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dei o cú quando era jovem, hoje vivo de fantasias

Eu confesso que dei o cú quando era jovem, hoje vivo de fantasias.

Minha vida sexual iniciou-se quando eu era bem jovem.
Quase todo menino na infância brinca com seu coleguinhas e em muitas vezes quando os corpos se aproximam o tesão chega.
Meu tesão chegou quando eu ainda era muito jovem.
Nessa época foi morar em minha casa um primo 5 anos mais velho que eu. Vou chamá-lo de H e eu sou o Júlio.
Eu e H estudávamos no mesmo colégio, ele era muito meu amigo, me defendia dos meninos mais velhos e muitas vezes até das surras do meu pai.
Dormíamos no mesmo quarto e passávamos quase o dia todo juntos.
Certo dia, bem cedo depois de meus pais saírem para o trabalho, H me acordou e me chamou para ir a sua cama para brincar. Como nos dávamos muito bem e sem levantar qualquer suspeita e colocar maldade em seu convite logo me sentei ao seu lado. Começamos a conversar e logo ele começou a passar a mão em minhas pernas. Mesmo sem entender nada e o porquê eu estava gostando de seus carinhos.
H me perguntou se eu queria ver seu pau, eu perguntei por que. Ele então me disse que alguns meninos como eu gostavam de ver o pau de outros. Então eu disse que sim queria ver.
Meu primo levantou-se e tirou a bermuda.
Ele era um moreno claro, tinha os olhos castanhos claro, cabelo preto, corpo com muitos pelos e um pau grande, muito maior que o meu.
Naquele momento despertou em mim algo que nunca havia sentido algo que esquentava meu corpo e me deixava com os sentidos confusos.
H perguntou se eu queria segurar seu pau e eu mesmo sem responder, levei as duas mãos em sua direção e pude sentir aquela lingüiça grossa, grande e morna. Sem saber o que fazer, fiquei segurando por alguns segundos e logo ele perguntou se eu estava gostando e se já tinha segurado um pau antes. Eu disse que sim, estava gostando e nunca tinha nem visto outro pau.
Posso lembrar como se fosse hoje, eu realmente estava gostando, era algo gostoso ter em minhas mãos um pau maior que o meu, pude sentir e ver crescer, engrossar e passar de uma cor rosada para o avermelhado. Aquela transformação no pau do meu primo me despertou um desejo que não sabia ao certo o que era e o que fazer.
H percebeu que fiquei parado e sem ação e então perguntou: você quer beijar ele??
Fiquei sem responder e H foi aproximando da minha boca seu pau grande, uns 17 cm e grosso. Ao tocar em meu rosto ele disse, beija ele, beija gostoso, sente como ele é quentinho e gostoso. Meio sem jeito sem vontade e louco de vontade pude sentir o calor e um cheiro de pica que só me atraiu. Comecei dando beijinhos naquela cabeça grossa e quente, fui sentindo uma vontade grande de não parar. Como eu não sabia o que fazer com uma pica em minha boca, meu primo disse baixinho “chupa ele”. Acho que era isso que eu queria mesmo, só não sabia que podia. Meio sem jeito, fui colocando aquele pau grosso em minha boca e comecei a chupá-lo.
Aquele dia ficou marcado como o início da minha vida sexual.
Com a pica de meu primo na boca, fui pegando o jeito e aos poucos chupando melhor e cada momento eu sentia mais vontade de chupar e não parar.
H gemia baixinho e acariciava minha cabeça, meu rosto, descia suas mãos até minhas pernas, passava pela minha bunda, levava a mão em seu pau e esfregava na minha cara. Eu estava gostando muito da brincadeira, nem queria que acabasse. Em um dado momento senti meu primo segurando minha cabeça e forçando em movimentos de vai e vem cada vez mais rápido pude sentir seu pau engrossando e ficando mais quente e então H fala, não para de chupar, vou gozar. Sem saber o que iria acontecer, continuei a chupar e ele enfiava e tirava seu pau da minha boca cada vem mais rápido em algumas estocadas eu podia sentir minha garganta sendo invadida e ficava engasgado, até que senti ele gosar lá dentro me enchendo de um líquido grosso e quente. Ele falava rápido, não para de chupar, chupa mais, chupa mais. Eu com a boca cheia e escorrendo nos lábios não podia chupar, tirei seu pau da boca e cuspi aquilo, que depois eu saberia que era porra.
Durante aquele dia não falamos no ocorrido, fomos para o colégio e a noitinha quando chegamos em casa, eu estava um pouco escabreado e com medo de meu pai descobrir, então falei para H não contar nada para meus pais, ele disse que seria nosso segredo, só depois dessa promessa pude ficar mais tranqüilo.
Passados dois dias, assim que ficamos sós em casa, H me chamou para brincar novamente em sua cama. Eu já estava preocupado por ele não ter falado nada no dia anterior achando que ele não tinha gostado da brincadeira.
Quando cheguei ao seu lado ele já estava sem as roupas e com aquela pica dura apontada para cima e logo mandando eu chupar. Não perdi tempo, a final, eu estava doidinho para repetir aquela brincadeira gostosa.
Abocanhei seu pau e fui chupando com vontade. Acho que aprendi muito rápido a arte de chupar uma pica. Não tinha muita técnica, mas certamente estava dando muito prazer ao meu primo.
Logo ele me falou que queria passar seu pau na minha bunda. Eu perguntei como seria e ele com muito jeito e carinho me mandou tirar o calção e ficar deitado de ladinho para ele, antes porem, ele enfiou seu pau em minha boca até eu engasgar, e mandou que deixasse ele molhadinho.
H ajoelho na cama e começou a passar sua mão na minha bunda tocando meu cuzinho virgem.
Na primeira passada, senti um arrepio e puxei o corpo para frente, então ele disse, me deixa enfiar o dedo no seu cú, você vai gostar e eu também.
Sem entender o que iria acontecer, fiquei esperando e ele com o dedo molhado foi passando no meu cuzinho e forçando, fui sentindo uma sensação gostosa e acho que fui relaxando e pude sentir seu dedo entrando. Com um vai e vem ele foi enfiando outro dedo, eu estava gostando e ele mais ainda. Algum tempinho depois, estava sentindo sua mão forçando minha bunda e ele disse, enfiei dois dedos, agora vou enfiar minha pica, fica de quatro na beira da cama. Com muito jeito foi me arrumando na beirinha e abrindo minhas pernas. Eu podia me sentir todinho arreganhado.
H em pé por traz de mim com seu pau grande e grosso passando na minha bunda , era algo delicioso, eu me sentia totalmente dominado e desejando sentir aquilo todinho lá dentro.
Com muito carinho H encostou sua pica no meu cú e foi forçando para entrar. Começou a doer e senti um incômodo e falei para ele. Ele recuou e pediu para eu chupar mais seu pau e deixar molhandinho, ao mesmo tempo, com seus dedos molhados de saliva, passou no meu cú. Com sua pica bem molhada, ele me posicionou novamente na beira da cama, abrindo minha bunda, colocou a cabeça do seu pau bem na entradinha do meu cú e forçando devagarzinho foi tentando. Eu podia sentir minhas preguinhas se abrindo e aquela cabeça grossa entrando.
Com movimentos de tira põem, H ia aos poucos conseguindo colocar para dentro do meu corpo sua pica.
Mesmo sentindo uma dorzinha, eu estava gostando muito, até parecia que já estava acostumado a aquele tipo de brincadeira.
Depois de algumas tentativas pude sentir seu pau entrando, sendo que aquela dor forte do início já não estava mais me incomodando, pelo contrário, eu estava gostando e queria que ele continuasse.
Meu primo sempre foi carinhoso comigo e eu notava que ele tinha certo cuidado comigo, acho que já era vontade de me possuir. Preocupado em estar me machucando ou eu não estar gostando, ele perguntou “você quer que eu tire, quer parar”, eu não respondi, mas com minhas mãos por traz do seu corpo puxei-o contra o meu forçando e convidando para que enfiasse mais. Ele entendeu o recado e com vontade enterrou seu pau até onde deu no meu cú. Naquele momento pude me sentir arrombado, mas com muito prazer.
Fiquei ali de quatro por bom tempo. Como estava muito gostoso, falei para meu primo que eu estava gostando e não queria que terminasse. Então ele falou que ia tirar e mudar de posição.
Ele foi recuando seu corpo e seu pau saindo do meu cú, pude sentir o prazer indo embora.
Com uma cara de safado ele me perguntou se estava gostado e queira mais, disse que sim, estava muito gostoso e queria mais, então ele me mandou deitar de barriga para cima e me puxou para a beira da cama, levantou minhas pernas, passou um cuspinho no pau e devagar foi encostando novamente no meu cú e empurrando lentinho. Pude sentir uma deliciosa sensação de prazer. Lembro como se fosse hoje.
Aos poucos meu interior foi sendo tomado pelo pau grande e grosso de H que com movimentos lentos e ritmados me dava muito prazer. Sua cara de sacanagem era de quem estava se deliciando no meu cú e eu nem reclamei, estava muito bom.
Depois de vários movimentos, ele disse que queria gozar e foi aumentando o rítimo das penetradas, eu podia sentir seu saco batendo na minha bunda e seu pau todinho lá dentro.
Depois de vários gemidos e movimentos rápidos e lentos, H gozou deliciosamente dentro do meu cú.
Sem tirar seu pau ele perguntou se eu queria gozar, disse que sim e ele começou a bater uma punheta em mim, mas sempre com seu pau lá dentro. Não demorei e pela primeira vez gozei deliciosamente. Nunca tinha sentido algo tão gostoso como um gozo.
H então foi tirando seu pau devagar e ao sair tudo, pude sentir escorrendo em minha bunda sua porra quente.
Terminado aquela brincadeira, H me chamou para o banheiro e juntos tomamos banho.
No banheiro ele disse que queria me chupar e com muita vontade engoliu meu pau e me fez gozar novamente. Enquanto meu pauzinho estava em sua boca, seus dedos estavam enfiado no meu cú e eu me deliciando com aquela sacanagem toda. Tudo era novidade, eu estava adorando tudo aquilo e desejando mais.
Por quase um ano, nos relacionamos e cada dia que passava eu ficava mais experiente e com uma habilidade enorme em chupar aquela pica deliciosa. Adorava sentar sobre seu pau e controlar a penetração, ao mesmo tempo ele ficava batendo punheta em mim. Algumas vezes nos beijávamos, e conversávamos sobre o que faríamos na próxima brincadeira.
Com o tempo, fomos transformando nossas fodas, como ele chamava nossas brincadeiras em necessidade, necessidade sim, porque o dia que não brincávamos nos sentíamos separados, distantes e tristes.
No final daquele ano, meu primo foi embora, voltou a morar na casa de seus pais e eu, fiquei sem meu primo amigo e parceiro. Raramente tenho notícias, gostaria muito de reencontrá-lo para relembrar nossas brincadeiras.
Aqueles momentos mudariam minha vida.
O que narrei aqui, não é simplesmente um conto, foi algo vivido realmente por mim.
Passados mais de 40 anos, casado, pai e avô, vivo de lembranças e fantasias. Sonho em encontrar um homem amigo, carinhoso, parceiro que tenha tido experiência semelhante a minha que queira viver bons momentos.
Moro hoje em Brasília DF., estou com 57 anos, sou branco, 1,68 de altura, 67kg, casado, discreto e muito carente.
Meu e-mail para contato: [email protected]

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Escrito por Anônimo

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