos na minha cintura.
Tentei ir de quatro até a cabeceira e me agarrei a ela.
Apoiei as mão e senti ele usar as próprias pernas para afastar as minhas.
Ele foi se enfinado entra a minha bunda e cravou o pau até o final.
Ouvi ele mandando eu empinar a bunda direito e recebi um tapão na bunda.
Empinei na hora a bunda para ele e esperei ele começar a bombar.
Ele começou a dar estocadas firmes e profundas.
Eu apenas gemia e sentia as lágrimas voltarem a sescorrer pelo meu rosto.
Ele começou a desferir tapas fortíssimos na minha bunda e dizer : Gosta de pica seu viadinho, então toma.
Eu apenas pedia pra ele para de foder.
E toma pica, e toma pica e toma pica, e já sem forças comecei a me entregar de vez.
Sabia que se fizesse ele gozar aquele sofrimento acabaria.
Comecei a me empinar mais pra ele para estimulá-lo, meso as custas de mais dor.
Soltei a cabeceira e afundei o rosto no colchão e afastei bem as pernas.
Senti que ele pegou com mais força na minha cintura.
Queria acabar logo com aquilo e resolvi virar o rosto e olhar pra ele como se estivesse pedidndo por pica, sabia que isso ia excitar ele. Afinal, qual macho não gosta de olhar nos olhos da sua comidinha.
Vi ele sair do apoio nos joelho e ficar de cócoras atrás da minha bunda enquanto bondava no meu cú.
Mai ele estava resistindo, até que pensei em rebolar no pau dele.
Comecei a empinar muito e rebolar e pra acabar pedi, mas pedi sim para ele me dar leite dentro do cú.
Foi aí que seu extinto de macho comedor falou mais alto.
Foi na segunda pedida que senti o pau pulsando diferente dentro do cú e finalmente aquele calor molhado revelou que ele despejava seu esperma dentro do meu cú.
Eu parecia estar recebendo era uma mijada dentro do rabo de tanta porra.
Ele urrou e eu desabei. Seu corpo acompanhou o meu e ficamos ali paradinhos um tempo.
Apenas sentia o pau pulsando cada vez mais lento e diminuindo suas dimensões até poder senti ele escorregar pra fora de mim.
Quando ele tirou seu corpo de cima do meu eu me virei e fiquei sentindo a porra escorrer pela minha bunda.
Enquanto ele tomava banho e usei o lencol da cama para me limpar e quando ele saiu eu me dsepedi e fui embra pra casa.
No banho não pude deixar de sentir o rombo que tinha no cú e acabei me masturbando e gozando bastante pensando em tudo qu tinha sido minha primeira vez.
Quem já passou por isso sabe que não estou mentindo e tudo que senti é o que sentimos quando estamos dando para um homem de verdade por nossa vontade.
Se alguem perguntar se eu estou arrependido, pode ter a absoluta certeza que não há uma gota de arrependimento.



que maravilha adorei isso mesmo se assuma seja você mesma juntas somos muito mais fortes!!