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Eu morro de ciumes, mas…

Morro de ciumes, mas…

É verdade. Somos casados já ha coisa de oito anos. Um casal comum, nem lindo nem feio, bem apessoados. Eu sou do tipo grandão, ela é miúda. Tem uma bunda linda. Tipo tomate. Um sorriso franco e aberto.
Desde que nos conhecemos fiquei triste em saber que ela não tinha orgasmo. Apenas se fosse masturbada.
Assim, por minha educação e cultura, dei a ela toda a liberdade, sempre que tivesse vontade de transar com quem ela senti-se vontade.
E assim isso passou a ser parte de nossa vida.
Nós dois temos e sempre tivemos uma vida sexual super ativa. Transamos todos os dias. Em casa, no carro, no trabalho, em cinemas ou na praia.
Vez ou outra ela me avisava que estava com tesão de sair com alguém, um outro qualquer e La ia ela.
Eu ficava em casa e esperava, preocupado, por sua volta.
Como vivemos peto da praia, é pára lá que ela ia em suas caçadas.
A noitinha quando casais ou solteiros saiam para passear pelo calçadão por causa do calor.
Sempre que ela voltava, vinha com um sorriso safado e faceiro dizendo: Meu bem, eu trouxe um presentinho para você.
Na hora eu ficava louco de tesão , íamos para a cama, e quando colocava a mao em suas coxas, podia senti-las meladas, cheinhas de porra. A calcinha também toda melada.
Daí começávamos a trepar furiosamente, ela sempre me cavalgava. Pois dizia que assim sentia que podia estar me comendo. O que ela sempre fazia com todos os homens.
Ele me deixava louco de tesão , mas me ameaçava se eu gosa-se sem ela deixar.
O que ela sempre fazia comigo era me comer. Sim com seu dedo médio, enfiava ele na sua buceta toda cheia de porra e depois no meu cu. E assim me masturbava e ai sim dizia que eu podia gosar.
Claro sempre gosava como louco. Morria de tesão e ai ela sentava em minha cara, e esfregando sua buceta gritava que era para eu limpar tudinho. Não deixar uma gota.
Não deixar nada da porra do macho que a tinha comido. Claro sempre obedeci, pois isso me aumentava ainda mais o tesão. Ai eu conseguia ficar novamente e pau duro e ela me chupava para gozar na sua cara.
Minha confissão é de que com o passar do tempo eu comecei a obrigá-la a sair quase todos os dias para ir trepar com alguém. O que ela nem sempre tinha vontade. Mas, fazia dizendo que era por mim.
E também com o passar do tempo, percebi que a cada saída dela, eu ficava mais e mais ciumento. Um ciúme louco e opressivo. Mas, nunca disse nada a ela.
Pois ao mesmo tempo morria de tesão esperando por sua volta. Sempre com aquele sorriso maravilhoso e safado. Dizendo: meu bem, meu amorzinho tenho um presentinho para você.
E assim, tudo recomeçava novamente. Eu com ciúmes, e ela com a buceta toda melada e cheia de porra. Dos garotos da praia.
Estou escrevendo e esperando que ela volte. Quando ia saindo me disse que hoje tinha algo especial: eram três garotos para ela comer ao mesmo tempo. E que meu presente seria muito maior que os anteriores.

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Escrito por Anônimo

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