Eu confesso que apesar de sempre gostar que um homem veja a calcinha de minha esposa, sentir tesão imaginando um cara comendo ela, nunca pensei que iria realizar essa fantasia e viver um período maravilhoso, num perfeito triângulo amoroso. Tínhamos ambos 31 anos e 10 anos de casados. Morando numa cidade pequena, Marilia era a mulher mais bonita e gostosa da cidade. Nos vários lugares onde moramos (morei em 13 cidades e 4 em 4 estados) e por onde viajamos, ela sempre se destacou. Morena, cabelos castanhos e finos. Rosto encantador, voz rouca e sensual. Seios firmes, sem barriga e com cintura. Coxas grossas, bem feitas, bunda empinada. Pele sem manchas, sem estrias, sem celulite. Um pedaço de mulher por quem sou apaixonado. Razão de minha vida. Vivo por ela e para ela. Aí conhecemos um rapaz de 21 anos, que conquistou nossa amizade e frequentava muito a nossa casa. Nos fins de semana viajávamos, íamos ao clube, à piscina, bebíamos juntos. Eu chegava em casa do trabalho e ele já estava lá, às vezes com amigas de minha esposa, tomando uns tragos. Nas festas eles dançavam bastante, e percebi que bem coladinhos. Um dia eu notei, e vi que outros notaram, que quando voltavam da pista de dança, ele estava de pau duro. Em nossa mesa, trocaram olhares e risos. Ele nem ligou. Em casa, ela começou a sentar mostrando a calcinha pra ele. Eu sentia ciúmes, mas também sentia tesão vendo ele olhando pra calcinha dela. E não falava nada, não chamava a atenção dela, e fazia de conta que achava natural. Nos papos, rolava de tudo. Piada suja, palavrão, tudo. As amigas dela começaram a se comportar como se eles fossem dois jovens livres paquerando. Ele era solteiro. Um fim de semana, a mãe dele fez uma cirurgia numa cidade próxima e o pai e as irmãs dele ficaram com ela. Ele voltou para casa e eu quiz ficar e incentivei a minha esposa pra ir pra casa, de modo que ficassem em nossa cidade sozinhos. Eu queria que ele comesse ela, queria um para de chifres. Somos casados legalmente, no civil e na igreja católica. Quando voltei no dia seguinte, as amigas dela, em minha frente, como se eu não estivesse presente ou não fosse marido dela, comentaram: -E ontem, vocês ficaram juntos? Rolou alguma coisa? A noite foi boa? Eu sabia que Marilia nunca tinha me traído antes, mas fiquei muito excitado com aquilo. Á noite, só nós três lá em nossa casa, ouvindo música e tomando cerveja, Fui direto e perguntei a ele, na frente de Marilia – “-E aí, Naldo, ontem tu comeu a Marilia?” Ele ficou sem jeito e Marilia falou – -Deu fui dormir na casa dele, pra não ficar sozinha aqui. Vesti a camisola de dormir e fiquei na sala vendo TV com ele. A camisola transparente, eu de calcinha preta e ele nem tinha assunto pra conversar. O pau duro dentro do pijama de malha. Ele escutava e sorria. Aí fui tomar um banho e deixei a porta do banheiro só encostada, sem passar a chave. Aí ele entrou e me viu tomando banho, pelada. Aí tirou o short e foi pra debaixo do chuveiro também. Passou sabonete em meus peitos, na minha bunda e eu me agarrou, esfregando o cacete duro em minhas coxas. Aí ele completou – Ali mesmo eu meti-lhe a vara! Eu já doido de tesão, pedí – Pois repitam agora, eu vendo! Ele sentou pertinho dela, subiu a saia e pegou logo na buceta dela. Pegou a mão dela e colocou em cima da pica dele. Ela abriu o zíper, tirou o pau dele pra fora e disse – Quer uma chupadinha? Meteu a boca e a língua na pica dele. Ai que delicia ver minha esposa adorada nos amassos com outro cara! Deitou ela, tiro a calcinha e ficou um momento olhando a bucetinha dela raspadinha. Mamou nos peitos dela, duros de tesão e montou nela. E tome pica no bucetão dela! E tome gemido. E eu me segurando pra não bater uma punheta, pra comer ela depois. Quando gozaram eu subi nela e mandei a pomba dura pra ele assistir. Uma delicia! No dia seguinte, quando cheguei do trabalho, ela conversava com as amigas contando detalhes. Quando cheguei e a conversa continuou, elas me perguntaram – E tu, Natan, gostou também de ver tua esposa trepando? Eu disse – Adorei. E aí Naldo chegou e uma delas levantou a saia dela e perguntou: Naldo, tu comeu o cu de Marilia ontem? Ele agarrou ela e deu uma esfregada na bunda dela e disse – o cu eu vou comer mais tarde. Foram amantes uns seis meses, eu assistia eles foder, chegava e ele tava na cama com ela. Ela ia tomar banho e ele entrava no banheiro junto. Pediu a chave do carro pra comer ela no carro. Só quando ele foi embora trabalhar em outra cidade é que parou de comer ela. Hoje, moramos na mesma cidade, de uns 500 mil habitantes e ele vive dando cantada nela mas ela não quer mais. Depois dele, só teve umas três trepadas com um chefe dela, um taxista comeu ela umas duas vezes e um baiano comeu ela num veraneio. Esses outros pensam que eu não sei. Mas ela me conta todos os detalhes quando trepamos, e fico louco de tesão. Só quem leva chifre sabe como é gostoso! Eu adoro ela, sou louco por ela e adoro dividi-la com outros. Ela me faz muito feliz com os chifres que me bota! Sou um corno realizado e feliz!

