Olá a todos! Já fiz aqui duas confissões neste site e, quem se interessar, faça a pesquisa em “adultos” e procure por “feliz.feliz”. Hoje tenho mais uma coisa pra contar pra vocês. Nunca tive problemas com o cheiro ou o sabor do esperma. Ainda muito jovem, virgem ainda, com meu primeiro namorado aprendi a gostar de ver o homem gozando. A gente namorava no carro, à noite, em ruas escuras, ele me masturbava acariciando os lábios da minha xotinha virgem e me fazia gozar deliciosamente. Depois eu agarrava o pinto duríssimo e movimentava a mão pra cima e pra baixo até ele gozar, mas eu nunca via o gozo saindo porque ele envolvia a cabeça do pinto com um monte de papel higiênico – ele dizia que, na hora do gozo, o esperma esguichava longe e iria sujar até o teto do carro. Eu achava que ele estava exagerando e isso me dava uma curiosidade enorme pra ver, mas o fato é que eu nunca havia visto ele gozar, mesmo porque a gente fazia isso em ruas escuras e não daria pra ver mesmo. Uma tarde de domingo ele conseguiu emprestar o carro do pai e saímos da cidade até chegarmos numa estradinha de terra onde ele enfiou o carro numa pequena floresta. Protegidos pela mata fomos pro banco de trás onde pudemos, então, ficar totalmente pelados – era a primeira vez que isso acontecia e me senti super molhada me exibindo toda nua e vendo ele completamente pelado. Ali, naquele momento, com o sol iluminando tudo pude, então, ver o pau do meu amado completamente livre, duro… e babando. Que delícia! Por eu ser menor de idade havíamos combinado que não iríamos transar e que só haveria troca de carícias. Ele me fez um carinho na xota e me chupou os bicos dos peitinhos até que eu gozasse. E, quando chegou minha vez, agarrei o pintão gostoso e comecei a punhetar aquela delícia. Quando ele estava pra gozar pedi a ele que me deixasse ver, disse que queria saber como era um homem gozando. Ele me chamou pra fora do carro, saímos, os dois, completamente pelados. Do lado de fora agarrei o cacete duro e pingando de tesão e reiniciei a punheta. Quando ele anunciou o gozo fiquei bem atenta na cabeça do pau e diminui os movimentos, pois queria ver o que aconteceria. Gente… que coisa linda ver um homem gozando! O pau inchou, ficou maior, mais grosso e mais duro, parecia que iria explodir e vi o primeiro jato sendo espirrado pra longe… e o segundo… e o terceiro e… não sei quantos mais jatos saíram daquela pica quente que eu agarrava com tara, muita tara! Dias depois voltamos naquele lugar e, após ficarmos pelados – ahh, como era bom ficar peladinha pra ele, ver ele totalmente pelado e de pau duro pra mim!, e reiniciamos nossa troca de carícias no banco de trás. Ele me fez um carinho gostoso nos lábios da xota até que gozei naqueles dedos maravilhosos. Depois foi minha vez e comecei a punhetar o pau que babava de tesão, tesão por mim! Delícia! Quando percebi que ele estava próximo de gozar saímos do carro e recomecei a punheta no pau do meu amado. Quando ele anunciou o gozo me coloquei frente a frente com ele, me ajoelhei e apontei o cacete duro pros meus peitos, e neles recebi toda a carga de esperma que o meu namorado havia guardado pra mim. Com enorme prazer eu assisti os jatos saindo e me atingindo, eram jatos fortes e quentinhos. Com orgulho espalhei o creme quente pelos peitinhos e barriga antes de vestir a camiseta. Chegando em casa me despi em frente ao espelho e vi o creme já seco e grudado na pele – só não dormi sem tomar banho com medo da minha mãe ver. Risos. A partir desse dia eu, sempre que podia, queria vê-lo gozando e, mais que isso, queria receber os jatos nos meus peitinhos e lambuzar eles com o creme, com a porra do meu gato – ele me ensinou a falar assim, porra! Na primeira vez achei estranho, mas depois gostei de falar e ouvir. Dias mais tarde retornamos à estradinha de terra, ao nosso “matelzinho” (motel no mato, risos)e depois de tirarmos nossas roupas, pulamos pro bando de trás e recomeçamos nosso amor. Após muitos beijos na boca (eu sentindo o pau duro e babando entre minhas as coxas), depois de beijos e lambidas nos peitinhos, senti ele descer e começar a lamber meu umbigo. Imaginei onde a boca dele chegaria e me senti insegura – tive medo dele não gostar do meu cheiro, do sabor da minha xota. Mas minha insegurança se desfez quando senti a língua dele nos meus pelos. E dos pelos pro início da rachinha foram uns poucos segundos. Senti os lábios deles se unirem aos meus (da xota, risos), senti a língua quente acariciando minhas carnes mais íntimas, indo e vindo, subindo e descendo e, em poucos minutos explodi em gozo na boca do meu amado. Que delícia! Depois de um descanso chegou minha vez de retribuir o prazer recebido. Comecei a bater uma punheta pra ele que, safado como todo homem, foi se ajeitando no banco de forma a me oferecer o pau pra chupar. Há muito que eu queria beijar ele no pau, mas, insegura , não fazia. Havia chegado a hora! Quando ele segurou o pinto pela base, puxou a pele e descobriu a cabeça toda inchada e melada de lubrificante natural, não resisti. Antes de dar o primeiro beijo, afundei o nariz nos pelos dele e cheirei tudo aquilo, do saco até a cabeça e me embriaguei com o cheiro do macho. Faltava ainda sentir o gosto! Abri a boca e deixei ele afundar minha cabeça em direção àquele objeto do prazer, objeto das minhas noites de insônia e de masturbação. Risos. Senti pela primeira vez o gosto de um pau… e adorei, amei o sabor do macho, da pica! Me senti muito fêmea e caprichei na chupada até que ele anunciou o gozo. Pensei em parar a mamada, embora sentisse vontade de receber na boca os jatos de porra quente. Eu não sabia o que fazer e foi quando ele segurou minha cabeça e não me deixou escapar. Aconteceu!, jatos e mais jatos foram esguichados dentro da minha boca. No início não engoli, queria sentir o sabor, mas outros jatos vieram e tive de começar a engolir. O sabor era estranho e eu não me lembrava de nada semelhante ao gosto daquele creme que ele me dava. O tesão do momento era enorme e, gole a gole, engoli todo o leitinho que o meu amado me presenteava. Adorei! A partir de então nunca mais recusei uma chupada num pau ou uma gozada na boca. Agora, sim, a partir de aqui, vou começar a minha confissão. Aconteceu ontem. Sou madura, casada com um homem maravilhoso e temos vida sexual bastante ativa. Fazemos de tudo um pouco e, nesses tempos de frio, adoramos um 69 debaixo do cobertor. Experimentem – não há nada que esquente a gente tão rápido! Risos. Nos deitamos e iniciamos trocas de carinhos que logo evoluíram pra um 69, eu por cima. Gosto assim, de sentir pica dura na boca e meu homem com a cara entre minhas coxas me lambendo desde o grelinho até o cuzinho. Estava tão bom aquela chupação que gozei antes dele. Precisei de uns minutos pra me recuperar e depois fui retribuir o prazer proporcionado. Ele se sentou na cama apoiado na cabeceira e eu me ajeitei entre as pernas dele. Gente!, ver aquele cacete duríssimo, cabeça brilhando, babando, e saber que era por minha causa… me deu um puta tesão! Iniciei os carinhos, uns beijos no saco, no pau até que abocanhei a cabeça e tudo mais que coube na minha boca. Ah, que gosto bom tem um pinto… aquela baba gostosa que brota… ahhh! Caprichei na mamada e, ao mesmo tempo fazia carinhos nele. Ele gosta que eu agarre o saco, pegue pelas bolas (sem apertar, claro!) e puxe o saco inteirinho pra baixo, rumo ao cuzinho. Ele diz que assim puxa a pele do pau e deixa ele mais sensível. Aproveitei que, puxando o saco pra baixo, minha mão ficou perto do cuzinho dele, com um dedinho curioso e esperto comecei um carinho nas preguinhas dele, região muito sensível e que deixa ele doido de tesão. Eu chupava o pau e, de olhos abertos, olhava ele nos olhos, vendo a expressão de tesão e prazer que eu causava nele com minha boca quente e língua esperta em todo o corpo do pau e na cabeça. Gente, é muito bom dar prazer a um homem com a boca – adooooro! Entre eu ele achamos que sexo oral não é apenas a boca no pau ou na buceta mas, também, aquelas obscenidades que se fala durante o ato. Ele me olhava nos olhos e dizia: minha putinha, sua boca no meu pau é muito gostosa! E eu, com prazer enorme, retribuía: Gosta?, gosta da boca da sua putinha te chupando a pica? Gente, falar assim na hora da transa é bom demais! Risos. Percebi que ele se aproximava do gozo e, então, molhei o dedinho maior e pressionei no cuzinho do meu macho que, apenas gemeu e ficou quietinho enquanto meu dedinho atravessava a musculatura se perdia lá dentro sentindo o quanto ele é quentinho e apertadinho no cu. Achamos que cu, seja de mulher ou de homem é tudo igual, os dois são sensíveis e podem proporcionar um prazer enorme. Adoramos trocar carinhos assim! Gente, como é bom ver meu homem se retorcendo de prazer, sentindo minha boca na cabeça do pau, minha mão puxando as bolas dele pra baixo e meu dedinho atrevido fazendo um carinho no cuzinho dele. Percebi que ele iria gozar e diminui os movimentos pra torturar ele um pouquinho mais. Ele se acalmou e, me olhando, provocou: Putinha gostosa, se você continuar me chupando o pau assim vou encher sua boca de porra quente! Tirei o pau um pouquinho da boca, mantive meus lábios se esfregando na cabeça e retribui a provocação: Goza, esporra bem gostoso na boca da sua puta que ela tá querendo porra quente… vai… me dá a porra quente desse caralho gostoso que eu quero engolir tudo… me dá porra quente na boca, dá! Terminei de dizer isso e, nos olhando nos olhos, afundei minha boca no pau, puxei o saco um pouco mais pra baixo… e afundei meu dedo no cuzinho dele. Gente… provoquei o início da explosão! Jatos e mais jatos de porra grossa e quente foram saindo daquela pica e me atingindo no céu da boca. Nessa hora fico muito puta e, mexendo a língua dentro da boca, espalhava tudo aquilo nas laterais internas das bochechas, debaixo da língua, nos dentes… e depois engolia. E assim fui engolindo, golfada a golfada de porra quentinha do meu homem, do meu macho! Depois da última esguichada ainda fiquei com o pau dentro da boca e mexendo a língua bem devagarinho, pois sei que fica tudo muito sensível. Normalmente ele demora alguns minutos pro pau amolecer, e assim ficamos quietinhos até o pinto começar a amolecer. Delícia! Pessoal, é isso aí! Confessei que adoro sexo oral, o lambido, o chupado… e o falado, aquelas obscenidades gostosas que se diz e que se ouve durante uma trepada gostosa. Quem quiser comentar algo, teremos prazer em responder. Gostamos de trocar mensagens eróticas, experiências e, até fotos íntimas. Aí vai nosso e.mail: [email protected].

