Eu confesso que sou noivo de uma moça, a quem amo. Bonita, trabalhadora, honesta, simpática e dedicada.
Minha futura sogra aparentemente é muito jovem. Alegre, participativa, linda de rosto, corpo perfeito, a ponto de meus amigos brincarem que eu estou com a filha, mas de olho na sogra.
Outro dia, meu sogro e minha noiva viajaram e deveriam retornar no domingo. Fui à casa de minha noiva para esperá-la.
Levei uma garrafa de caipiroska, para tomarmos enquanto esperávamos meu sogro e minha noiva.
Minha sogra não bebe, mas resolveu me acompanhar , pois a caipiroska mais parecia uma limonada, do que uma bebida alcoólica.
Pura ilusão, pois, rapidamente subiu, sem que percebêssemos. Repetimos várias vezes. Estávamos à espera, quando o telefone tocou e meu sogro informou que não puderam embarcar e que só voltariam na quarta-feira.
Sugeri que tomássemos um último cálice. Não nos policiávamos mais. A mãe de minha noiva sentavasse muito a vontade, deixando suas pernas a mostra . Não era nada proposital, mas decorrente de um relaxamento resultante da bebida, a qual não estava acostumada.
Mas aquilo me excitava. Resolvi despedir-me. Quando fui dar o abraço de despedida, não resisti e beijei a sua boca.
Meio assustada, mas sob os efeitos da bebida, ela correspondeu e me disse que sempre tivera atração por mim. Continuamos a nos beijar, eu aos poucos tirei sua roupa, ficamos nus e transamos. Fizermos de tudo e até mesmo sexo oral.
Na manhã do dia seguinte, eu estava trabalhando, quando o telefone tocou. Era minha futura sogra, dizendo que precisávamos conversar sobre o que acontecera e que jamais poderia ter acontecido. Pediu que eu fosse a sua casa.
Eu a atendi e imediatamente fui encontrá-la. Lá ela me disse que estava desesperada com o que fizéramos, mesmo porque ela jamais havia traído seu marido. Pediu para esquecermos completamente, fazer de conta que aquilo nunca havia acontecido, para que nada de anormal pudesse afetar meu noivado com sua filha.
Concordei em imaginar que nada acontecera e em passarmos uma borracha sobre aquele fato lastimável. Assim combinado, fui despedir-me. Como levado por uma força estranha, sem que eu tivesse sobre mim qualquer domínio, subitamente, tornei a beijá-la. Ela me disse que não podíamos fazer aquilo, que seria uma indignidade e uma traição com seu marido e com sua filha. Mas que não conseguia se controlar, que estava gamada por mim e, então, não mais por força dos efeitos da bebida, mas por força da libido e da tesão, transamos de novo, como nunca antes eu havia transado. Apesar de querer resistir, ela se entregou completamente.
Estou sem saber o que fazer.


Mantenha o que foi sugerido pela sua sogra. Aconteceu, aconteceu de novo, mas passou e foi bom pra ambos.
Com a chegada de sua namorada e do seu sogro, tudo volta ao normal.
Vida que segue !!
Se fosse eu continuaria comendo a sogra no sigilo. Já que é noivo me casaria e continuaria comendo a sogra. Converse com ela e proponha continuarem no sigilo.
Fica na sua e toca a vida! O que aconteceu fica entre vcs dois em sigilo de ambos!