Faz tempo que eu não posto entao resolvi compartilhar mais uma historia agora so que uma mais antiga ainda
Eu fico relembrando as coisas da minha vida com a cabeça mais tranquila. Lá em 1973 eu tinha 31 anos, era uma mulher separada do meu marido mas a gente ainda se encontrava como amigo. Eu gostava mesmo era de balada grande, de multidão, de som alto, de me sentir viva. Ia muito na boate Symbaloo ou ( zimbaloo ) aquele lugar que enchia de gente
Naquele dia eu tinha colocado aquele salto super alto, daqueles que deixavam a perna esticada e a bunda empinada. Dancei a noite toda
Quando tocou “Vira Vira” do Ney Matogrosso, eu já estava com umas bebidas na cabeça
cuba libre que o diga
e me soltei de verdade. Dançava rebolando, suando, o pé escorregando dentro da sandália de tanto calor e tanto movimento. Mas eu nem ligava, mulher da minha época não ficava com essas frescuras
Quando a balada acabou, fomos embora pra minha casa. Eu sentei no sofá, cansada, o pé latejando e super suado Ele sentou do meu lado, todo chucro, com aquele bigode grosso que ele usava…
Eu, só de raiva e maldade acumulada da separação, olhei pra ele e mandei seco: “Faz alguma coisa útil pra mim, tira esse salto do meu pé.”
Ele olho com cara de bravo ja mas tirou
Eu, sem pensar duas vezes, esfreguei meu pé suado bem na cara dele. Senti o bigode fazendo cosquinha na sola. Ele com aquele ar de machao puxou a cara pra tras com tudo e eu voltei e tentei passar o pe na cara dele de novo e tentou tira meu pe da cara ficou bravo na hora, com aquela voz grossa de homem: “Ô Nilza, vai passar esse pe com esse cheiro chulezento na minha cara mesmo? Qual é o seu problema?”
Eu dei uma risada debochada, cruel, e respondi: “Ah vira homem. Se tá suado o problema é seu, não sou eu que tô cheirando. O problema é teu.”
Ele se levantou todo no ódio pra ir embora. Foi aí que eu vi o volume grande marcando na calça dele.
Só de zuera, eu chamei ele de volta. Fiz ele chegar perto e passei meu pé suado por cima da calça e subi bem em cima do caralho. Eu mesma abri o ziper dele e ja aponto pra mim pingando um pau preto, grosso, cabeça roxa, daqueles que quando fica duro e melado chega a brilhar
Eu comecei a bater punheta com o pé, esfregando a almofada do pe devagar, como se estivesse lustrando a cabeçona dele Ele ficou parado, respirando pesado.
O homem se empolgou. Começou a meter no meu pé, gemendo feito um bicho, segurando meu tornozelo
Eu sentia ele latejando, quente, a cabeça roxa escorregando na sola do meu pé suado.
Ele deu uma gemida gostosa e gozou tanto que deixou meu pé todo branco, melado, escorrendo aquele porra quente com aquele cheiro forte
. Escorria pelos dedos, pelo calcanhar… deu até uma saudade agora que eu tô contando.
Depois ele foi embora. Eu fiquei ali um tempo, depois tomei banho, deitei umas meia hora e saí pra trabalhar ainda com ressaca
Coisas que só se fazia naquela época mesmo. A gente era mais livre, mais bruta, mais sem frescura


