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Ceder a uma tentação?

Eu confesso que sou casada há 3 anos. Meu marido é um homem bom, mas está desempregado. Sempre fui fiel. Eu trabalho e sou eu que tenho sustentado nossa família. Por isso preciso muito do meu emprego. Não temos filhos.
No trabalho sou muito reservada, pois tenho fama de atraente, sensual, bonita e gostosa. Por isso me reservo para não dar margem a paqueras. Apesar disso, elas ocorrem, quer no trabalho, quer na vizinhança e até mesmo entre amigos, a despeito de me vestir com discrição e sobriedade. Minhas amigas dizem que meu corpo, meu rosto e meu jeito de andar atraem os homens, independente do modo com que me vista.
Outro dia, para comemorar o êxito da empresa em que trabalho, houve uma confraternização no sítio do nosso gerente. Fui com meu marido e lá estiveram meus colegas e até mesmo o Presidente.
Lá todos ficaram muito a vontade. O consumo de bebida não teve limite. Bebemos além do normal. Meu marido ficou de porre, o que me envergonhou. Mas eu também havia bebido, estava eufórica, como todos os outros sem exceção.
Tiveram que levar meu marido à cidade mais próxima, para que ele pudesse ser socorrido de seu pileque.
Eu fiquei sem condução para voltar para casa. Estava muito difícil, até que o Presidente da empresa se ofereceu para me levar.
Eu relutei, mas ele insistiu, dizendo que ele também teria que voltar. Acabei aceitando.
Devia ser aproximadamente 11 horas da noite, quando saímos do sítio em direção à cidade. Quando estávamos na estrada, no meio do caminho, caiu um toró que nos obrigou a parar. Não se via nada e o vidro estava embaçado. Naquele momento, ele procurou pegar uma flanela que estava no recipiente da minha porta. Inclinou-se e, quando a procurava, ficou debruçado sobre meu corpo. Por um momento ficamos paralisados. Mas,logo a seguir, ele olhou dentro de meus olhos e beijou minha boca. Eu fiquei atônita, sem saber o que fazer. Mas também havia bebido e acabei por retribuir aquele beijo.
Ali ficamos uns 20 minutos nos beijando. Ele acariciou todo o meu corpo, abriu minha blusa, beijou meus seios, alisou minhas pernas, me deixou molhadinha. Mas não transamos.
A chuva melhorou e seguimos nosso caminho.
No dia seguinte, quando cheguei ao trabalho, sobre minha mesa havia uma rosa, acompanhada de um cartão com dizeres discretos, mas que me emocionaram. Era meu patrão, o presidente da empresa.
Eu estava desorientada, pois apesar de não termos transado, eu me sentia traidora de meu marido. Mas aquele bilhete me desequilibrou.
Nele havia uma proposta, indagando se eu aceitaria me tornar sua mulher, largando meu marido.
Meu marido é bom, mas é desorientado, sem ambições e acomodado. Não mostra a menor força para reagir às dificuldades.
Já meu presidente, além de mais bonito, inteligente, lutador, tem uma situação financeira que me traria conforto e segurança para o resto da vida.
Além disso, pela pequena experiência que tive naquele carro, sexualmente é muito mais excitante que meu marido.
Tive e tenho tesão por ele.
Por isso, estou muito tentada a aceitar seu convite e a deixar meu marido.

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Escrito por Anônimo

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4 Comentários

  1. História..vc não ama.seu marido.. apenas gosta dele..vc já tem admiração..por seu chefe..vc já fez errado de entrar no carro.ok..melhor separa do seu marido..do que magoa-,lo..mas seu chefe..do que te comer..mais.. uma vítima dele..

  2. Sendo como contastes, parece-me precipitacao…
    Ele pode ate ter se referido a “mulher” como sinonimo de femea, de amante.
    Ou pode ser tambem um conto de fadas e teres achado o princepe encantado.
    Apenas te assegura de nao estar devaneando e acabar por trocar o certo pelo duvidoso.
    Seja feliz.

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Confesso que ador ser corno

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