Eu não me lembro muito bem, talvez devido a idade, talvez pelo trauma sofrido. Era o primeiro ano da escola, e como muitos não conseguia me adaptar. Em sala de aula não entendia direito os dizeres da professora, pois ficava na expectativa do recreio. Porem não era para brincar com os colegas e fazer travessuras costumeiras. No intervalo ficava parado próximo a porta da sala de aula, não me enturmava com os meninos. Era na verdade sempre o motivo de perseguição dos colegas, costumava no final das aulas apanhar de um ou outro. Com o tempo fui crescendo e cheguei a quarta série, devia ter uns 12 anos, meio atrasado pois vez ou outra desistia de estudar.
Certa tarde depois da aula dois alunos me esperaram depois do portão o maior me provocou e sem reação minha, partiu pra cima de mim e me bateu, a turma ficava olhando e rindo da minha humilhação. Achando pouco o rapaz me ameaçou falando que no outro dia iria me bater de novo.
No dia seguinte não fui na aula com medo de uma nova surra, porem não poderia parar de estudar e portanto o jeito foi encarar mais um dia de aula.
Quando cheguei no colégio o Pedro foi logo falando para Paulo:
– Hoje ele veio, vai ter pau.
Pedro ficava rindo do meu medo. O tormento durou até o final da aula quando os dois me esperaram fora do portão.
Com medo fiquei até mais tarde esperando que ele fossem embora. Já era cerca de 13:00 hrs quando pensei que não havia mais
ninguém, sai do portão e segui rumo ao caminho de casa. Porem no meio do caminho Pedro e Paulo me seguiram e começaram a me provoca, davam tapas na minha nuca, me chamavam de mulherzinha, viadinho, ficam rindo e chutando a munha bunda.
_Olha Pedro, o viadinho tem um bundão. falou Paulo rindo.
– É mesmo Paulo até que a bundinha dele é gostosa, vamos comer ele.
Pensei que era apenas mais uma provocação porem Pedro me sugeriu:
– E ai, se você der o rabinho, a gente não bate mais em você.
Na hora não sabia o que fazer, porem sabia que iria apanhar de novo?
Tentei andar mais de pressa porem os meninos me levaram para um terreno abandonado, que ficava atrás da escola.
Paulo me deu um murro na barriga e depois um tapa na cara, enquanto Pedro me encostava no muro e falava:
– E agora viadinho vai dar pra gente ou que apanhar mais?
Em seguida Paulo tirou se membro para fora que estava ainda mole e começou a me forçar para que eu chupasse.
Virei o rosto de um lado para o outro, mas ele pegou minha cabeça e encaminhou a vara em direção a mina boca.
Comecei a chupar o seu pau que logo cresceu e endureceu dentro de minha boca. Passei a masturbá-lo e mamar aquela rola.
Pedro vendo a sena logo ficou de pau duro, baixou a minha calça e começou a acariciar minha bunda, forçando para que eu ficasse de quatro.
Tentei evitar porem, Pedro começou a bater na minha bunda falando baixinho em meu ouvido :
– Abaixa logo que eu vou comer esse seu rabinho virgem.
Em seguida o safado passou a língua em meu anel. Acabei por ceder a sua vontade e fiquei de quatro empinando a bunda pra cima, na espera de ser enrabado.
Estava chupando ainda a rola de Paulo quando sentir o membro de Pedro entrando, fortemente arrombando meu cuzinho. A dor foi imensa e não pude nem gritar pois o pau de Paulo estava entalado em minha boca.
Fiquei gemendo a cada socada de Pedro, sofrendo com a dor que teimava em não aliviar. Parecia que o sofrimento seria eterno, que ele nunca iria ficar satisfeito.
Até que enfim Pedro gozou dentro de mim. Sentir um liquido quente entrando dentro do meu rabo e aliviando a dor que sentia.
Pensei que havia terminado porem agora era a vez de Paulo, que sem falar gesticulou com a mão mandando eu virar a bunda para ele me enrabar.
– Não já tá doendo, eu não aguento mais. Assim falei e me levantei, tentando levantar as calças.
Porem Paulo era maior e mais forte que eu, me empurrou de frente para o muro e falou:
– Fica quieto se não vai apanhar de novo.
Pressionando-me contra o muro começou a enfiar se pau no meu anel. A cada socada de Paulo eu soltava um gemido de dor. Porem a dor foi aumentando pois ele começou a acelerar e enfiar a rola com mais força. Na medida que ele aumentava o ritmo eu comecei a chorar de dor. Até que enfim o safado gozou e encheu minha bunda de porra.
Fiquei deitado no chão de bunda pra cima, chorando baixinho esperando a dor passar. O vento aliviava a dor pois meu rabinho estava ardendo, parecia em brasa, pegando fogo. Paulo e Pedro foram embora rindo da molecagem.
No outro dia não fui pra aula fiquei em casa, cuidando dos ferimentos.
Porem na segunda-feira tive uma grata surpresa: Pedro e Paulo não implicaram comigo, na verdade foram até gentis. Pela primeira vez passei o recreio sem medo.
No final da aula, ao sair do portão lá estavam eles, me esperando. Baixei a cabeça e continuei a andar querendo sair discretamente porem eles me seguiram e chegando perto do terreno abandonado, Paulo fez sinal para que eu entrasse. Com medo segui prontamente a sua ordem. Já sabendo o que me esperava abaixei as calças e fiquei de quatro aguardando meus algozes.
– Olha só que bundinha gostosa. falou Paulo. – Já está aprendendo.
O danado do menino já veio tirando seu membro para fora e enfiando a rola em minha bundinha.
Desta vez eu aguentei calado e não soltei nem um gemido de dor.
Em seguida foi a vez de Pedro que me fez chupar seu cacete até ele ficar bem duro.
Não queria apanhar portanto fiz tudo o que eles queriam, na posição de frango assado, de quatro, de bruços, levei rola de todas as formas até que eles gozaram juntos em minha cara, fazendo com que eu limpasse com a boca seus cacetes viris.
– Amanhã tem de novo. Disse Pedro. – Se não quiser apanhar.
Novamente eles foram embora sorrindo.
Durante uma semana eu saia da escola e já caminhava para o lugar e esperava meus novos amigos. Já estava acostumando com o meu destino.
Na outra semana já estava não aguentava mais levar tanta rola. Então na saída do colégio resolvi que não atenderia mais a vontade de Paulo.
– Não vai não? – Então vai ser pior.
Paulo começou a me bater junto com Pedro, me deram tantos murros que fiquei com a cara toda inchada.
No outro dia, aceitei que deveria fazer o que queriam, no final da aula já me esperavam do lado de fora do portão prontos para brigar, porem eu falei:
– Eu vou fazer o que vocês querem.
Caminhei tristemente para o matagal onde mais uma vez fui molestado, levei rola na boca e no anus. Neste dia enquanto comia minha bundinha Paulo disse:
– Rebola putinha, rebola…
Comecei a rebolar de um jeito muito gostoso o que agradou ao meus amigos. Deste dia em diante virei a fêmea destes garotos.
Os dias foram passando e nossa rotina foi percebida por um pedreiro, que trabalhava em frente ao terreno. Era um moreno alto, corpo forte e que passou a observar que todas as tarde eu Paulo e Pedro íamos para aquele lugar.
O danado do pedreiro seguiu a gente, e nos pegou no fraga.
– Há seus moleques safados, vou contar pra todo mundo.
Paulo e Pedro não iam querer que as menina descobrissem o que faziam comigo, portanto ficaram muito assustados.
O pedreiro vendo o nosso medo ameaçou:
– Se vocês deixarem que eu também coma a bichinha, eu não conto nada.
Fazendo isso ele tirou seu membro que já estava duro pra fora.
Eu nunca tinha dado o rabinho para um adulto portanto fiquei assustado com o tamanho do seu cacete. Deveria ter uns 22 cm e era bem grosso.
Com medo eu logo disse:
– Eu não vou dar pra ele não, o pinto dele é enorme.
Paulo assustado pela situação olhou pra mim e disse:
– Por favor faz isso por mim?
Eu fiquei com pena do Paulo, e da forma que ele me pediu, foi tão carinhosa que resolvi enfrentar aquele cacete.
Até então apenas pintinhos de meninos entraram em mim, mas naquele dia um cacete de um homem iria fuder o meu rabinho.
Para começar comecei engolindo aquela rola que me sufocava e tirava minha respiração.
No entanto o moreno queria era minha bundinha. Ele me colocou de quatro e começou a enfiar seu mastro poderoso. Antes de entrar a cabeça do seu pau eu já começava a gemer de dor, porem meus amigos me ajudavam:
– Tá doendo. Eu dizia, tirando lagrimas dos olhos.
– Você consegue. Dizia Pedro.
Aos poucos o mastro do moreno foi entrando dentro de mim e eu não conseguia me acostumar com a dor.
O jeito era rebolar o mais que pudesse para que ele gozasse logo. Rebolei como uma cabrita e meu grito de dor precedeu uma grande gozada dentro do meu rabinho.
Fiquei com as pernas tremendo mas conseguir satisfazer aquele garanhão.
Paulo e Pedro ficaram bastante agradecidos a mim e tornaram meus melhores amigos. Até os 16 anos continuamos com nossa amizade, a gente brincava, saia junto e no final da noite eu virava a mulherzinha deles. Passei a gostar e tinha dia que eu mesmo os chamava para nossa hora de prazer. Porem o tempo transformou meninos em rapazes e eles passaram a se interessarem por meninas, novas namoradas. Hoje sinto falta até dos tapas que levava.

