Para começar, preciso dar um contexto: Dalva é amiga da minha mãe, e fazia parte da minha vida havia tanto tempo que eu não conseguia lembrar exatamente quando comecei a enxergá-la de maneira diferente. Durante muitos anos, ela simplesmente foi a amiga da minha mãe, uma mulher que aparecia em casa, conversava durante horas, ria alto quando alguma coisa realmente a divertia e sempre me tratava com uma intimidade carinhosa.
Com o passar dos anos, aquela admiração mudou. Quando cheguei à adolescência, já não conseguia fingir para mim mesmo que aquilo era apenas carinho. Eu a desejava, me masturbava pensando nela e imaginando como seria transar com aquela mulher. Isso me deixava completamente confuso, já que Dalva tinha quase 60 anos, e eu era adolescente.
Era uma diferença absurda quando colocada em números. Mesmo assim, quando pensava nela, números eram a última coisa que me vinha à cabeça kkkkkkkkk
Eu só conseguia pensar naquela mulher!! Dalva tem cabelos loiros, pele bronzeada, coxas grossas que chamavam minha atenção sempre que ela usava shorts, peitos medios e uma bunda gigantesca. Ela não tentava parecer jovem, mas ainda assim me atraía justamente por ser tão diferente das outras mulheres, principalmente, pensava no jeito como ela me tratava.
Dalva sempre fora extremamente carinhosa comigo, mexia meu braço como se estivesse masturbando enquanto conversávamos, abraçava-me pela cintura, bagunçava meu cabelo. Durante muito tempo eu me perguntara se existia alguma coisa escondida naqueles gestos ou se estava simplesmente interpretando como desejo aquilo que, para ela, nunca passara de carinho.
Eu precisava descobrir, mas só resolvi ter uma atitude verdadeira quando completei 18 anos. Alguns dias após o meu aniversário, eu resolvi ir até o apartamento que ela morava, parei diante dele, meu coração parecia bater na garganta. Nem sabia o que pensar e quase fui embora.
Minha mão chegou a tocar o bolso onde estava meu celular, eu poderia inventar qualquer desculpa depois, dzer que tinha passado por perto, que pensara em visitá-la e acabara desistindo. Mas estava cansado de só ficar fantisando.
Toquei o interfone, falei para o porteiro que iria visitar a Dalva, informei o andar em que ela morava e ele internofonou para ela. Poucos minutos depois, eu ouvi passos do outro lado e Dalva apareceu. Fez questão de descer até a portaria para me recepcionar
– Roberto?
Ela sorriu imediatamente e meu nervosismo piorou kkkkkk
– Oi, Dalva.
– Menino, o que você está fazendo aqui?
– Posso entrar? Vim te fazer uma visita.
Ela franziu ligeiramente a testa, provavelmente percebendo que havia alguma coisa diferente comigo.
– Claro.
Entrei, pegamos o elevador e fomos até o apartamento dela. Eu conhecia aquele apartamento, mas naquele dia tudo parecia diferente. Talvez porque soubesse exatamente por que estava ali.
A cozinha era pequena. Um balcão separava o espaço onde ficava o sofá da parte com o fogão e a geladeira. Mais adiante ficava o quarto, com a cama, uma estante e a televisão. O banheiro completava o pequeno imóvel. Entramos e Dalva fechou a porta.
– Aconteceu alguma coisa?
– Não.
– Tem certeza?
– Tenho.
Ela apontou para o sofá.
– Então senta.
Sentamos lado a lado. Foi aí que percebi como aquilo seria mais difícil do que imaginava, já que Dalva sentou-se perto, perto demais.
Eu conseguia sentir seu perfume, observar pequenas coisas que normalmente passariam despercebidas, alguns fios de cabelo caindo perto do rosto, as marcas naturais da idade em sua pele, seus olhos escuros me examinando enquanto tentava descobrir por que eu estava tão estranho. Ela tocou minha perna e eu já fiquei exitado na hora.
– Roberto?
Meu corpo inteiro ficou tenso.
– Fala comigo.
Olhei para a mão dela e depois para seu rosto.
– Dalva… eu vim aqui porque preciso contar uma coisa.
Ela retirou lentamente a mão.
– Você está me assustando.
– Não é nada ruim, fica tranquila.
Respirei fundo.
– Eu gosto de você.
Ela sorriu.
– Eu também gosto de você, Roberto.
Balancei a cabeça.
– Não desse jeito.
O sorriso desapareceu e ela ficou em silêncio Pela primeira vez desde que entrara naquela casa, consegui encará-la diretamente.
– Eu estou falando que gosto de você da forma como um homem gosta de uma mulher.
Dalva ficou completamente imóvel.
– Roberto…
– Eu sei.
– Você acabou de fazer dezoito anos.
– Eu sei.
– E eu tenho sessenta e quatro.
– Também sei disso.
Ela levantou-se, meu coração despencou, meu pau já estava duro igual pedra, mas por alguns segundos achei que tinha acabado de cometer o maior erro da minha vida. Dalva caminhou até o balcão e apoiou as mãos nele.
– Desde quando você pensa nisso?
– Faz tempo, não sei. Eu só sei que você é especial para mim, e agora agora eu sou adulto, precisava te contar o que eu sinto.
Ela virou-se.
– Sua mãe me mataria.
Apesar do nervosismo, soltei uma pequena risada, Dalva também riu, mas logo ficou séria novamente.
– Você entende a situação em que está me colocando?
– Entendo.
– Não acredito que você esta entendendo.
Eu me levantei tentando disfarçar a ereção.
– Então me explica.
Ela me encarou.
– Eu conheço você desde criança.
– Só que eu não sou mais criança.
– Eu sei.
Sua resposta saiu baixa, eu dei um passo em sua direção e ela não recuou.
– É justamente por isso que vim falar com você agora – continuei. – Não quero ficar imaginando coisas. Não quero passar anos pensando no que teria acontecido se eu tivesse simplesmente falado.
Dalva continuou me encarando.
– E o que exatamente você espera que aconteça?
Meu coração acelerou novamente, meu pau já não se aguentava.
– Eu quero te beijar.
Dalva respirou fundo.
– Só isso?
Eu não consegui esconder o sorriso.
– Para começar.
Ela balançou a cabeça, incrédula.
– Você ficou corajoso.
– Demorei muito tempo pra ter essa coragem.
– Eu percebi.
Ficamos em silêncio até ela se aproximar. Dalva ergueu uma das mãos e tocou meu rosto, dessa vez não havia como interpretar aquele gesto como algo casual.
Seus dedos passaram lentamente pela minha bochecha e chegaram ao meu cabelo.
– Sempre gostei desse cabelo – disse ela.
– Eu sempre soube.
– Convencido.
Ela sorriu, minha mão encontrou sua cintura,
Dalva não afastou minha mão. Aproximei meu rosto, ela ainda poderia parar aquilo, mas não parou.
Quando nossos lábios finalmente se tocaram de leve, senti como se todos os meus pensamentos que tinham me acompanhado até aquela porta desaparecessem de uma vez. Não existia a possibilidade de eu ter interpretado tudo errado.
Naquele instante existiam apenas nós dois. O beijo foi cuidadoso, quase uma pergunta, segundo não.
Dalva segurou meu rosto e me beijou novamente, dessa vez sem hesitação e enfiou a língua em minha boca. Passei os braços ao redor de sua cintura e a trouxe para perto de mim, pressionando meu pau duro em sua barriga.
Era estranho perceber que aquilo estava realmente acontecendo, já que eu havia imaginado aquele momento tantas vezes que a realidade parecia impossível.
Afastei o rosto apenas o suficiente para olhar para ela, ela estava sorrindo.
– O quê? – perguntou.
– Nada.
– Já se arrependeu?
– Nem um pouco.
Ela riu.
– Então por que está me olhando desse jeito?
– Porque eu ainda estou tentando acreditar.
Dalva passou a mão pelos meus cabelos.
– Acreditar em quê?
– Que isso esta acontecendo.
– Você veio até minha casa se declarar e agora está surpreso porque nos beijamos?
– Quando você fala assim parece fácil.
– Eu sei que não foi fácil.
Aquela resposta me deixou sério.
– Então por que você aceitou?
Dalva demorou alguns segundos.
– Porque você entrou aqui como um homem decidido a me contar o que sentia. E porque…
Ela parou.
– Porque?
– Porque eu sempre quis te beijar.
Meu coração disparou, beijei-a novamente enquanto tirava meu pau da calça, peguei a mão da Dalva e coloquei em meu pau.
– Está dão duro.
Ela começou a me masturbar. Enquanto nos beijamos e ela me masturbava, caminhamos (quase sem perceber até o quarto. Quando as pernas dela tocaram a lateral da cama, eu parei, olhei para ela, Dalva entendeu imediatamente.
– Quer mesmo transar comigo?
– Quero muito.
Ela segurou minha camisa.
– Eu estou perguntando de verdade.
– Eu também estou respondendo de verdade.
Dalva puxou minha camisa devagar. Eu a ajudei a tirá-la. Por alguns segundos ficamos apenas nos olhando até que ela começou a beijar meu peito, eu acariciava seus cabelos loiros enquanto beijava sua cabeça.
Ficamos assim por quase um minuto, até que chegou a minha vez. Minhas mãos encontraram a barra da roupa dela, Dalva levantou os braços, era a autorização de que eu precisava, Joguei sua camisa ao lado da cama.
Seu sutiã era meio rosa com lilás, eu abaixei ele, sem tirar, e comecei a chupar um peito enquanto acariciava o outro. O mamilo era marrom, era uma delícia chupar aqueles peitos, porque mesmo caidos, eram moles e macios.
Parei de chupar o peito, virei e tirei o sutiã de vez. Olhei para sua bunda e dei um tapa, ela se virou e voltamos a nos beijar até dar uma pequena pausa e Dalva percebeu que eu estava nervoso.
– Ei.
Olhei para ela.
– Não precisa provar nada para mim.
– Não estou tentando provar.
– Está sim.
– Talvez um pouco.
Ambos rimos e ela me puxou para perto.
– Então para.
Ela se ajoelhou, abaixou meu short, terminou de tirar a minha cueca e começou a me mamar. Eu estava alucinando e mexia em seus peitos. Ela mamou por quase 5 minutos, mas eu não estava mais aguentando e soltei:
– Eu vou gozar, Dalva!!
Dalva parou de mamar por um segundo e disse
– Pode gozar na minha boca, meu amor.
Nisso ela passou a lingua nas minhas bolas e voltou a mamar até que eu gozei. Não senti a boca da Dalva soltar o meu pau até eu terminar de gozar. Quando terminei, cai para trás na cama.
– Não aguenta mais?
Dalva me perguntou enquanto engolia toda a minha borra, eu estava muito ofegante, mas consegui responder.
– Só uma pequena pausa… Enquanto isso… Me deixa fa…. fa… fa… Fazer você gozar… também
Levantei um pouco, joguei ela na cama e puxei o shorte que ela estava vestindo, não cheguei a tirar a calcinha, ela estava de calcinha branca, comecei a beijar a buceta dela por cima da calcinha mesmo até que tirei e puds observar sua linda buceta, estava com uma pequena moita, mas mesmo assim, estava uma delicia.
Passei um dedo no grelo, depois enfiei dois dedos e comecei a chupar. Sentia os pelos dela entrando no meu nariz e fazendo cócegas, chegava até a incomodar, mas eu não ligava. Chupei aquela buceta por pouco tempo, menos tempo do que ela me chupou, até conseguir fazer ela gozar. Dalva ficou muito ofegante, o gozo dela era uma delicia, enfiei meus dedos em sua buceta e coloquei em minha boca, depois comecei a lamber suas coxas por um tempo até que senti que estava pronto para penetrar.
Puxei as pernas dela até a beira da cama
– Posso?
Ela apenas balançou a cabeça em sinal de sim. Dei umas pinceladas na buceta enxarcada dela com a cabeça do meu pau até enfiar e sentir a buceta mais quente que eu já comi. Dalva estava gemendo alto, eu tinha começado a chupar seus peitos mas resolvi beijar ela para que ninguém pudesse ouvir o que estavamos fazendo.
Não conseguia pensar em outra coisa, nem pensei em mudar de posição, ficamos assim por muito tempo até eu não aguentar mais.
– Dalva… Eu vou gozar…. de novo!!!
– Goza dentro, quero sentir seu leite dentro de mim.
Jorrei tudo dentro dela, continuei dando algumas bombadas por um tempo, até que ela falou para dormirmos juntos de conchinha, deitei ao lado dela e nos abraçamos.
Acordamos horas depois, eu olhei para o teto, Dalva estava ao meu lado, comecei a fazer um carinho em seu rosto, ela acordou e começou a rir e nos beijamos.
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Só um conto..nada disso aconteceu real!