Eu confesso que sou prostituta profissional. Na casa onde exerço a minha atividade, nos é dada orientação para procurar atender nossos clientes em tudo que pedem, para justificar o preço que cobramos. A regra é atender da melhor forma que pudermos, até mesmo além do normal, para que nossos préstimos valham efetivamente aquilo que recebemos.
Minha colega tem um cliente idoso, que diz já estar com o seu desempenho prejudicado. Para tentar alguma coisa, recorre às mais variadas fantasias, principalmente a de ser humilhado pela mulher, o que o excita e lhe dá prazer.
Visando atender suas fantasias, minha colega certo dia me convidou para fazermos um programa a três.
Aceitei e fiquei conhecendo esse cliente, mais velho, mas extremamente educado, simpático e atencioso.
Nunca me senti tanto na obrigação de dar o máximo de mim.
Na fantasia de humilhação, minha colega batia em seu rosto e dava ordens do que deveria fazer. Depois segurou seu saco, apertou um pouco e ordenou que ele me chupasse e me lambesse. Fiquei de quatro e de costas, enquanto ele atendendo as ordens da minha colega chupava minha bucetinha e lambia o meu cuzinho.
Aquilo fugia ao normal. Eu desfrutava do carinho da língua de um homem submisso, que tentava fazer com que eu sentisse o sexo, como na verdade, naquele dia eu senti e me deu muito prazer, tanto no que fazia na frente e principalmente no que fazia por trás, que eu nunca fizera e não estava acostumada.
Mas me veio uma dor na consciência. Apesar da profissão de vadia, algumas de nós têm princípios éticos, que nem sempre coincidem com os da consciência do cidadão comum. Eu não me sinto bem, ainda que me dê prazer, usufruindo da fantasia de submissão de um homem, que ali está por não conseguir mais desempenhar suas funções sexuais de macho.
É verdade que é ele que pede e procura a fantasia de ser humilhado, como compensação de sua deficiência. Mas me vem à cabeça que terminada a função, ele deve sair deprimido de tudo que fez e a que se submeteu.
Por isso, eu penso que da próxima vez que eu for procurada por aquele senhor, não vou realizar as fantasias de submissão que ele me pedir, mas dar tudo de mim para que ele consiga realizar-se efetivamente como macho, gozando dentro de mim, como é normal que aconteça.



Eu creio que vc nao o satisfara agindo assim, pois creio que o fetiche dele e examente o que a tua parceira faz com ele…
Edi
Na minha juventude conheci um baiano que tirou uma mulher da zona e se casou com ela.