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orgia em tambaba

Eu confesso que viajei com a minha esposa para a praia de jacumã na Paraiba; já no clima local, pela proximidade da praia de tambaba, minha mulher perguntou o que eu achava de irmos conhecer a praia de nudismo de tambaba. Inicialmente achei estranho, mas para não parecer preconceituoso, concordei. No dia dia seguinte bem cedo, partimos para a praia levando uma barraca. para entrar somente nu. Um pouco constrangido tirei a roupa e minha mulher também. Começamos a caminhar pela praia nús, à procura de um local para armamos a barraca. durante a caminhada observei muitas pessoas idosas, estrageiros, e outros casais; poucos apetitosas. Gostosinha mesmo só a minha mulher. Armamos a barraca e fomos dar um mergulho. Passado o constragimento, passei a observar que a minha mulher estava chamando bastante atenção. Nada falei, mas senti que ela também sentiu, e demostrava estar com bastante tesão. Voltamos à barraca, onde estendemos as toalhas e deitamos para bronzear um pouco. Não demorou muito, aproximou-se um homem, oferecendo uma cerveja, e questionando se era a nossa primeira vez na praia; confirmamos. Em seguida, sem apresentar nenhum pudor, sentou-se ao nosso lado, deixando os orgãos genitais totalmente a mostra, que por sinal, deixou-me bastante impressionado, pois tinha, apesar de mole, mais do dobro do tamanho do meu, que quase se escondia. Acho que minha mulher estava mais impresionada ainda, não conseguia tirar os olhos, o que era percebido pelo visitante. Minha mulher já descontraida, e mostrando uma cara safada, pediu-me para que buscasse no bar mais cerveja para tomarmos e oferecermos ao agora amigo gentil. Sentindo o clima, sai com aquela sensassão que não deveria, mas fui prevendo o que poderia acontecer, o que, não sei porque, estava me deixando muito excitado. Ao retornar, depois de aproximadamente uns 20 minutos, não avistei ambos próximo à barraca, e logo pude constatar o que havia acontecido, estavam dentro da barraca no maior amasso. Já que estava na chuva, molhei-me, e nada fiz. Escuntando os seus gemidos e palavras pronuciadas sem nexo, onde podia entender apenas palavras como “gostoso”, “meu macho”, “enfia este cacetão gostoso em minha buceta”, “meu corninho deixa”, … Minha vontade já era de entrar e participar da orgia. Mais uns 20 minutos, gruidos de gozo, abriram a barraca; ele saiu suado, olhou-me um pouco sem graça, mas satisfeito, disse que iria no mar. Minha mulher já sem nenhum pudor, chamou-me de corninho gostoso, pedindo que entrasse na barraca, pois queria mais. Entrei, e sem pensar muito, pois já estava quase gozando de tesão, cai de boca naquela boceta peladinha e toda melada da porra do amigo oportunista, e posso confessar, estava uma delicia. Suguei tudo, enquanto ela dizia que eu era o marido corninho muito gostosinho e que o seu macho tinha uma pica deliciosa e que ela estava querendo mais, se eu podia chamá-lo de volta. Nem precisou, pois ele já estava do lado de fora, ouviu e abriu a barraca e entrou, deitando do lado dela. Ela levantou-se sentou-se sobre ele, que já estava com o mastro mostruoso duro como uma rocha, esperando por ela, que ainda pediu para que eu o conduzisse à sua boceta, acanhado e peguei aquela pica enorme pelo meio, pois sobrava outro tanto fora damão, e direcionei para a sua bocetinha, que já estava pingando de tesão. Enquanto a pica entrava na boceta, eu ainda dei algumas punhetadas para ajudá-lo entrar. Transloucada, arqueou o corpo para trás, e pediu-me que chupasse a sua boceta enquanto era vigorosamente penetrada pelo, naquele momento “nosso macho”, pois para chupá-la, tive que também chupar aquela pica, que não demorou muito a jorrar mais porra naquela boceta gulosa e também na minha boca. Em seguida ele deitou desfalecido ao meu lado, enquanto minha mulher passou a chupar o meu pau, restando-me apenas aquela pica já mole, e melada de porra, para limpar. Acho que jorrei um quilo de porra na boca da minha mulher, que engoliu tudo. Todos satisfeitos, fomos os três tomar um inocente banho de mar para revigorarmos, momento em que o nosso amigo, agradeceu, falando que esta foi a forma mais gostosa que encontrou para recepicionar novos visitantes da praia de nudismo. Ele ainda deu a entender que a barraca e como se indicasse que o casal estava disposto a relação aberta, o que motivou a sua aproximação. Na viagem de volta para o hotel nada falamos, ficamos mudos, cada qual, com os seus pensamentos. Até hoje não tocamos no assunto. Vivemos a nossa vida como se nada tivesse acontecido.

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Escrito por Anônimo

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