Eu confesso que ha muitos anos,lá no passado logo no 6 meses de casamento, hoje já temos + de 40.Marido tinha uma pequena padaria no interior de Minas,eu trabalhava com ele em algumas horas, tínhamos alguns empregados, todos os dias abríamos o comercio 5h madrugada,chegávamos antes, meu marido eu e uma balconista, encontrávamos lá o padeiro Sr. Tião e seu ajudante o Cido pretinho 16 ou 17 anos.Silvestre meu marido, um dia comentou comigo que o menino ajudante, tinha um pinto exageradamente grande(conversa de moleque,pois meu marido tinha apenas 18 anos e eu 17),comentario esse que eu não dei bola, mas não esqueci, sempre que eu via o rapazinho, imaginava como seria aquilo.Numa madrugada, muito fria chegamos na padaria, o padeiro preparava para ir embora, o ajudante forneava as ultima esteira de pão, Silvestre no caixa, Bhete a balconista atendia os poucos clientes que enfrentaram aquela madrugada de inverno do sul de minas, eu fugindo do vento gelado fiquei na área de panificação, nas proximidades do forno.Inocente debrucei me na boqueta de vidro que usamos para abastecer o balcão com os produtos, de repente senti mãos fortes me envolvendo por trás , enlaçando minha cintura imobilizou me, minha primeira reação foi olhar pro caixa ,através do vidro, distraido atendia os clientes, não nos via, senti algo duro pressionando minha bunda, repreendi o dizendo: sê tá louco moleque, meu marido te mata! ele respondeu: me perdoe dona Maria mas no resisti a sra. é muito gostosa, naquele momento, algo aconteceu dentro de mim, nao sei se pela pressão do volume duro, que agora encaixava no meio das minhas nádegas,ou se pela lembrança da fala do meu marido referindo ao pintao do rapaz, instintivamente levei uma das mãos para trás, acabei segurando o cassete que estava pra fora da calça, acreditem senti pelo tato o calor e o volume do gigante,incrível.Com essa “deixa” o paderinho afroxou os braços que me apertavam como um torniquete, e ao mesmo tempo que uma mão subia aos meus seios a outra subia meu vestido, agora o pintão estava diretamente em contacto com minha bunda, a calcinha foi tirada de lado e a cabeçorra buscou minha bocetinha previamente lubrificada pelos meus sucos, que nessa altura eram fartos, tirei minha mao senti o monstro entrando, me fazendo gozar do começo ao fim , até que inundada por farto esperma, senti o incrível pau sair me deixando lambuzada e de pernas bambas por alguns intensos orgasmos.Saí para o banheiro com as coxas escorridas de “leite” , O Cido saiu para o vestiário.
N outro dia, fui trabalhar de madrugada, sem calcinha,mas desaponta ouvi do Sr. Tião que o Cido não veio trabalhar, e não viria mais,pois sua família estava de mudança de volta para o nordeste justamente naquele dia. Perguntei pro meu marido se sabia que o Ajudante nao viria mais trabalhar, respondeu que sabia , poia a mãe tinha vindo na tarde anterior buscar o restante do pagamento avisando que iriam embora de mudança.Restou a mim ficar trabalhando aquele dia sem calcinha, com lembrança do fenomenal pinto do Cido que nunca mais vi.

