Continuando!
Virei a escrava sexual, a submissa, a esposa, a mãe vadia do meu filho, na noite do seu aniversário, isso depois de meses sendo usada, abusada e treinada por ele (leiam o primeiro relato pra entender).
Meu filho com seu pau enorme grosso me fez gozar como eu nunca tinha gozado na vida, me render a esse tabo, sentir a dor e prazer com meu filho, sentir ele gozando no fundo do meu útero me fez ficar completamente louca por ele. Amor de pica fica, isso nuca foi tão verdadeiro!
Depois da primeira noite juntos, que por sinal não dormimos, ele me usou a noite toda, perdemos o café da manhã do hotel, nos arrumamos e saímos para comer algo fora, meu filho deixou claro que eu iria usar a coleira o tempo todo, na coleira estava escrito “mãe vadia do filho”, fomos a uma padaria, sentamos e tomamos nosso café da manhã. Não pude deixar de notar algumas pessoas olhando pra mim e pra coleira, mas eu tinha decidido que nada disso teria importância nessa minha nova vida.
Depois fomos para a praia, eu estava usando um biquíni minúsculo que meu filho tinha me dado, meu seios são grandes, tanto os mamilos quanto o biquinho, minha bunda também é grande e minha buceta é aquilo que é chamado de capô de Fusca, então eu estava muiito exposta.
Ficamos duas horas ali, meu filho passou bronzeador em mim, e passou a mão em todo o meu corpo, até dedilhando minha buceta, que por sinal estava ardendo de tanto que foi usada, mas eu continuava melada, meu filho apenas disse que a tarde teria uma surpresa pra mim. Voltamos ao hotel, almoços, descansamos um pouco, fiquei na expectativa do meu filho me usar, mas ele parecia tão calmo, não aquele homem feroz da noite anterior, deduzi que tinha algo a ver com a surpresa.
No meio da tarde ele mandou eu me arrumar pra ir a praia, mas disse que seria outra praia. Ele tinha alugado um carro, demorou quase duas horas pra chegarmos aquela praia, no início não vi nada demais, mas bastou andarmos uns 10 minutos e entendi, era uma praia de nudismo. Sentamos num quiosque e ele apenas disse:
– mãe vadia, você sabe que nós vamos ficar nus, vamos andar pela praia e eu vou te foder em algum canto!
– filho não é perigoso?
– você acha que seremos o primeiro casal a transar numa praia de nudismo? Ou mesmo a primeiro casal de mãe e filho a transarem nessa praia?
Eu sabia que faria tudo que ele quisesse, não não porque tinha escolhido isso, mas porque ele sabia exatamente como me usar, passou meses me tornando essa mulher/mãe submissa e viciada nele, de chantagem emocional a dor e prazer.
Entramos na área de troca, já saímos das cabines nus, de mãos dadas como qualquer casal, a única coisa que eu usava era a coleira. Andamos pela praia e depois paramos um pouco e curtimos a água, abraços e beijos, a cada minuto meu medo reduzia e meu tesão por ser fudida aumentava. Meu filho me pegou pelas mãos e começamos a caminhada, chegamos numa parte cheia de árvores e ele me levou pra trás de uma, ainda de frente para o mar, era uma das primeiras árvores, depende de onde a pessoa estivesse, ela nos veria facilmente, meu filho me beijava, apertava minha bunda, meus mamilos, minha buceta, que por sinal estava louca pra ser fodida mais e mais.
Meu filho me fez ajoelhar e chupar aquele monstro, que agora eu teria que venerar. Engolir ele inteiro naquela posição era impossível, mas meu filho forçava o pau dentro da minha boca, depois ele me colocou apoiada árvore e colocou seu pau enorme na minha buceta, sentir ele entrar devagar era uma tortura. deliciosa, quando ele segurou nos meus ombros e enfiou o que faltava com força, eu gozei, minhas pernas tremeram, eu gritei, gemi descontroladamente, olhando para os lados, para o mar e sendo fodida a céu aberto pelo meu filho, pelo meu Dono, eu só sabia pedir mais e mais.
Meu filho continuava me comendo, até que avistou um casal e disse:
– olha mãe, tem alguém vindo, não se esconda, não abaixe a voz, uma puta deve ter orgulho de ser uma puta!
– eu tenho filho, eu nunca vou esconder!
Meu filho acelerou as estocadas, minha buceta ainda não tinha acostumado com aquele pau enorme, nuca se acostumou, ainda bem, é maravilhoso!
Meu filho me fodida falando alto que eu era a sua mãe e eu segui o exemplo e deixava claro que era o meu filho, o casal passando olhou algumas vezes para nós, eu gozei pelo menos mais 3 vezes até meu filho encher minha buceta de porra. Fiquei ali, apoiada na árvore, com o pau e a porra do meu filho dentro da buceta, depois de alguns minutos caminhamos no sentido de volta, minha buceta vermelha e escorrendo porra, mesmo que não desse pra ver direito eu sentia e ficava imaginando as pessoas me olhando.
Sentamos novamente num quiosque, pedimos um suco e lanche, ambos nus na frente de todos. Quando busquei um segundo suco, a moça do balcão me perguntou:
– isso é verdade? – apontando pra coleira!
– sim, aquele homem comigo é o meu filho e somos um casal, eu sou a mulher dele.
Ela fez aquela expressão de incredulidade, do tipo “que? Verdade? Não consigo acreditar”, peguei o suco e voltei para a mesa. Acabamos nosso lanche, ficamos mais alguns minutos ali, meu filho foi até o balcão, pagou e voltamos ao carro e depois ao hotel, tomamos banho, eu dei banho no meu filho/homem/dono, depois assistimos um pouco de TV e cochilamos um pouco, a noite fomos ao restaurante do hotel e mais tarde fui usada e abusada várias vezes a noite, nuca tinha feito tanto sexo em um intervalo tão curto, nunca tinha gozado tantas vezes e nada tão forte quanto com meu filho, não tenho como negar que ele ser meu filho, o pau enorme e ele ter me feito de escrava sexual é a combinação pra isso.
Passamos mais alguns dias assim na praia, transamos outras vezes na praia de nudismo, eu jamais tirava a coleira, ao voltarmos pra casa, lá estava a marca que ela deixou!
Acho que segunda-feira que vem poderei contar mais sobre minha vida!
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Essa é mesmo uma relação muito especial. Fazer a própria mãe de cadela, deixando ela louca por isso.
Não sei porque ,mas tô começando a ter impressão que essa história não é verdadeira e que se trata de um conto fantasio; papo (furado). A primeira postagem parecia mentira, mas essa segunda postagem significa que está forçando a barra para que todos aqui acredite nessa demência de história. Quer meu conselho: vá a um local ou templo religioso fazer umas orações que você tá precisando. Tenho certeza que você não faz ideia do que significa o inferno; tão pouco os tormentos que esse lugar pode causar.