Eu confesso queque uma vez fiquei um ano com a mesma calcinha.
Confesso até que isso acabou resulando em transformações até mesmo no meu ambiente de trabalho, já que trabalho em um restaurante. Às vezes, quando ninguém olha, eu pego minha calcinha suja e molho bem rápido na sopa dos clientes. Ninguém viu. Fiz isso três vezes. Sinto um prazer invadindo minhas entranhas quando vou dormir com a calcinha à noite. É como se eu fizesse séquiço céu-vagem com todas as pessoas que provaram da minha sopa de periquita. É uma espécie de libertação interior, entende? E o pior é que todos gostam da sopa.

