Olá!
Para saberem mais detalhes sobre mim, leiam meu primeiro desabafo “Me apresentando a vocês”. Para resumir: tenho 35 anos, sou bissexual não assumido, apenas passivo para homens, pardo (negro “claro”) , casado com mulher e ela não sabe. O prazer que tenho em dar e mamar é descomunal, é um tipo de prazer não melhor do que com mulheres, mas algo muito diferente.
Bom, como mencionei também no meu primeiro desabafo, comecei a ter relações com homens a cerca de 4 anos. Por muito tempo fui segurando o desejo até o ponto de não conseguir mais. Por ser casado, transo apenas de camisinha, não deixo gozarem no meu cu, nem na minha boca, mas mamo sem camisinha. E sempre realizo exame de testagem depois, antes de voltar a ter relações com minha parceira – embora eu saiba que não é o correto, sempre irei preservar a saúde e a vida da minha parceira de vida.
Era uma semana em que estava de férias e, neste dia, estava cuidando da casa de alguns parentes que estavam viajando, enquanto minha esposa trabalhava.
Levado por muita excitação – mesmo que sentindo também angústia e culpa, pois me via pensando se deveria ou não experimentar sexo com um homem fora do casamento -, baixei novamente o Grindr e, já decidido em tentar algo, fui tomar banho e fazer minha higiene íntima.
Vejam só: eu já havia baixado o app diversas vezes, também utilizava chats, como o extinto Chat Terra e Bate papo UOL. Até aqui, já tinha conversado e feito inúmeras video chamadas com outros homens. Eles mostravam o pau e eu minha bunda. Posicionva o celular e me exibia: embinava a bunda, ficava de quatro, abria, enviafa um dedidnho… os caras iam a loucura e eu também, vendo os machos batendo punheta e gozando para mim…
Voltando para o Grindr, iniciei uma conversa com um cara mais velho, 50 anos, por volta das 14h – vou chamá-lo de Renato. Não tenho problemas com idade, desde que não seja “novinho” ou idoso. Estando na faixa dos 30 a uns 55 anos (sendo bem cuidado), não tem problemas.
Era um homem bem magro, branco, 1,70m, assim como eu, pau médio, solteiro, e morava sozinho (um “prato cheio”). Trocamos fotos (mandei uma minha de 4 e ele ficou doido!), e num misto de tesão e medo, marcamos no apartamento dele para dali a umas duas horas. Como sempre gostei de fazer, mesmo sem nunca ter dado antes, caprichei na depilação do bumbum (embora eu não tenha muitos pêlos nessa região, apenas nas pernas) e após o banho passei bastante hidratante.
Com o coração a mil, peguei o carro e fui. Renato me falou que eu não precisava me identificar na portaria, apenas falar que estava indo para o apartamento de número que ele me passou.
Achei a torre, entrei e subi de escadas, pois, se não me engano, ele morava no terceiro andar.
Bati na porta e Renato me recebeu com um sorriso, pedindo que eu entrasse. Renato era bonito de rosto, magro, barba rasteira, cabelo grissalho, um cara bem cuidado. Pergunta se eu queria beber algo e peço um copo dágua, pois estava com a boca seca de ansiedade (risos).
Renato era um homem muito educado e com um tom de voz tranquilo, um cara sensível, digamos. Não era afeminado, mas não era um homem viríl. Hoje em dia eu prefiro homens mais “masculinos”, mas para uma primeira experiência ele foi um parceiro excelente.
Confesso: foi excitante , mas estranho. O primeiro corpo masculino que chegava perto de mim com intensões sexuais e desejo, o primeiro beijo na boca de um homem. O fato de ter barba e até este momento não ter tanto desejo por beijar homens aumentou a estranheza, mas como sempre me vi disposto a ter novas experiências deixei rolar. Hoje, me conhecendo melhor, curto bastante beijar na boca, mas, de fato, não curto barba – mas não deixo de sair para dar gostoso por conta de uma mísera barba (risos).
Ele tomou a iniciativa, pois obviamente não era a primeira vez dele, se aproximou, me agarrou pela cintura e veio me beijando, e já foi agarrando minha bunda por cima da roupa. Que tesão! Não sei explicar, mas a partir daí agi como se não fosse minha primeira vez: sem nenhuma vergonha, totalmente “solto”, já fui apalpando o pau dele por cima da bermuda, sentindo aquele volume delicioso na minha mão, algo que eu viria fazer diversas outras vezes…
Estávamos na sala e fomos tirando a roupa ali mesmo. Foi a primeira vez em que peguei em um pau e achei diferente do que eu havia imagido. É diferente segurar o membro que não seja o seu. Tive a impressão de ser mais macio do que eu imaginaria. Mas adorei na mesma hora.
Já despidos, nos beijamos mais um pouco e abraçados ele já foi levando as duas mãos para minha bunda lisa, apalpando gostoso. Sonhei por anos isso, alguém pegando na minha bunda, que, diga-se de passaem, é gostosa. Delirei. Ainda mais quando ele foi abrindo minhas nádegas e com um dedo foi encontrar meu cuzinho que naquele momento já piscava de tesão. Ficou ali, passando e forçando um pouquinho a entrada.
Renato, já com o pau duraço, foi sentando no sofá e eu que, novamente, nunca tinha chupado um pau, sem vergonha nenhuma fui me ajoelhando no meio das pernas dele.
Tudo isso eu já tinha imagido e fantasiado um milhão de vezes, logo, não tive muita dificuldade. Mas como eu não tinha falado para ele que seria minha primeira vez, quando fui chegando com a boca perto disse que eu “estava louco de vontade porque fazia bastante tempo que eu não saia com homens”, para ter uma desculpa caso eu parecesse desajeitado (risos). Mas como falei, tantos anos imaginando e vendo porno gay me prepararam razoavelmente para este momento.
Que delícia segurar um pau duro. Segurei firme pela base e observei pela primeira vez um pau que não fosse o meu, duro me pertinho… Olhei as veias e acabeça rosada sem prepúcio… Fui passando a língua pela parte de baixo, indo da base até a cabeça, lambendo um pouco as bolas praticamente lisas dele em em seguida abocanhei meu primeiro pau. Que sensação maravilhosa realizar esse sonho. Mamei com vontade, subindo e descendo a boca naquele pau franco duro enquanto o coroa gemia de tesão: “Hmmm, que delícia…”. Ele não era do tipo que falava muito, embora gemesse bastante e demonstrasse muito tesão. Eu prefiro um sexo com um pouco mais de fala, curto ouvir e falar putaria.
Ficamos ali talvez uns 3 minutos, até que ele começou a se levantar e foi me colocando de 4 no sofá.
Puta que pariu: que tesão foi ficar de 4 pela primeira vez para um homem. Essa já era a minha posição preferida antes mesmo de ter dado pela primeira vez (também é a minha preferida para foder, adoro foder minha esposa rabuda de 4). Sempre me imaginei dando de 4 e tendo o cuzinho cheiroso lambido e chupado , a ali estava eu ofrecendo meu rabo para o Renato que abria minha bunda com as duas mãos e chiava de tesão. Infelizmente ele não meteu a lingua no meu cuzinho, acho que ele não gostava, pois até pedi, mas ele se fez de desentendido (riso) – mas foi o único, todos os outros que me comeram caíram de boca nele.
Ele colocou a camisinha (haviamos combinado antes) e antes de começar a me penetrar com o pau, cuspiu na mão, passou no cuzinho e foi colocando um dedo. Delírei de tesão. Colocou e tirou o dedo algumas vezes, e disse “Vou meter devagarinho, tá?”. Eu só respondi gementedo: “Aham…”.
Segurando o pau com a mão enconstou a cabeça e foi forçando a entrada. Senti a cabeça me arrombar. Acho que pelo nervosismo, embora eu estivesse tranquilo, meu esfincter estava fechadinho e foi difícil entrar. E quando entrou um pouquinho senti um pouco de dor. Pedi para ele passar um pouquinho de lubrificante, que ele já tinha deixado na mesa.
Pegou um gotinha, passou na cabeça do pau, um pouquinho no meu cuzinho e a mágica aconteceu: senti aquele caralho ir deslizando pra dentro do meu cu sem resistência. Gemi igual uma cadela me apoiando na guarda do sofá, com a bunda empinada, meu macho me segurando pela cintura com as duas mãos e com o pau atolado no meu cu. E assim tudo começou…
Renato ficou ali, me comendo gostoso, primeiro mais devagar para eu me acostumar. Enquanto ia, de maneira suave, falando e me perguntando: ” Tá gostoso?”, Tá gostando de dar esse cuzinho?”… “Hm… que delícia”. Como geralente acontece nas transas, Renato começou a aumentar a velocidade e a força das estocadas. E eu respondia e pedia: “Soca caralho…”, “Isso, me arromba, me fode…”. Era um tesão gigante misturado com uma sensação nova, pois embora eu já tivesse utilizado consolos, dar de verdade é diferente.
Depois de me comer de quatro, fomos levantando e, como falei no início, mesmo sendo minha primeira vez eu estava bem “solto” agindo como se já tivesse dado muitas vezes. Dei alguns passos em direção a uma cadeira (era um apartamento de sala e cozinha conjugados), e de pé empinei a bunda, pois queira muito dar de pé. Abrir minha bundinha (como na foto deste relato) e ele já veio me pegando por trás, encaixando o pau de novo e metendo. Meteu Dei gostoso de pé, me segurando na guarda da cadeira e empinando a bunda pra ele.
Bom, resumindo este relato que ficou bem longo, depois ele me legou para a cama, no quarto dele. Ali, me comeu de frango equanto me beijava… me comeu de ladinho, também… só não tive a experiência de sentar – que eu realizaria nas minhas próximas experiências… No final, gozamos quase que juntos.
Como disse antes, Renato era um cara sensível. Disse para eu deitar com ele, o que eu não estava esperando. Na minha cabeça, iria para foder, me vestir e vir embora (risos). Ele estendeu um braço para eu apoiar minha cabeça e ali ficamos uns 5 minutos, nos recuperando e falando amenidades. Para mim. que nunca tinha tido contato íntimo com homens (nem memos amigos tenho o costume de abraçar), foi estranho, ainda mais porque eu não queria proximidade. Mas fiquei um tempinho e logo disse que eu tinha que ir embora.
Ele corcordou super bem, me ofereceu o banheiro, etc. Então, me limpei, me vesti e nos despedimos com um beijo. Nunca mais encontrei ele no Grindr. Talvez tenha se mudado, sei lá.
Ao voltar para casa minha cabeça estava a mil. Ali estava eu, tendo realizado um desejo tão natural e normal, mas contido a tantos anos. Senti que eu tinha encontrado uma parte minha, pois me vi sendo totlamente eu naquele ato sexual, sem tentar ensaiar ou performar nada. Ao mesmo tempo senia culpa, pois havia traído minha esposa, algo que eu nunca teria desejado, se pudesse.
Ao mesmo tempo que eu pensava que tinha sido muito, muito bom, cogitava nunca mais voltar a fazer. Mas, no fundo, eu sabia, que a culpa iria passar e a voltade louca de dar iria voltar. E foi o que aconteceu. Depois de Renato, conheci outros 7 caras.
– O que acharam? Gostaria de saber se desejam ler meus outros relatos. Eu ficaria feliz em compartilhar e mais ainda se souber que ficaram excitados lendo esse.
– E caso tenha ficado muito longo, podem me alertar que resumo mais os próximos.
Um grande abraço!
--- Criado com nosso formulário simples e amigável. Você já desabafou hoje?




Olá..tb sou bi passivo e já passei por coisas assim!!..adoro que o macho enterre todo dentro e quanto maior melhor!!..
Vai atualizando!!!..bjo
É uma das melhores coisas da vida!
Que luxo
Prontinha e disponível para o anal hein gato
Adorei seu relato! Impossível não ficar de pau duro. Invejinha do bem da sua experiência.
Obrigado pelo retorno! Irei postar outros relatos.
Sou coroa casado tenho 70 anos e tenho essa vontade não consigo encontrar alguém acima de 60 anos para realizar esse desejo
Sou de BH meu e-mail [email protected]
Se você não pode se expor, utilize aplicativos, sites como o D4 Swing, ou chats
Então, queria eu ter uma história como a sua pra compartilhar com você. Gostei imensamente do seu relato.
Muito obrigado! O que gostaria de fazer e nunca fez?
Então, sou um um coroa casado, fiz quase tudo, embora poucas vezes meu receio é exposição, mas tenho uma vontade enorme de fazer tudo de novo.
Belo conto! Deu até vontade