Eu confesso que voces podem ate não acreditar, mas eu casei virgem com 24 anos de idade, a minha família era muito rigorosa, não dava folga, e morávamos numa cidade do interior do Paraná, Meu marido na época também era um rapaz que entendia a forma como fui , criada e não exigia que agente transasse, ele ficava satisfeito com as punhetas que batia para ele de vez em quando, ele adorava beijar meus pés, falava pra mim que eles eram irresistiveis, modéstia a parte , meus pés são realmente bem feitos e sempre cuidei bem deles, assim que casamos, fomos morar em outra cidade só que do interior de Minas, cidade de uns 15 mil habitantes, morávamos em uma pequena chácara, meu marido sempre gostava que eu assistisse com ele filmes pornográficos, no inicio eu não achava graça em ver, mas com o tempo fui tendo tesão, pois ele me ensinou a sentir tesao por isso, assim que assistíamos o filme e íamos transar ele me perguntava o que eu tinha achado, e qual kacete que vi no filme tinha me dado tesão, eu falava pra agradar ele, e ele ficava com mais tesao dizendo que estava transando comigo pensando que eu estava com o cara do filme, moral da história ele estava com tesao pra ser corno, no inicio estranhei esta atitude dele, mas para agradar a ele, eu fantasiava isso também, e ele sempre trazia filmes com homens que tinha o kacete grande e grosso, e ele me estimulava a imaginar eu transando com um assim, gostava que eu o chamasse de corno manso, estas coisas que hoje estão bem na moda….rsssss , até ai tudo não passava de uma fantasia dele, ate que um dia a fantasia virou realidade para prazer dele e depois meu também né , a chácara que nos morávamos precisava de uma limpeza, de alguém que capinasse o mato, em fim fizesse uma limpeza geral, meu marido contratou um homem que chamarei aqui de Geraldo, ele tinha 45 anos era moreno claro, forte, um homem acostumado a serviços pesado, ele era casado e era evangélico, eu sempre gostei de andar de short e mini blusa, isso deve ter chamado atenção do Geraldo, um dia ele chegou na porta da minha cozinha por volta das 14 horas e me pediu agua, mandei ele entrar e fui pegar a agua, quando voltei ele estava segurando o chapéu na altura da virilha, assim que me aproximei, ele tirou o chapéu e eu vi ele com o kacete duro de fora e falou pra eu não assustar, porque ele não queria fazer mal pra mim, eu assustada com o copo d’agua na mão, perguntei o que significava aquilo, ele meio nervoso, tremendo me disse que não estava aguentando mais de tesão, que ia ficar louco se não gozasse, a mulher dele havia viajado para visitar a mae que estava doente já fazia 10 dias, e ele queria que eu tocasse uma punheta pra ele, fiquei com medo, o homem com aquele kacetão duro, poderia querer me estuprar, então concordei em fazer o que ele me pediu, na hora que peguei naquele kacetão veio na minha mente os filmes pornôs que meu marido passava pra mim, aquilo me deu um tesão, molhei a calcinha na hora, mas não deixei transparecer para o Geraldo que eu estava gostando de pegar naquele kacete, toquei uma punheta bem gostosa pra ele, já que tinha que fazer que fizesse bem feito, com uma mão fiquei massageando o kacete dele num vai vem gostoso, pois o kacete dele era bem grosso mesmo, e com a outra mão eu ficava alisando o saco dele, e ele ali gemendo de tesão, de repente ele começou a gozar, foi saindo jatos de porra quente e grosso, e eu continuei ate ele acabar de gozar, ele não disse uma palavra, guardou o kacete e foi embora, assim que ele saiu eu fiquei ofegante de tesão, doida pro meu marido chegar e transar com ele para apagar meu fogo, por volta das cinco e meia da tarde ele chegou e eu fui logo agarrando ele e levando para o quarto, ele ficou atônito me perguntando que tesão era aquele, eu falei vem vamos meter, e ele me falava nossa que bucetinha mais encharcada, me conta o que voce fez pra ficar com este tesão, na hora eu pensei ele sempre falava em ser corno, vou contar pra ver a reação dele, nossa assim que contei pra ele o que tinha acontecido ele ficou com mais tesão ainda, me perguntou porque eu não dei pro Geraldo, porque eu não chupei o kacetão dele, eu falei pra ele, já que você quer que eu faça isso, amanha vou fazer, você deixa ? ele ficou todo empolgado e disse faz, e me conta, então combinei com ele que no outro dia ele so viria para casa depois que eu telefonasse para ele, que esperasse minha ligação no escritório ele concordou. No outro dia por volta das 15 horas fui ate onde o Geraldo estava trabalhando e perguntei se ele não queria tomar um suco, ele me olhou meio assustado e disse que sim, então falei a ele, estou te esperando na cozinha, assim que o Geraldo chegou eu fui ate ele e passei a mão no kacete dele e tirei pra fora, ele ficou duro na hora, então eu falei pra ele, vou te levar ate o banheiro pra você tomar banho, e sai puxando ele pelo kacete, entramos no banheiro e tomamos banho juntos, ele meio assustado perguntou se não tinha perigo do meu marido chegar, falei pra ele que não, que neste dia eu iria chegar mais tarde, então ele ficou mais tranquilo, do banheiro levei ele para o quarto, e ali eu pude olhar admirar aquele kacetão na minha frente, comecei beijando ele, passando a língua nele todinho, daí a pouco ele me virou e fizemos um 69, nossa como aproveitei, estava achando aquilo a melhor transa que já tinha tido, gozei gostoso e fiz ele gozar gostoso também, pela primeira vez levei uma gozada na boca, senti a porra quente e grossa dele, ah ! como foi bom, depois descansamos e logo logo, eu estava de novo mamando nele, ele endureceu de novo, ai ele veio me comer, aquele kacetão grosso, começou a entrar na minha bucetinha, e começou a abrir ela, e eu achando aquilo muito bom, ele meteu, meteu mesmo, e gozou novamente dentro de mim, eu estava exausta nunca tinha gozado tão gostoso assim, o Geraldo apesar de ser um homem que tem as mãos calejadas pelo serviço, ele sabe dar prazer a uma mulher, ele é ótimo, melhor que meu marido, depois que ele gozou duas vezes ele foi embora, então liguei pro meu marido e ele chegou correndo, cheio de tesão, contei tudo a ele nos mínimos detalhes e ele gozou duas vezes uma com eu tocando punheta pra ele, e outra ele metendo por cima da porra do Geraldo, ele me perguntou o que eu tinha achado, eu contei pra ele como era o Geraldo, como era o kacete dele, ele me perguntou porque não medi o tamanho e a grossura dele, falei a ele se você quer amanha posso fazer isso, meço e te conto pode ser ? ele topou na hora, e tudo combinado so viria para casa na hora que eu ligasse, no outro dia procurei o Geraldo novamente, fomos pra cama, peguei uma fita métrica, o kacete dele mediu 19X16 cm, o do meu marido mede 16x10cm, uma diferença bem grande, como meu marido(corno) me ensinou a ter tesão pra kacetão, eu adorei encontrar o Geraldo. Tudo tem começo meio e fim, e fiquei neste relacionamento por 1 ano, até que um dia a mulher dele começou a desconfiar do que estava acontecendo, antes que as coisas piorassem, meu marido achou melhor que mudássemos de cidade, foi o que fizemos, depois que mudei encontrei somente mais uma vez com o Geraldo, e neste dia foi o ultimo encontro e ele pediu pra comer a minha bundinha, resisti um pouco a deixar mas como era a ultima vez deixei ele comer meu cu também, o danado me arrombou, gozou demais, falou que tinha anos que não comia uma bundinha, depois disso nunca mais nos vemos, e eu não quis mais arrumar outro, disso tudo ficou somente boas recordações que meu marido faz quentão de lembrar sempre quando transamos, eu tenho que reviver pra ele tudo o que fiz com o Geraldo, somos felizes assim, por incrível que pareça.

