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Meus Vizinhos

Eu confesso que que quando criança brincava de esconde-esconde com meus colegas. Eu devia ter uns 9 ou 10 anos e os colegas na mesma faixa de idade. Tinha um vizinho, Nelson, que devia ter uns 14, não entrava na brincadeira mas ficava vigiando para avisar quando o colega que estava procurando chegava perto. Um dia o primo do Nelson foi na casa dele e me chamaram para brincarmos, só nós três, de esconde-esconde. Topei na hora. Eu e o Nelson íamos nos esconder e o primo dele é quem ia nos procurar. Nelson me levou para um canto nos fundos do quintal e ficamos “escondidos”, vendo o primo ir para o lado oposto da onde estávamos. Eu adorava essa brincadeira. Mas com Nelson e o primo a brincadeira tomou rumo diferente. Nessa época usávamos shorts de tecido fino e sem cueca por baixo. O Nelson me perguntou se eu tocava punheta. Respondi que não sabia o que era. Então ele botou o pau prá fora e começou a fazer o movimento de vai e vem. Isso era novo prá mim, e, a pedido dele, comecei a tocar uma punhetinha nele. O primo dele não aparecia, então ele começou a me ensinar o que eu tinha que saber quando eu tivesse uma namorada. Tirou meu short e começou a passar o pau no meio da minha bunda. Eu achava o pau dele bonito. Era maior e mais grosso do que o meu e ficava com um meladinho na ponta que lubrificava o meu cuzinho. Aos poucos ele foi enfiando, enfiando e enfiando até entrar tudo. Consigo lembrar que eu chorei porque doeu mas chorei sem fazer barulho por que senão oprimo dele iria nos encontrar. Mais tarde, depois de terminada a brincadeira, o primo dele disse prá mim que quem dava o cu era viado e se meu pai soubesse iria me bater. Ameaçou contar prá ele, mesmo o Nelson dizendo prá ele não fazer isso. Então Nelson teve uma ideia: eu dava pro primo dele prá ele não contar pro meu pai. Desse modo eu fui a mulherzinha dos dois, mais do Nelson que era meu vizinho, até meus doze anos. Tinha um tal de Zé, que já era adulto, que ficou sabendo que eu dava pro Nelson e me atraiu até a casa dele dizendo que tinha uma pipa prá mim. Chegando lá, não tinha mais ninguém na casa dele e ele se sentou na cama prá pegar a pipa depois por que ela estava em cima da laje. Então botou o pauzão pra fora e me fez segurar. Ele disse que não queria comer meu cu senão iria me arrombar, mas me ensinou a chupar e a fazer ele gozar. Ele me obrigava a mostrar a porra dele na minha boca e depois engolir pré ele ver minha boca limpa. Zé encostava a pica melada no meu cu mas nunca enfiou. Já fiquei com Nelson e o primo juntos, mas nunca fiquei com eles e o Zé ao mesmo tempo.
Isso que contei são lembranças que julguei que fizesse parte somente da infância. Me enganei. Eu frequentava, como torcedor, uma quadra de futebol de salão que tinha um bar familiar. Um dos donos, um rapaz com 30 anos, solteiro e não tinha namorada, fizemos amizade. Um dia falei prá ele dividir o trabalho com os irmãos para sobrar mais tempo prá ele namorar. O pai dele havia falecido, tinha uma irmã, também solteira e um irmão casado. Mas ele carregava a maior parte das tarefas. Então elemedisse que não arrumava uma namorada porque tinha um problema. Perguntando qual era o problema, fomos para o escritório e ele me falou que não sabia gozar. Fiquei intrigado. Como assim, não sabe gozar? Então ele me perguntou se eu gozava com punheta e como era. Nesse momento me senti sendo o pai dele e, tomando tal pose, passei a ensiná-lo. Botamos o pau prá fora e eu comecei a me masturbar e falei prá ele fazer o mesmo por que eu queria saber como ele fazia. Ele apertava demais o pau e sentia dor devido à uma fimose. O pau dele regaçava com sacrifício. Então segurei o pau dele e comecei a tocar uma com suavidade. Porra! Comecei a gostar e a ficar com um puta tesão. Ele fechava os olhos e gemia, dizendo: não para! não para! Continuei até ele encher minha mão de porra. Fui prá minha casa e toquei uma bela punheta me imaginando chupando o pau dele e sentindo o gostinho do seu leite.
Fiquei sem ir lá. Um dia, sem muita demora, ele me telefonou. Poxa, você sumiu, me disse, vem aqui hoje. Eu fui. Ele me disse que gozou tão gostoso que assim que sai ele tocou de novo pensando na minha mão e gozou mais uma vez. Quando ouvi isso, meu pau subiu. O tesão aflorou. Eu estava sentado na cadeira do computador e ele estava de pé ao meu lado. Deixa eu ver se você aprendeu, falei. Ele botou o pau, que já estava melado, prá fora. Segurou como quem ia começar a tocar uma, perto do meu rosto. Não resisti. Beijei a cabecinha dele e comecei a lamber. Ele segurou minha cabeça e forçou a entrada na minha boca. Chupei me lembrando do Zé. Deixei ele socar na minha garganta até me dar seu leitinho quente. Não gozei, mas meu prazer era tanto que era como se eu estivesse gozado. Engoli tudo.
Ele me procura até hoje, mas sou casado e tenho filhos da idade dele, por isso não fui mais. Mas sempre lembro do Nelson, do primo dele, do Zé e, agora recente, do meu mais novo amigo.

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Escrito por Anônimo

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