Eu confesso que faço a masturbação anal. E gosto disso. Mas não sou gay, eu não gosto de homens, nunca transei com nenhum – pelo menos até então. Tudo começou quando eu tinha onze anos, eu sempre tive coxas grossas, pernas delineadas, bumbum empinadinho, rostinho meigo, com olhos grandes e lábios carnudos, cabelo loirinho crescidinho, bonito. Muitos meninos na escola tentavam me beijar, pois eu parecia uma menina. Ainda era inocente em relação a sexo, mas já sentia tesão, principalmente quando eu brincava de “trenzinho” com os meninos do bairro. Aquela coisa de um encoxando o outro, sentindo o pinto durinho deles esfregando na minha bunda. Isso era comum a gente fazer, pois não haviam muitas meninas no bairro. Daí a gente se virava como podia. O tempo passou, nos anos seguintes eu já me masturbava. Mas eu descobri que eu tinha um pênis pequeno – 11 cm. E eu tenho até hoje, eu venho medindo mas ele não cresceu nada desde os meus 12 anos. Eu era virgem, eu era muito tímido e não tinha nenhuma namoradinha. Mas já nessa época, eu era muito curioso em relação a sexo. Aí um dia no banheiro, estava com tanto tesão que eu enfiei um frasco de shampoo no meu cú. Lógico, era fino e não tinha cantos que pudessem me machucar, mas mesmo assim sangrou. Não me assustei, esperei uns dias pra cicatrizar e continuei introduzindo objetos em meu rabo. Achava gostoso, então tinha todo um cuidado, uma higiene total, limpava bem o banheiro antes de sair, pra ninguém perceber. E nunca ninguém da minha família jamais soube disso. Eu gostava além disso, de vestir as roupas da minha irmã e usava as maquiagens da minha mãe. Eu na verdade, sempre quis ter sido travesti, mas como isso era algo que eu desconhecia que existia no mundo, pois não havia internet. Eu pesquisava sobre anatomia, principalmente a do ânus e reto, pra saber quantos centímetros eu poderia aguentar. Então fui levando a vida normalmente, os anos foram se passando, e eu mantive esse segredo comigo. Eu tinha namoradas muito bonitas, aos 17 anos eu tive a minha primeira transa. Mas isso não me impediu de continuar a vir metendo objetos no meu ânus. Lógico, o prazer que isso dava me excitava. Eu mesmo confeccionei consolos que eu destruía depois de um tempo, pra ninguém de casa achar. Experimentei quase de tudo: shampoos, desodorantes, garrafas de água mineral, etc. Já meti uma abobrinha que comprei no mercado. Era bem grossa, e ela arrombou meu cú definitivamente. Percebi que a dilatação vinha se tornando maior com o passar do tempo. Lógico, eu fiquei muito tempo sem fazer essa prática, pois me arrependia e minha consciência ficava pesada. Me sentia mal no começo. Mas hoje eu estou bem resolvido quanto a isso, voltei a meter objetos no meu cú de novo. Agora percebi que ele está bem dilatado, e eu me divirto com isso, pois me olho no espelho e acho graça meu pau pequenininho em contraste com meu cú arrobado. E tenho muito orgulho disso, meu recorde é 15 cm de circunferência. Uma garrafa de 600 ml de refrigerante, na boa. Depois de uns dias, o esfíncter volta ao normal.
Eu gostaria de experimentar um pau dentro de mim, então se houver alguém interessado em comer esse cúzão que eu tenho, me avisem por email.

