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sonho realizado – sou corno

Eu confesso que já realizei muitos sonhos: Tive carros 0 KM, tive mansão, passei férias maravilhosas em praias, voei, andei de lancha, ví de perto alguns ídolos, comi mulheres sensacionais, dirigi carrões, conheci muitos lugares, tive um empego de sonho. Tenho 3 filhas lindas, 4 netos muito bonitos e inteligentes. Tenho uma esposa linda, gostosa, que me faz muito feliz. Me encontrei espiritualmente, sei quem sou, de onde vim, a razão de estar aqui e para onde vou. Creio em DEUS, creio em JESUS, e tenho certeza da continuidade da vida, que somos eternos e que nosso destino é a felicidade. Viajei muito por conta do governo federal, nos hospedamos em hotéis de luxo e nossas férias eram excelentes. Mas há coisas que experimentei que não posso falar pra ninguém, pois não seria compreendido. Seria julgado e condenado pela grande maioria. Sou heterossexual, mas já tive uma experiência com um homem – Chupei seu pau e ele gozou em minha boca. Fiz outra coisa abominável – Tive uns amassos (incluindo beijo na boca) com uma garota de dez anos. Claro que não houve penetração, mas, para minha surpresa, eu curti e ela também. E corri um risco enorme. De todas essas realizações, a melhor dela, que nunca esqueci e que mais me satisfez, foi ser corno. Nunca pensei que minha mulher tivesse coragem de trepar com outro (casou virgem). Eu me excitava quando um cara via a calcinha dela. Dava tesão quando os cunhados dela (maridos das irmãs) viam ela pelada, e sempre gostei quando falam palavrão na frente dela, quando chamam ela de gostosa, e quando algum homem fica de pau duro na frente dela. O auge desses desejos foi quando nós tínhamos 31 anos, morávamos em uma cidade pequena (sou funcionário público federal) e ela era a mulher mais bonita da cidade. Aí conhecemos um rapaz de 22 anos, e pintou um clima de atração entre eles e nasceu uma paixão intensa. ele hoje diz que ela foi o grande amor da vda dele. Para ela foi apenas uma paixão, um tesão, um fogo de palha que depois apagou. Mas foi muito gostoso enquanto durou. e sem dúvida valeu a pena. Ele ficou assiduo em nossa casa, bebíamos juntos, viajávamos, íamos a festas e eles dançavam muito, coladinhos, ele encoxando ela. Ela me revelou que estava e fim dele, e sabia que era correspondida. Eu disse que não tinha problemas. Que ela podia ter um caso com ele e desfrutar de todo o prazer a que tinha direito. Só pedi que fosse discreta. A sós com ele, perguntei se ele estava querendo ela, e se estivesse, que eu dava o sinal verde. Que ele cantasse ela em minha frente, Que eu dava o meu aval. Também pedi muita discrição e falei que queria assistir tudo. Sugeri que desfrutassem bastante, sem pressa, e que se agarrassem muito, pois os amassos antes são deliciosos. Nessa noite, bebíamos em casa, só nós três, e ele falou- Vania, eu já vi todas as tuas calcinhas, e cada vez que vejo o meu pau fica duro e em casa bato punheta pra ti. Me mostra a que estás vestida hoje. Ela estava de saia jeans e não teve cerminonia e abriu as pernas e apareceu a calcinha vinho, de renda. Minha pica endureceu na hora e a de Elias também. Ele pegou no pacote, mostrou a ela e disse – Estás vendo como eu fico? E continuou – Eu sei que tu também estás a fim de mim, como eu estou doido pra te comer. Vamos fuder hoje? Olhou pra mim e falou – Jonas não se importa e quer ver cada passo, quer assistir a esposa levando uma pica bem dura na buceta. Vem, vamos dançar! Botamos música e eles dançaram lentamente, se esfregando bastante e ele beijando na boca. Depois sentaram no sofá, como dois namorados no cinema, ele pegando nos peitos, ela amassando a rola dele. Ele meteu a mão dentro da saia, depois dentro da calcinha e ficou com o dedo no priquito dela. Ela botou a mão dentro da calça dele e ficou massageando o cacete dele. Eu assistindo tudo, com o pau mais duro que ferro. Aí ele levou ela pra o quarto, pra nossa cama, e tirou a blusa dela, desceu a saia, deitou ela e tirou a calcinha com os dentes. Deixou ela toda nua e foi tirando a camisa, a calça, a cueca, e ficou nu, o cacete apontando pra cima e pulsando de tesão. E ainda me perguntou – Vai bater uma punheta ou se guardar pra meter nela depois? Eu quase não falei, rouco de tanto tesão. Aí montou nela e foi metendo devagar, com carinho, mamando nos peitos, chupando a língua e os dois gemendo muito. Que delicia ver ele comendo a Vania. Como foi gostoso ver o pau dele entrando até os ovos no bucetão dela. Ele tirou e botou na boca dela, que chupou com gosto. Depois foi lambendo a barriga, as coxas e meteu a língua no tabaco dela. Meteu a vara outra vez na buceta e gozou e fez ela gozar. Aí foi a minha vez. Montei nela e comi ali na frente dele, ela agarrada no pauzão dele. Foi uma noite inesquecível. E os meses seguintes, dê-lhe toda a liberdade em nossa casa, ele dormia conosco na cama, tomavam banho juntos, ele já chegava dando dedada nela, metendo a mão dentro da calcinha, e realizando fantasias como esfregar a cabeça do pau no rosto dela, e ela esfregando a buceta na cara dele. Também saíram no meio de uma festa e foram trepar dentro do carro, no estacionamento. Foi um período memorável, com os três envolvidos muito felizes. Ele me agradecia por permitir ele curtir um grande amor, sem remorsos nem traição. Ela ainda hoje é muito grata por realizar uma fantasia, curtir um grande prazer, sem traumas, sem arrependimentos. Ainda hoje, morando em uma grande cidade, continuamos amigos, recordamos os bons momentos e não temos nenhum sentimento ou frustração pelo passado. Ele casou mas ainda assume que é doido por ela. Ela não quer mais, acha que valeu a pena mas durou o suficiente. Não me arrependo da nada, faria tudo outra vez. E pouca gente sabe que fui um corno assumido e que adorei o chifre. E queria mais ainda!

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Escrito por Anônimo

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