Meu nome e Lodia sou negra baixinha e magrinha mas nao afino pra homem nao KKKK o ano era 2011
Eu estava começando a namorar um cara bem alto, branquelo, com seus 1,90m, enquanto eu me viro com meus 1,67m. Naquela época, eu já desfilava com minhas sandálias Melissa
bem antes de virar modinha geral entre 2013 e 2014.
Até aí, tudo bem na rotina do casal: semanas de trabalho, encontros na casa dele ou em hotel
Mas tinha um detalhe que estava me tirando do sério. Ele sempre exigia que eu chupasse o o pau dele mas na hora de retribuir o favor? Zero interesse
Comecei a juntar aquela raiva silenciosa, esperando o momento exato para dar o troco. Para piorar, o bendito tinha uma língua gigante que simplesmente se recusava a usar direito.
Chegou o mês do show do Pixote. O dia estava abafado, um calor infernal. Já fui entrando no clima da maldade e calcei a minha Melissa. Terminamos de nos arrumar e saímos duas horas mais cedo, porque o lugar era longe pra caramba.
Chegando lá era 22:30 por ai
joguei o estresse pro alto: bebi, pulei, dancei e curti o show do começo ao fim.
Quando voltamos para casa era 6 da manha eu já estava no fogo, no tesão e o mais importante no ódio. A conta ia chegar.
Me joguei no sofá e mandei a ordem seca:
Venha me lamber… já.
Ele começou com a choradeira de sempre. Não pense duas vezes: levantei, encarei firme e falei:
Anda logo, e faz com vontade, hein.
Vendo que não tinha saída, ele bufou:
Tá bom… por onde quer que eu comece?
Olhei para baixo, levantei os meus pés e soltei a sentença
Tira a minha Melissa e lambe
Mas antes, cheira meus dedos.
Ele obedeceu, cheirou e deu aquela recuada típica de quem sentiu nojo. Não deu tempo. Segurei firme na cabeça dele e apertei contra o meu pé
Agora você vai lamber e limpar todo esse chulé que tá aí.
O coitado parecia que ia vomitar a qualquer segundo, e eu me segurando para não gargalhar. Ele limpou meu pé direitinho. Quando achou que ia finalmente subir para a buceta, eu virei o jogo: fiquei de quatro no sofá e mandei a letra:
Agora meu cu. Lambe aí.
Ele começou a passar a língua só na bordinha, com aquela língua gigante. Eu perdi a paciência e mandei:
— Vai com gosto, vai fundo, fundo!
Entre o álcool, o calor e a raiva acumulada, acabei soltando um peido na língua dele que fez até barulho de vento soprando
e com o bônus aromático das bebidas da noite.
Ele deu um grito:
—Pelo amor de Deus, Loh, não faz mais isso, não! Kkkkk!
Ainda não tinha acabado. Mandei ele lamber minha buceta naquela mesma posição, de quatro
Só que, enquanto ele tentava obedecer com o nariz colado bem perto do meu cu, soltei outro silencioso e mortal fedorento q nem eu aguentei
Foi o limite: ele largou minha bunda
saiu correndo pro banheiro e sumiu por uns dez minutos.
Era só ter feito o básico desde o início. Como não quis por bem, aprendeu da pior forma possível.


