Começou na pandemia. Presos no nosso apto, começamos a conversar muito sobre tudo, minha mulher e eu. Estamos juntos há 12 anos e não temos filhos. Somos pais de pet.
Nossas conversas, sempre muito longas, eram motivadas por filmes e séries que assistíamos em conjto. Criamos assim, o hábito de sempre conversar a respeito de algum acontecimento mostrado nos jornais ou sobre algum personagem de filme/série/novela/reality. Foi qdo começamos a conversar sobre vídeos pornôs e os diferentes fetiches que cada tipo de vídeo salienta.
Fetiches por pés, gordas, bbc, cuckold-hotwife, humilhação, travestismo, crossdress, etc. Nossas conversas tentavam entender pq uma relação sexual precisava derivar para esses comportamentos mais extremados para ser saciada (a relação sexual).
Nessa busca por entendimento e, sem nada melhor para fazer (pandemia, lembre-se), resolvemos tentar reproduzir esses fetiches e descobrir como nos sentíamos a respeito. Começamos com o cuckold e cuckquean (ver o/a parceiro/a tendo relações sexuais com terceiros). Conseguimos encontrar, em apps específicos para isso, parceiros e parceiras para essa prática.
Foi bem divertido e gostoso. Tanto que acabamos assimilando e normalizando. Hj o estilo de vida cuck faz parte de nossa rotina sexual. Então, ano passado, ali por julho, resolvemos fazer um cuck diferente, em que ambos pudessem observar o outro tendo relações com a mesma pessoa. Contratamos uma travesti bem feminina e bem pausuda (22cm) e foi uma das melhores fodas que já tivemos nesses anos todos.
Essa travesti (Diana) tornou-se nossa amiga/amante e tornou-se presença constante em nossa casa, principalmente nos finais-de-semana. Como ela tem um namorido fixo (Beto), aconteceu de nos conhecermos todos, qdo ela nos apresentou uma noite em que a havíamos convidado para uma balada LGBT em conhecida casa noturna.
O Beto é um sujeito simpático, bonito e safado. Minha mulher gostou e, pela carinha dela, devia estar imaginando muitas putarias entre nós quatro. Eu tb achei ele atraente e estava animado com a possibilidade de fazermos uma suruba bissexual. Seriam quatro cús, quatro bocas, quatro tetonas, três rolas e uma buceta para todos compartilharem entre si.
Porém… o Beto me rejeitou. Disse que não ficaria à vontade de trepar junto com outro macho. Fosse eu uma travesti ou, qdo muito uma bicha afeminada, talvez ele conseguisse abstrair a minha figura masculina e topasse participar do quarteto. Não rolou nada e cada casal foi pro seu lado ao final da balada.
Eu estava frustrado, mas minha mulher estava inconformada. Ela queria pq queria fazer uma suruba comigo em conjto com o outro casal. Tanto que começou, a princípio, insinuar que eu poderia me feminizar um pouco e depois começou a pedir para que eu topasse experimentar esse fetiche de feminização, que que tinha de mais? Afinal, segundo ela, já tínhamos experimentado outros fetiches e esse seria só mais um. Se eu não curtisse, abandonaria a ideia. Se fosse gostoso acrescentaríamos isso ao nosso repertório sexual.
Eu não estava afim. Não conseguia me enxergar feminizado e acreditava que ficaria ridículo usando uma peruca e uma noneca de aquendar. Mas ela insistiu. Pediu para experimentarmos só uma vez e ela é quem me produziria. Tanto insistiu que acabei concordando e ela me deixou desse jeito:
Pois, olha… nunca imaginei que pudesse ficar tão gostosa. Não tenho receio de postar essa e as demais fotos desse desabafo, pq estou irreconhecível. Decididamente não me pareço nem um pouco com essa Cdzinha que batizei de Nanda. O fato de ter ficado tão atraente estando feminizada, me deu confiança para tentar aprofundar nesse fetiche.
Ah! Depois que minha mulher acabou a minha feminização, ficou maluca! Tarada como nunca havia visto. Fizemos provavelmente o sexo mais intenso que jamais tínhamos feito até então. Ela gozou várias vezes, uma delas a ponto de enxarcar a cama de tanto squirt que ela jorrou. Eu também gozei como nunca havia gozado antes.
Enviamos essa foto para a Diana e para o Beto. Ambos aprovaram a transformação e o Beto disse que, desse jeito, ele topava transar conosco.
Anteontem, sábado, minha mulher me montou novamente, para recebermos aqui em casa os dois (o casal Diana e Beto). Fiquei assim:
Passamos o sábado e todo o domingo trepando aqui em casa. Adorei me tornar Cdzinha e hj entendo melhor esse fetiche, que sempre me pareceu estranho e sem propósito. Mas estava enganado. Ser Cdzinha para seduzir machos é muito divertido e gostoso. O resultado foi esse:
Eu com o Beto. Foto tirada pela minha mulher.
E é isso. Só queria desabafar e contar como me tornei Cdzinha com a ajuda e o incentivo de minha mulher. Obrigado por ter lido até aqui.
Beijos da Nanda!






Vc tem com sua mulher oque eu sempre sonhei em ter com a minha, vc é um cara de sorte.
Belo relato. Demonstra como é essencial para um casal a conversa franca e aberta bem como a troca de intimidades, sem receio de julgamentos.
E vc ficou uma linda CDzinha. Parabéns!
Venham ambos visitar nossa Sexta Cross. Se for o caso venham juntos com a Diane e o Beto. Serão todos acolhidos e muito bem recebidos.
Os convites são postados aqui mesmo no site.
Esse foi o convite de sexta passada:
https://meusdesabafos.com/%f0%9f%a4%a9%f0%9f%98%8da-primeira-sexta-cross-de-2024-para-machos-cdzinhas-travestis-e-putanheiros-venha-%f0%9f%a4%a9%f0%9f%98%8d/
Muito legal, ficou otima. Sorte de ter uma mulher companheira assim, queria muito que a minha me preparasse assim para outros machos e participasse junto.
Mto legal essa relação sua com sua esposa…. agora é aproveitar do melhor jeito possivél
Simplesmente amei o seu relato e tua abertura com a tua esposa e tudo mas. Um casal cumplice e parceiro pra caramba! Muito legal a cumplicidade de um casal para poder realizarem juntos e sem medo tuas fantasias! Parabéns ao casal!
Ficou uma gostosa msm, eu te comeria assim tbm, ótimo relato rs
Que loucura… ate eu fiquei com tesao em comer você montado de menina…
ADOREIIIIII
Muito bom, bem escrito sem enrolação e belas fotos, só faltou as fotos da sua esposa e do anal no seu cuzinho.