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Eu e meu Pai

Eu confesso que tinha uns 13 anos quando isso aconteceu, minha mãe havia falecido e já fazia uns 6 meses que meu pai não se relacionava com nenhuma mulher, eu era um menino grande para a minha idade, e costumava dormir algumas vezes junto de meus pais. Depois que minha mãe morreu passei a dormir todas as noites ao lado do meu pai. Naquela época eu não tinha pelos no corpo era bem lisinho, tinha uma bundinha bem redondinha, cobiçada pelos meninos da minha idade e só um ouvera conseguido possui-lá. Nunca tivera experiencia com homens adultos. Tinha receio do tamanho do pênis, mas queria. Um certo dia meu pai chegou do trabalho um pouco nervoso, após ter deitado e rolar na cama ele foi para o banheiro, levantei pé por pé e vi ele no vaso do banheiro com aquela enorme pisa na mão na igenuidade imaginei que a cabeça parecia um bolo ingles e corpo um pepino japonês, jorrando um liquido branco. Corri para cama e deitei bem quieto esperando ele voltar ancioso pelo que poderia contecer. Após deitar ele aproximou seu corpo de mim colocando a mão em meu quadril e senti ainda duro aquela enorme pisa encostada em mim, então momento tremi não sabia o que iria acontecer, estava desejoso que ele avanssasse o sinal, mas nada aconteceu naquela noite e ele adormeceu encostado no meu corpo. E após ele ter dormido eu sente que o penis ficara para fora das cuecas. Ele encontrava-se num sono profundo me fiz de desentendido e agarrei aquele pau bem devagarsinho baixando minhas cuecas e senti ele encostado em mim, gozei suavemente. Ao amanhecer ele estava encostado em mim, eu sem cuecas e ele com aquela ereção matinal aquele falo enorme no meio das minhas coxas e ele tentava gozar daquela forma, fiz de conta que nada percebera, tentei me aproximar mais dele e ele se assustou e levantou bruscamente. Na outra noite ele chegou cedo e começamos por diversas brincadeiras até que ele me perguntou se já havia tomado banho, respondi que não então ele disse hoje o paizinho vai te esfregar. Então ele deslizou suas mão por todas as partes do meu corpo dizendo que estava me esfregando. Então percebi por debaixo de seu shorts o enorme volume que crescia e fiquei exitado com aquilo então ele disse meu menininho já sente tesão. Eu apenas balancei a cabeça e fiquei um pouco constrangido. Então fomos dormir eu peguei e deitei sem pijama e fiz que estava dormindo. Quando ele chegou e me viu nú de bruços me perguntou se não tinha pijama eu mais que depressa sem me virar esta apertado ele disse tá bem. Daquela noite após ele ter deitado e adormecer pensava eu, fui me encaixando no seu corpo e para minha surpresa ele esta nú e de pau duro, quando sentiu que eu lhe procurara me abraçou carinhosamente para não me assustar, então começou um ritual de me alisar. Eu tremia e sentia aquela enorme pissona babando encostada em mim esperando a hora de me penetrar. Foi assim por muitos minutos com algum creme me esfregava fortemente e forçava a entrada do meu ânus e eu ancioso para que ele me penetrasse. E foi assim por várias noites. Até que em uma noite em que ele chegara mais tarde e eu já havia deitado reservei-lhe uma surpresa consegui uma calcinha fio dental e assim o esperei. Sabendor do que queria e do que poderia acontecer, coloquei bastante vaselina no meu ânus. Quando ele foi deitar e encontrou aquela situação entendeu tudo e não teve duvida. Deitou seu corpo sobre o meu e foi deslizando sobre ele sem parar, me massageava com muito creme e brincaca com aquela cabeçona na porta do meu cú, num certo momento me perguntou se eu iria aguentar e lhe respondi não sei, mas quero, os dois loucos de tesão. Então cautelosamente ele começou o ritual da penetração, quando ele forçou pela primeira vez suei frio. Ele sabedor da arte retirou e começou um bota e tira e bota creme delicioso. Até que em determinado momento senti o seu corpo arfando em cima de mim, havia penetrado tudo num só golpe quase desmaiei. Mas era tanto prazer e desejo que logo me acostumei, e derrepente aquela pisona cresceu mais ainda e senti o seu jorro quente dentro de mim. Caimos para o lado e adormecemos. No outro dia não falamos nada sobre o acontecido e após passados vários dias eu pensava que não iria mais acontecer aquela festa gostosa, eu já havia me recuperado meu cú não ardia mais e parece que estava esperando por isso. Então certa manhã ao acordar percebi um pacotinho de presente ao lado do meu criado mudo, para minha surpresa era uma calcinha fio dental. E a partir desta data sempre que queria transar comigo me dava uma calcinha nova. Nunca conversamos sobre o assunto nunca contei pra nínguem já se passaram sete anos e continuamos assim e não quero que mude, pois ele é meu paizinho e quero ele só pra mim.

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Escrito por Anônimo

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