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Transar em qualquer lugar

Alguém aqui já transou no primeiro encontro? Eu tinha acabado de me divorciar e acabei no Tinder. Os primeiros encontros foram decepcionantes por vários motivos. O principal era a mentirinha. Os caras pareciam príncipes nas fotos, mas quando chegavam, pareciam uns jacus. 

Então fiquei mais seletiva, até que achei alguém que me despertou respeito. Conversamos muito, trocamos telefonemas e resolvemos nos encontrar num lugar neutro. Escolhi um centro comercial próximo do meu trabalho, mas longe de tudo que me fazia referência. 

Não lembro o motivo, mas achei que o local funcionaria aos domingos e me enganei. Quando cheguei lá, vi que estava tudo fechado e o encontro aconteceu do mesmo jeito. Ficamos do lado de fora, vendo vitrines, sentamos um pouco, conversamos…

A tarde caiu rápido, escureceu e nem vi a hora passar. O assunto estava tão bom, a companhia dele me agradou muito e não tardou para que a gente se abraçasse e trocasse carinhos. Eu estava na seca e beijo na boca me deixa louca. Sem contar que as mãos dele me ameaçavam o tempo todo. Eu estava bem vestida para a ocasião, não tinha nada de fora. Mas a mãozinha toda hora resvalava abaixo da cintura.

O tesão chegou, não neguei, mas precisava me controlar. Pedi para que fôssemos para o ponto de ônibus (ninguém tinha carro). Ele me acompanhou. E o lugar era em frente a uma construção. Havia uma pilha de tijolos na frente e uma entrada feita de tapume muito mal colocada. Havia inclusive uma torneira aberta vazando um filete de água. Chamei e ninguém apareceu. 

A noite já estava caindo e entramos lá para fechar a bendita torneira. Ele entrou comigo, me abraçou, me beijou e mão boba pra todo lado. Parei de reclamar, deixei e pensei que aquilo seria bom pra nós dois, mas que não passaria de uma brincadeira. 

A coisa ficou séria quando ele colocou as mãos na minha bunda por baixo do vestido e puxou a minha calcinha. As mãos dele eram a melhor coisa que tinha me acontecido nos últimos meses e as aceitei. Aquela esfregação me deixou excitada, a minha cabeça parou de pensar e nisso, o ônibus passou. Demoraria mais uma hora até que outro viesse.

Entramos para dentro da casa. Não tinha nem laje ainda. Estava tudo limpo, sem ninguém. A gente se olhou e sabíamos o que queríamos. Não havia conforto, nem lugar pra sentar. Mesmo assim demos um jeito.

Ele tirou a minha calcinha, me fez alguns favores e eu devolvi. E chegamos naquele momento de decisão, olhando um para o outro, quando ele puxou um preservativo do bolso, rasgou com os dentes e mostrou para mim. Eu coloquei, ajustei e fiquei virada para a parede. Deu tudo certo.

Foi uma transa tranquila, sem muito vigor, mas satisfatória. A minha pepekinha estava na pior e quando sentiu o pau dele, engoliu e sorriu feliz.

Essas imagens são prints de um vídeo caseiro: antes, durante e depois 🙂

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Escrito por Profa

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