Eu confesso que tudo começou com aquela brincadeira de criança: ‘Bento que bento é o frade/na boca do forno/tudo que seu mestre mandar/faremos todos/Se não fizermos/levaremos bolo’ – éramos quatro casais de amigos, na faixa dos 30 aos 50 anos, curtindo o final de semana na chácara de propriedade de um dos casais e que fica situada nos arredores da cidade em que todos nós moramos. Nós já tínhamos passado o dia todo comendo churrasco, bebendo, conversando, rindo, ouvindo musica e tomando banho de piscina… Foi quando não lembro exatamente quem puxou a conversa sobre brincadeiras de nossa infância e foi ai que tudo começou. A principio com prendas bobas do tipo virar um copo duplo de vodka, etc., mas aos poucos a coisa foi esquentando e tomando o rumo da sacanagem… E depois de trocas de beijos entre parceiros diferentes, topless e strip-tease tanto das mulheres quanto dos homens acabou rolando sexo e troca de casais! Mas por fim, ainda seguindo o espírito da “brincadeira”, o casal donos da chácara foram assumindo o papel de dominadores e o restante de nós de submissos… Sempre bebendo muita vodka, whisky, gim e rum, ou seja, mantidos em permanente estado etílico e de excitação pela noite a dentro logo os três homens e as três mulheres eram forçados pelo casal anfitrião a todo tipo de promiscuidade homossexual e a sim quando a madrugada chegou éramos três escravos viados e três escravas putas lésbicas do nosso casal de senhores, que a essa altura já nos disciplinavam, nos humilhavam e nos castigavam. A orgia sado/maso continuou por toda a madrugada e o dia já estava clareando quando nós seis semi-conscientes ou inconscientes e nus fomos amontoados e um quarto e casal acabou de nos foder te todas as formas! Dormimos o dia inteiro e quando acordamos, uns vomitaram, outros cagaram, outros estavam morrendo de sede e todos estávamos famintos e com uma brutal ressaca moral! O casal anfitrião então apareceu e nos mandou tomar banho e só depois nos deixou comer e beber. Eles também não tiveram o menor dó de nós seis e nos mostraram fotos nossas levando pica e nas situações mais humilhantes e degradantes! Um dos casais começou a chorar que nem crianças e imploraram pra que nós não comentássemos com ninguém sobre o comportamento libidinoso deles e o mais rápido que puderam recolheram suas coisas e foram embora da chácara. Então o casal anfitrião nos olhou e perguntou se mais alguém queria ir embora ou se continuaríamos a servi-los como seus escravos e escravas sexuais. Nós quatro nos entreolhamos e nos colocamos de joelhos diante dos nossos senhores. Já faz um ano e três meses que nos reunimos todos os finais de semana na chácara para servirmos aos nossos donos e senhores. Durante esse tempo todos nós através de sites de sado/maso aprendemos mais sobre esse estilo de vida e nos libertamos de nós mesmos e consensualmente aceitamos ser cativos do prazer como escravos e escravas de nossos donos e senhores.

