Eu confesso que sou casada, tenho 38 anos, uma filha com 16 anos, com um namorado de 21 anos.
Minha filha namora há cerca de dois anos e desde a primeira vez que ele veio aqui em casa achei que ela havia acertado em cheio, escolhendo um rapaz atraente, gentil e prestativo. Ela é bonita de rosto, mas dizem que um pouco sem sal. Até brincam comigo dizendo que eu também sou bonita, mas que tenho o tempero que ela não tem, porque meu corpo transmite sensualidade.
Sempre o namorado da minha filha vem passar os fins de semana conosco e ficamos na piscina ao fundo, nadando, tomando sol e bebendo alguma coisa. Tornou-se íntimo e transita livremente por toda casa.
À medida que ele passou a freqüentar minha casa e a piscina, minha atração foi crescendo, a ponto de eu brigar com a minha própria consciência. Aquele corpo atlético e o volume que se formava dentro de sua sunga me excitavam.
Não conseguia tirá-lo de minha cabeça e às noites para me aliviar, mesmo com meu marido deitado ao lado, sem que ele percebesse, comecei a me masturbar pensando no namorado da minha filha.
Há cerca de dois ou três meses, em um fim de semana, meu marido e minha filha saíram cedo para visitar uma tia que chegara de viagem, para que pudessem voltar e tomar o sol na piscina que estávamos acostumados.
Fiquei só e resolvi tomar um banho no banheiro social, já que o chuveiro do que serve ao meu quarto estava com defeito.
O banheiro sai por um corredor e, como eu estava sozinha, quando terminei, saí apenas envolta em uma toalha branca. Logo que saí no corredor inesperadamente, trombei com meu futuro genro, que havia chegado e devia estar procurando o banheiro, vestido também só com a sunga. No susto, minha toalha caiu e fiquei totalmente nua em sua frente, sem saber o que fazer.
Foi por ato instintivo e impensado que ele me agarrou e beijou minha boca, sem que eu conseguisse oferecer a menor resistência. Só depois de um longo beijo é que eu consegui dizer apenas: Não.
Inútil, porque eu estava entregue. Ele me arrastou para o quarto ao lado, me jogou na cama, me beijou de novo, me penetrou e me encheu de amor.
Depois disso, ninguém imagina o que minha cabeça virou. Chegaram meu marido e minha filha, fomos para a piscina. Eu não conseguia participar da conversa e tudo que eu dizia não fazia o menor nexo.
Bateu um remorso por ter traído meu marido e minha própria filha, o sentimento mais destrutivo que eu já conheci. Eu não me encontrava, não participava de nada e, sem que percebessem, eu chorava o tempo todo.
Mas isso não foi suficiente para matar o desejo. Poucos dias depois, ele me procurou e insinuou que queria de novo. Eu disse NÃO, que não mais aconteceria, mas ele sentiu que eu estava mentindo.
Não só estava mentindo, mas lutando desesperadamente contra meu desejo.
A situação está insustentável.
Não sei se induzo minha filha a não mais namorar esse rapaz, pois ele a está traindo, o pior, comigo, ou se procuro esquecer, torcendo que ela seja feliz, mas com a quase certeza de que não vou conseguir resistir e me entregar de novo a seu namorado.


Beneficiado foi esse genro!
Ora, seja feliz, porque a vida é para ser vivida e amor e sexo são muito bons.
Eu também, por muito tempo tive vontade de comer minha sogra e isso para mim era indiferente, porque minha então esposa também dava pra qualquer um.
A sogrinha também não me era indiferente e cheguei a vê-la algumas vezes curtindo uma gostosa siririca depois de algumas iinsinuações. Infelizmente não rolou, mas, se tivesse rolado, não teria o menor arrependimento.
Uau, que delicia, que genro sortudo kk