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AMOAMO

Cdzinha agenciada

Vou desabafar sobre o dia que fiz programa com uma trans e um cliente dela, uma história que já faz alguns anos.

Bem, eu tinha uns 21 anos e a cada seis meses, mais ou menos, costumava marcar programa com essa trans, que me montava de cdzinha e depois me traçava; ela sempre falava sobre um casal liberal que curtia aventuras com meninos vestidos de menina, mas eu não entendia muito bem, pois não sabia que havia homens que curtiam cdzinhas, nem mesmo sabia direito o que era uma cdzinha.

Até que um dia resolvi aceitar, sendo que liguei pra trans e, após me apresentar dizendo “oi, sou o rapaz que curte me vestir de mulher, bla bla bla, eu queria ver aquele negócio de dar pro casal…”, ela disse “ah, vamos fazer sim, vc curte dar, né? Gosta de chupar? Gosta, sim, lembrei, aquele dia não largava a minha rola (realmente ela havia me deixado um tempão ajoelhada mamando haha).

Assim, marcamos pra um sábado de tarde, sendo que passei a noite inteira anterior me depilando, ficando lisinha pro tal casal, que na verdade a trans acabou falando que era o homem mesmo que iria me pegar e que a mulher não iria. 

Quando cheguei no apartamento da trans, ela pegou o valor do programa, sendo um valor pelo meu programa e outro a parte do cliente dela que eu estava pagando pra me comer, tendo me levado pro banheiro pra começar a fazer a minha make, coisa que sempre rolava quando eu fazia programa com ela.

Assim, após finalizar a maquiagem (batom, lápis, pó e td mais que tive direito), a trans me botou uma langerie super sexy, espartilho e umas botas enormes que iam até o joelho, sendo que ficamos fazendo carão e posando na frente do espelho. Ainda rolou uma chamada de vídeo pra esposa do cara, que me adorou e falou que eu estava super feminina e que o marido dela iria adorar; também brincou que ele iria me arrombar e que ela não tinha coragem de fazer anal com ele pelo tamanho da rola, coisa que eu achava que ela falava só pra alimentar as coisas (spoiler: não era! Rsrs).

Quando cheguei no quarto, o safado era meio grandão estilo macho mesmo, peludo e com apenas a rola enorme depilada, sendo que ele estava deitado sorrindo e se masturbando. Já eu, toda depilada, maquiada, langerie, bunda de fora e o pinto escondido no meio das pernas, que não achavam nem se procurassem.

Bem, enquanto passávamos ao lado da cama, eu vi o tamanho da rola e brinquei “nossa, que rola grande, será que eu aguento?” Sendo que a trans respondeu “minha filha, se nem aguento isso, mas hoje é com você mesmo” hahaha, tendo ela me colocado no pé da cama e me mandado rebolar, enquanto me dava uns tapas na bunda e me mostrava pro cara, que continuava se masturbando e curtindo aquela puxação de saco e rasgação de elogios pra ele e a rola dele.

Assim, a trans me botou de joelhos no chão e comecei a chupar aquela verga grande e grossa, sendo que eu me engasgava, babava e tentava enfiar na boca em vão, pois era muito grande; já a trans me pegava pela nuca e empurrava minha cabeça contra a rola, dizendo “vai, engole, olha pra cara dele e baba que ele gosta”, sendo que ela mesmo cuspia na rola e enfiava minha boca lá, fazendo também eu lamber o saco dele e encará-lo com cara de puta (a legítima baba ovos hahaha). Chegou um momento que ele mesmo se soltou e começou a brincar, falando coisas tipo “bem que você falou que ela gosta de mamar, quando pega a mamadeira não para”.

Muito tempo depois, quando eu já havia mamado ajoelhada no chão, na cama com a bunda empinada e, também, na janela, o rapaz me colocou de frango assado, com a trans segurando minhas pernas, e começou a pincelar meu cu, que ficou totalmente trancado de medo. Aí, ele, com uma experiência incrível de macho comedor mesmo, começou a me orientar pra que eu relaxasse o cuzinho, que ele iria se abrir sozinho; dito e feito, o gostoso começou a botar a cabeçorra, que entrou macia sem me machucar nadinha. De repente, a trans disse “olha só, entrou tudo, passa mão e sente só as bolas pra fora”, ao passo que eu passei a mão e sorri pra ele quando vi que havia aguentado aquela rola inteira no meu cu e apenas as bolas estavam estacionadas na minha bunda.

Então o macho começou a socar e fazer uma delícia de vai e vem no meu cu, me fazendo gemer muito, sendo que baixou a minha calcinha e começou a punhetar o meu pintinho mole. Apesar dele não ter endurecido eu fiquei com um tesão enorme com a cena, que era ele todo macho com aquela rola grande me comendo e eu toda menina com o pintinho mole e ele me punhetando com dois dedos em pinça, pois aquela mãozorra era muito grande pra uma coisinha tão pequena.

Após um tempão me comendo, eles começaram a trocar frases mexendo comigo, tipo a trans falava “viu como é apertada, é quase virgem, só eu comi ela até hoje” ao passo que ele rebatia “então tá arrombada, teu pau também é grande”, o que era verdade. 

Após um tempão me comendo, ele falou que estava se segurando pra não gozar, sendo que falei que também quase não aguentava mais. Então a trans me botou ajoelhada e me fez mamar até o macho gozar na minha boca, sendo que eu engoli e limpei a rola dele com a boca enquanto eu mesma abaixava a minha calcinha e me punhetava ajoelhada mesmo até ficar de pau duro e gozar bem ali, arrombada e mamando a rola.

Finalmente agradeci e fui pro banheiro tirar a make e me limpar; a trans foi junto me ajudou, sendo que eu percebi que estava oca e dolorida, tendo dito “nossa, pelo jeito vou passar a semana inteira dolorida e sem poder sentar” ao passo que ela falou “vai mesmo, mas é bomm” e eu rebati sorrindo “é sim!”, tendo dado um abraço de carinho nela.

Depois de me vestir, a trans me levou pra porta do apartamento e eu dei tchau pro rapaz, tendo apertado a mão dele e dito “olha, da minha parte eu gostei muito”, tendo ele falado “sim, sim, foi muito bom” e sorriu. 

Quando eu estava saindo do apartamento eu percebi de alguma forma que, quando a trans retornasse, após me despachar, o rapaz iria pagar ela pelo programa. Então percebi que, após eu ter pagado por mim e por ele, ela iria receber um valor dele também.

Cara, aquilo me deu muito tesão, afinal alguém estava pagando pra me comer, eu estava sendo agenciada, sendo que naquele momento eu era uma puta no sentido mesmo da palavra. 

E foi dessa forma que eu fui embora arrombada e feliz.

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Escrito por dani.cdzinha024

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