Eu confesso que confio em minha esposa. Ela só trepou com outro homem porque eu incentivei. Ela mostra a calcinha pra alguns amigos e cunhados dela porque eu peço pra ela deixar que eles vejam. Me dá muito tesão. Os primos, sobrinhos e cunhados tiram liberdades com ela porque eu permito e gosto. Gostei do chifre que ela me botou porque não foi só tesão. Ela gostou do cara, e ele ficou doido por ela. Éramos amigos, ainda hoje somos e conversamos bastante sobre o tempo que ele comeu ela. Ela acha que valeu a pena e ele nunca a esqueceu. Eu e minha esposa tínhamos 31 anos e 10 de casados. Ele era solteiro, tinha 21 e frequentava a nossa casa e percebemos que ele estava doido por ela. Minha mulher também ficou a fim dele, e eu criei o clima, incentivei e participei de toda a sedução. E foi muito gostoso. Um dia bebíamos em casa, a Ilma vestia um conjunto de saia de blusa branco, de linho e se embriagou. Eu chamei o Kleber e lhe falei. Não vai agora, pois Ilma está bêbada e vai abrir a pernas e tu vais ver a calcinha dela. E não precisa olhar para o outro lado. Olhe à vontade, sinta tesão, endureça o pau, não sinta nenhuma vergonha nem constrangimento que o que é bonito e gostoso é para ser mostrado e visto. Ele ficou sem palavras. Quando ela sentou em meu colo, de frente pra ele e foi escorregando para o chão e abrindo as pernas, os olhos dele brilhavam de tesão. A calcinha era de renda branca. Quando a levei pra cama, deitei-a de bruços e levantei a saia pra ele ver a bunda. A rola dele só faltava rasgar o short de tão dura. e a minha mais dura que a dele. Ela adormecida, eu falei pra ele – Quer aproveitar pra dar uma alisada, uma esfregada, fique à vontade que ela está bêbada e dormindo, não vai perceber. Ele alisou as coxas, pegou na bunda e botou a calcinha dentro da regada. Aí deitou por cima e esfregou o cacete duro na bunda dela, gemendo e falando – que coisa tão gostosa é tua mulher, Charles! No dia seguinte ele apareceu lá em casa, e eu disse, na frente dele – Ilma, não precisa mais se preocupar com a posição de sentar, que ontem o Kleber te viu de pernas arreganhadas, a calcinha branca de renda, e adorou. E também botou tua calcinha dentro da regada e ainda montou e esfregou a vara dura em tua bunda. Em casa bateu uma punheta pra ti. Ela então abriu as pernas e a calcinha preta apareceu. Eu disse pra ele – Mete a mão, enche a mão na buceta dela! Ele sentou junto dela e pegou no bucetão dela, que sorriu e fechou os olhos. Aí ele meteu a mão dentro da calcinha e enfiou o dedo na tabaca dela. Botou a mão dela em cima do caralho dele, já duro e ela abriu o zíper e caiu de boca. Ele puxou-a pela mão para o quarto, foi tirando-lhe a roupa e disse – Em meus melhores sonhos, nunca pensei que tivesse a sorte de comer uma mulher tão gostosa, e na frente do marido! Desceu o short, tirou a cueca e montou nela. Eu fiquei doido de tesão, vendo a pica dele entrando até os ovos na xoxota molhadinha da Ilma. O pau pulsava de tão duro. Quando gozaram, eu montei nela e a comi na frente dele. Foram amantes uns seis meses, eu sempre participando e sugerindo fantasias a serem realizadas. Tomavam banho juntos, ele esfregava a cabeça da pica no rosto dela, ele esfregava a buceta no nariz dele. Comeu ela no carro, era uma loucura de bom. Ela levou tanta vara, minha e dele, que vivia de buceta inchada de tanto foder. Ela só teve esse amante, foi só esse chifre, mas valeu a pena. Realizamos sonhos, os três, e fomos maravilhosamente felizes. Foram meses inesquecíveis! Se pintar outro, quero chifre de novo!

