Eu confesso que hoje eu fui na praça perto da minha casa,ai eu fiquei lá andando,ai eu sentei num banco,ai uma mulher chegou perto de mim,ai eu pensei,será que eu estou fazendo algo de errado?
será que eu perdi alguma coisa e ela veio me entregar?
será que ele é crente e veio me entregar algum papelzinho da igreja
ai a gente começou a conversar,ai ela falou que se chamava fernanda,que morava perto da praça,ela era bem bonita,ai ela perguntou algumas coisas sobre mim,eu falei,mas com muito medo,pois eu achei bem estranho uma desconhecida falar comigo
ela perguntou se eu tinha amigos,ai eu poderia falar que não,mas eu resolvi falar a frase clássica,que eu tenho muitos colegas mais poucos amigos,ai ela perguntou o que eu fazia,eu disse que fica na internet vendo vídeos e filmes
ai ela perguntou se eu trabalhava,eu falei que estava difícil para eu arranjar um trabalho pois eu só tinha feito o segundo grau
ai ela falou que me viu e ouviu uma voz que dizia o seguinte:esse é o meu filho,ai eu pensei,essa mulher deve ter perdido o filho e deve está me confundido com ele,quando ela disse aquilo,eu já fiquei na defensiva,eu sairia correndo caso a mulher me agarrasse
ai ela falou coisas sobre deus,ela perguntou se eu acreditava em deus,eu sou ateu,mas eu não queria dizer porque eu não acreditava,então eu disse que eu acreditava,ai ela falou para eu rezar para deus,ai eu falei que eu iria rezar
ela falou que já viu deus fazer milagres,ai eu me lembrei daquele filme,uma mente brilhante,ai eu pensei será que eu estou imaginando essa mulher,ai eu pensei se eu estou falando sozinho porque ninguém veio falar algumas coisa,eu até pensei em parar alguém para ver se essa mulher existia mesmo,mas assim como no filme,eu poderia ter imaginado a outra pessoa e eu não conhecia ninguém na praça que eu já conhecesse para me dizer se a mulher existia mesmo ou eu estava apenas imaginando aquilo
ai a conversa começou a perder o assunto e eu falei que eu tinha que ir embora e fui embora
caso a mulher seja real,a coisa mais racional que eu posso imaginar é que a mulher me viu sozinho e sentiu pena de mim e veio me converter

