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no hotel com minha esposa

Eu confesso que me estranhei O surdo-mudo babou
Minha esposa tem quarenta anos, não é modelo especial de mulher, normal, eu a acho deliciosa, suspeito pois amo demais , estamos casado mais de vinte.Ela tem uma particularidade pouco comum, é muito tímida porém adora sexo,casou virgem jamais teve outro parceiro (creio eu) jamais ouvi f alar qualquer palavrão ou ter qualquer atitude com relação a sexo, é simplesmente acanhada pra esses assuntos, sei que gosta de trepar por sua reação na hora da intimidade. Os momentos mais prazerosos ela os tem, com a cabeça enterrada entre travesseiros, gosta de abafar os gemidos, mas não consegue conter os rebolados nem as contrações com a vagina e a bunda. Sexo anal nunca permitiu. Acho-a uma linda mulher além de ótima companheira, é também a melhor mãe, temos três filhos, todos com mais de quinze.
Eu sou supervisor de vendas de uma importante multinacional, viajo com regularidade, mas sempre tenho os fins de semana com a família.
Na semana passada fui ao Rio de Janeiro para visitar especialmente 3 clientes, certamente teria sobra de tempo, apesar de ser já, quinta feira. Resolvi levar Valquíria comigo,os meninos ficariam bem dois ou três dias e ela descansaria um pouco, aproveitando pra ir à praia, tomar um pouco de sol, coisa que não faz em nossa cidade por ter vergonha de aparecer de biquine pra conhecidos. O hotel bem perto da praia , facilitou pra que ela curtisse um sol espetacular em Ipanema, quinta feira visitei dois clientes e o terceiro ficaria pra sexta , faria a te a hora do almoço depois teria a tarde livre pra ficar com ela na praia.viajaríamos no sábado de manhã. Voltei tarde naquela quinta , tomei banho e fomos jantar fora, foi maravilhoso, ela estava um pouco cansada pelo dia nas areias brancas de Ipanema , mas mesmo assim foi muito bom o jantar.Na sexta recebo uma ligação do cliente que precisou viajar não poderia me atender, confesso que gostei pois passaria o dia com minha esposinha na praia e foi o que fizemos, desde a dez da manhã, no sol e na água estava delicioso , o dia passou sem que percebêssemos, comemos um lanche por ali mesmo, nem almoçamos.
pois o menino era surdo e mudo, o moleque veio era um pretinho sorridente vestido de camareiro não tinha mais que quinze anos apesar de muito alto, pobre não escutava nem falava.
Fomos para o quarto, Valquíria estava ansiosa por um banho, entrou logo no chuveiro e demorou muito, relaxou na banheira deixei-a a vontade, enquanto isso assisti aos jornais e passei o relatório para empresa, Depois de muito tempo ela saiu do banheiro e vestida com um roupão banco, tinha os cabelos molhados e cheirava shampoo. Disse a ela que iria tomar banho e que ela recebesse a pizza que o menino iria trazer por volta das nove, entrei no chuveiro demorei uma meia hora mais ou menos , na minha saída que as coisa começaram acontecer. Deparei com o camareiro de boca aberta com a pizza em um dos braços olhava fixo para cama onde Valquíria dormia profundamente tinha o roupão erguido deixando suas coxas e parte da bunda descobertos. O rapaz estático admirava sem piscar, não percebeu minha presença pois não ouviu a porta abrir, sou ciumento, mas naquela hora tive uma reação estranha não sei se de pena do menino ou um desvio qualquer em mim , pois tranquei a porta do quarto e aproximei do rapaz, com uma das mãos tirei lhe a pizza colocando em cima da mesa e com a outra fiz sinal de silencio, toque lhe o ombro parara que se aproximasse da cama, assustado me obedeceu sem tirar os olhos da mulher adormecida. Sem raciocinar sobre o que passava comigo assentei me nos pés da cama sem tira a mão do rapaz, comecei acariciar as torneada perna da minha mulher que reagiu, como de costume, virando se de bruços e puxando as almofadas pra cima da cabeça, puxei então uma das mãos do negrinho em direção às nádegas marcadas pelo limite do biquine em contraste com o vermelhão proporcionado pelo escaldante sol de Ipanema. A mulher rebolava sob nossas mãos, o roupão escorregou para as costas, o perfume do banho ainda exalava no ar, agora misturado com o orégano da pizza recém assada.Incrível, ela agora levantou bunda abrindo muito as pernas, a boceta arreganhada com os lábios cor de rosa, pareciam molhados, o menino incrédulo com a língua vermelha de fora parecia querer falar alguma coisa, arregalou os olhos quando dei sinal para ele aproximar o rosto, ensinei lhe como fazer com a língua, coloquei a minha primeiro, imediatamente ele lambeu como o boi faz na vulva da vaca, babando com louco lambia de baixo para cima, os lábios vaginais pareciam querer explodir tão inchado pareciam, os pelos molhados brilhavam , Valquíria serpenteava, o clitóris parecia um pequeno pênis tal era exuberância. Olhei para a calça azul marinho do rapaz parecia que ia romper se tamanha ereção,não sei de onde tirei coragem ,mas com minha mão comecei desvencilhar o ziper, eu mesmo busquei o pênis dentro da cueca branca, sem tirar a língua rugosa da vagina ele facilitou a liberação de um membro enorme cheio de veias com uma cabeça do tamanho de uma bola de tênis .Encaminhei com minha mão aquele monstro pra dentro da gruta úmida, que não estranhou a grossura, engolindo aos poucos fez desaparecer, vi as bolas do menino chocar a pele branca das pernas grossas da minha esposa, que rebolava de forma inédita, ela estava gozando, ele também não demorou, o liquido branco começa sair por todos os lados, quantidade grande, mas a minha surpresa não parou ai, Valquíria , sem tirar a cabeça debaixo das almofadas, levou a mão atrás e segurou o enorme cacete, quem não acreditou agora, foi eu pois a taradinha levou o , ainda ereto, pau esfregando no cuzinho virgem, lubrificou-o esfregando muitas vezes . Vi o pequeno orifício tragar a enorme cabeça que,via se, entrava devastando as preguinhas bem feitas, somente a cabeçorra teve dificuldade pra entrar o tronco deslizou suave, o garoto parecia estático, os movimentos eram apenas da fêmea rebolava corcoveando atrás e à frente, parecia achar pouco, minha querida e delicada esposa estava irreconhecível, da vagina molhada exalava odor de tezão. Ela estava gozando de novo, e o preto também, masturbei e gozei muito sem tocar nela, apenas com a visão da mulher arreganhada desfalecida escorrendo muito esperma, quando dei por mim o camareiro tinha deixado o quarto silenciosamente, a mulher exausta desfalecida parecia dormir com ar sorridente nos olhos.
No outro dia depois de um banho, saímos de viagem, na portaria da garagem estava o pretinho sorridente acenando pra nós, tive oportunidade, ao entregar -lhe uma gorgeta, fazer um sinal de silencio, o que ele concordou com a cabeça, sem perceber , Valquíria comentou simpático esse menino ,não? Concordei rindo. Ela ainda comentou corada, você estava impossível ontem a noite, mas foi muito bom, continue assim!
Será que ela sabia de alguma coisa?

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Escrito por Anônimo

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