Eu confesso que foi a coisa mais marcante que fiz em toda minha vida. Ainda sindo como se estivesse acontecendo. Fecho os olhos e revejo as senas em seus detalhes mais saborosos. Durmo e revivo em sonhos que me fazem suar de tesão.
Ontem eu conheci um rapaz numa loja de informática. Ele estava procurando o mesmo que eu – um sistema operacional alternativo. Acabamos comprando o Fênix Extreme. Ao sairmos da loja, juntos, conversamos bastante sobre várias questões envolvendo o Windows, no que ambos já estávamos saturados. Eu confesso que sempre tive uma caidinha para o outro lado, apesar de jamais demonstrar isso. O fato é que o rapaz e eu parecíamos “alma gêmeas” de tão parecidos. Papo vai, papo vem e… de repente, ele perguntou se eu não queria dar um pulinho na casa dele para instalar o sistema. Percebi que isso era só uma desculpa. Mesmo assim eu fui. Enquanto eu instalava o sistema em seu computador, ele preparava uma caipirinha, o que eu adoro. Logo vinha ele com os dois copos na mão. Percebi o quanto ele olhava para minas partes íntimas – tanto a frontal quanto a dianteira. Então ele se abaixou do meu lado, olhando para o monitor com a desculpa de querer aprender. Mas, com isso, ele ficou com o braço apoiado em mina perna direita. Eu poderia permitir aquilo ou não, só dependendo da minha atitude. Mas deixei. Como ele havia tido a iniciativa, resolvi retribuir, virando mais a perna em sua direção.. Meu coração me dizia: É hoje que você vai dar esse cú pela primeira vez. Nesse momento, ele pôs seu copo sobre a mesinha do computador e, discretamente, meio que receoso, desabotoou a minha bermuda, levando sua mão esquerda até meu pênis sob a cueca. Após alguns minutos ele colocou meu pau para fora e começou a pagar aquele boquete delicioso. Enquanto ele mamava minha piroca, eu fui tirando a camisa e me levantando. Então nós ficamos nús e nos dirigimos para a cama. Eu chupei a piroca dele com tanta vontade e desejo que, não fosse ele me pedindo para ter calma, o teria feito gozar. Então ele se movimentou Fazendo menção de me penetrar. Eu fiquei de quatro para ele, dizendo ser virgem – o que ele não acreditou -, pedindo que ele fosse paciente comigo. Tudo bem! Meu cú já havia sido preparado para aquele momento, de tanto que eu ja havia introduzido objetos roliços nele. A sensação dele lambendo meu ânus, empurrando para dentro dele sua saliva, de modo a lubrificá-lo, é algo indescritível de tão maravilhoso. Alguns minutos depois, eu pedi para ele botar logo – meu cú já piscava de vontade de ser penetrado. Ele atendeu o meu pedido, penetrando seu caralho inchado e vermelho, com a ajuda de sua destra, em mu cú virgem. Primeiro a cabecinha, no que ele botava, deixava um tempinho e, em seguida retirava, tornando a repetir o feito por umas cinco vezes, empurrando um pouco mais a cada vez. O rapaz levou uns vinte minutos nesse entra e sai, que quase me fez gritar de tesão, até, finalmente, atingir o limite de seu pênis. Assim que atingira o fundo do meu cú, ele parou de empurrar, fazendo sua pica latejar lá dentro por alguns minutos. Enquanto isso, nós nos beijávamos ardentemente. Sem eu menos esperar, ele me pegou de surpresa e começou a socar e socar e socar, sem tirar muito a piroca. Tempo depois ele socava mais intensamente, de tal maneira que, por duas vezes o caralho dele chegou a sair e reentrar imediatamente, no que eu litteralmente gritei, não de dor, mas de tanto tesão. Eu não sabia se gritava, se ria, se chorava, se beijava ele ou o ordia. Enfim, eu estava totalmente dominado. Ou melhor, dominada por aquele rapaz. Então, ele removeu seu pênis de meu cú, me posicionou de modo a ficar literalmente com o cú virado para o teto e, logo em seguida, de pé sobre a cama, ele botava e tirava sua deliciosa piroca de meu cú, fazendo movimentos aleatórios, de modo a arrombá-lo. Eu por diversas vezes olhava para traz, tentando ver meu cú sendo “fudido” por ele. Nós já estávamos fodendo por uma hora e meia. Então ele deixou só a cabecinha dentro do meu rabo e começo a se masturbar dizendo: – Eu tenho um presentinho pra você, você quer? Eu não aguentei de tesão e gritei: – Goza dentro do meu cú! Joga muito leite lá dentro. – Mas ele não me atendeu. Ao invés disso, ele removeu a rola, e me chamou, pedindo que eu caísse de boca. Mais que depressa, eu meti a boca naquela piroca robusta que já estava babando. Foi o tempo exato dele gozar em minha boca. Gozou por uns vinte e cinco segundos, jatos consistentes, que eu, gulosamente, engolia fazendo aquele barulhinho de garganta. Foi a primeira vez que alguém comera o meu cú e gozara em mi. Nós nos fodemos por quase cinco horas. Uma delícia sem fim.

