Eu confesso que meu namorado e um padre…
Bom, ele me conta que me viu aos 16 anos em um momento dificil de nossas vidas onde a tristeza prevalecia. Porem, nesse momento de nossas vidas ele ainda era seminarista. Os anos passaram e so me lembro dele em dois momentos sequenciais ja ordenado nao tenho bem certeza acredito que sim talvez o unico momento que me recordo de te-lo visto em vestiais de sacerdocio e em outro que cheguei de visita em uma morada e o vir deitando em seu descanço a dose senhora que estava ao seu lado falou: “silencio pois ele estar cansado”. Mais algo me chamou a atençao por alguns momentos talvez a paz que o rodeava contudo me despedir da dose senhora e seguir o meu caminho. Os anos passaram e um momento de tristeza novamente me fez ter contato com ele. Sabendo que eu nao estava bem ele me procurou atravez de um email, agradeci a preocupaçao e seguir os meus dias tempos depois recebir uma nova msg ao qual ele me dizia ter sonhado comigo porem o mesmo gostaria de me contar pessoalmente achei um tanto estranho e ja na brincadeira respondir que estava anciosa para ouvir. O jogo das palavras enviadas e respondidas foram ficando empolgantes mais sem realidade ja que realmente viviamos em cidades distintas quando em um determinado momento o meu celular toca e aquele numero desconhecido fiquei em duvida se deveria atender porem a curiosidade de saber quem seria falou mais alto e ja perguntando de quem se tratava ele me dizia seu nome e um pouco sem graça por conversas anteriores perguntei como estava e ele me respondeu estou chegando para ficar perto de voce gostaria de lhe ver porem me surgiu um medo tao profundo de encara_lo pessoalmente que mentir pela primeira e ultima vez lhe dizendo que nao estava muito bem e que no outro dia se me sentisse melhor ligaria para ele. O tempo passou e eu voltei para as minhas raizes ficando um tanto mais proximo desse encontro determinado. Novamente recebir suas msgs me perguntando se poderiamos conversar nao podendo negar lhe disse que nao teria problemas e passamos a conversar quase que diariamente com o tempo fui me acostumando com ele e seus telefonemas, suas msgs e seu carinho. Logo pecebir que era dificil evitar a realidade que teriamos que nos ver porem nao conseguia acreditar o porque aquele homem tinha tanto necessidade de estar ao meu lado. Em um dia ele me disse que eramos namorados e portanto deveriamos nos comportar como tais nos respeitando e nos amando me disse que me encotraria em meu dia especial porem a anciedade dele superou este encontro e ele me ligou e me disse estou aqui lhe esperando nao demore e assim nervosa fui ao seu encontro. Ele abriu a porta e meio sem graça me deu um lindo sorriso timido e ao mesmo tempo safadinho me disse entre sem permitir que conversemos por mais de um momento me beijou me colocou em seus braços e me fez maravilhosos carinhos. Um tanto cheia de culpa, vergonha e timidez pedir que ele fosse com calma porem a anciedade de me possuir foi mais forte e nao mais permitindo que o negasse o prazer do amor me entreguei aos seus desejos isso mesmo desejos. O tempo passou e tudo foi ficando cada vez mais profundo e ai estamos hoje bem as vezes altos, as vezes baixo mais sempre bem fico confusa com a realidade mais de fato nao sei seria feliz sem ele nao me permito ja mais fazer parte de sua vida sacerdotal tanto que nao o vejo de forma alguma como padre e nem desrespeito a sua vida de padre. Nao pretendo ser parte desse lado de sua vida mais estamos bem e tendo ter um bebe. Se tudo der certo logo seremos uma familia feliz e realizada pois ele pretende se unir a minha vida e fazendo as coisa corretamente aos olhos da sociedade pois e dificil julgar e criticar o amor puro e verdadeiro de duas pessoas que so desejam ser feliz. Minha unica duvida e se realmente meu amor vai suprir a necessidade do afastamento de sua vocaçao???
Bjsss

