Eu confesso que não resisti as cantadas do meu chefe e resolvi assumir que sou gay. Foi no carro dele a caminho de casa, quando ele, para me testar, pôs sua rola para fora, encarando-me com cara de tarado. Ainda dei uma de – qualé, cara!? – mas não resisti e, dizendo: – você venceu – tratei de segurar a rola dele e bater uma bronha. Depois me abaixei e meti a boca na cabecinha, fazendo sucção, enquanto o punhetava. Logo ele começou, aos gemidos a gozar na minha boca, segurando a minha cabeça, como que me impedindo de fugir da raia.
Assim que ele terminou de jorrar leite na minha boca, eu me levantei e fiz questão de acender a luz do carro para ele ver seu sêmen na minha língua. Então eu o engoli, sentindo-o escorrendo pela minha garganta até atingir meu estômago- delicioso – eu disse descrevendo o sabor: ácido; grudendo e cremoso. Ele ria dizendo que agora queria gozar no meu cú. Tudo bem – eu disse – desde que fique em segredo.
Agora ele sabe que eu sou gay.
Foiodarcy!

