Vivo um dilema muito serio na minha casa, tenho 23 anos, trabalho e estudo.
Moro com a minha mãe e meu padrasto há muitas anos.
Desde pequena eu sempre tratei meu padrasto como um pai, sempre conversando, dando presentes..até que de uns tempos pra ca as coisas mudaram…
Já faz alguns meses que ele vem me tratando diferente, sempre querendo ficar perto de mim, sempre se preocupando comigo, eu fiquei confusa, já que sempre tratei essa situação com inocencia, achando que era minha imaginação..
Nunca cheguei ao ponto de pensar que ele estava com tesão em mim… até que semana passada.. quando eu acordei e fui na cozinha para tomar meu café da manhã, ele veio falar comigo.. eu estava de virada para pia e ele encostou em mim..começou a esfregar na minha bunda…eu fiquei chocada e ao mesmo tempo muito excitada… não me mexi, ele esfregou em mim e passou as mãos nos meus peitos…eu fiquei com muito tesão e ao mesmo tempo me sentindo um lixo! já que eu estava traindo a confiança da minha mãe..
Ficamos assim por uns 5 minutos, até que ouvimos minha mãe vindo para cozinha e ele saiu de perto de mim… eu já estava muito excitada…
Depois que ela saiu da cozinha e ele veio novamente atras de mim, ele tentou me beijar mas eu recusei, ele levantou minha blusa e começou a chupar os meus peitos, estava uma delicia, eu estava cometendo a maior loucura da minha vida, me sentindo pessima, mas não conseguia parar, já que eu queria ao mesmo tempo…o clima começou a sair do controle e eu me afastei.. encerrei por ali…
Sai da cozinha e fui para o meu quarto..fingindo que nada estava acontecendo…
Eu não vou transar com ele, mas toda vez que passo perto dele, ele quer passar a mão em mim, me beijar e eu tento recusar…mas acabo sempre deixando ele passar a mão em mim, chupar os meus peitos.. ele fala que sou linda e eu fico tentada a me entregar!
Não fui para cama com ele ainda.. mas n sei o que faço.. estou pensando em ir para casa do meu pai ficar um tempo por lá, senão vou acabar transando com meu padrasto dentro da minha propria casa…
Agora eu me sinto pessima, pela minha mãe e pelo tesão que sinto por uma pessoa que eu sempre vi como meu segundo pai.

