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6 em cada 10 mortos por Covid-19 não tomaram dose de reforço

Um levantando feito pela Info Tracker, plataforma de monitoramento da pandemia ligada à USP e à Unesp, aponta que seis em cada dez mortos e internados em decorrência da Covid-19 no Brasil não tomaram a terceira dose da vacina. As informações se referem aos meses entre março a junho de 2022.

No período, 30 mil pessoas foram internadas por conta da doença. Dessas, 65% não haviam tomado a terceira dose. Também foram registradas internações de pessoas que receberam o reforço (34,7%), mas a maior parte delas havia tomado a vacina em 2021, o que reafirma a importância de uma quarta dose em 2022.

O número de óbitos segue o mesmo padrão: 67% das pessoas que morreram em decorrência da doença não haviam recebido a terceira dose. Do total, 32% dos pacientes falecidos chegaram a receber a terceira dose, mas apenas 5,9% tomaram o reforço nos últimos seis meses.

Os dados indicam que 68% das pessoas internadas entre março e junho tinham algum tipo de comorbidade. O percentual sobe para 80% quando falamos em mortes. Como no início da pandemia, os idosos continuam sendo os principais afetados, representando 64% das internações e 82% dos óbitos.

Menos de 50% da população brasileira que pode ser vacinada (maiores de 5 anos) recebeu a terceira dose do imunizante. Enquanto isso, diversos estados já oferecem a quarta dose, ou segunda dose de reforço para pessoas com mais de 40 anos. 

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Escrito por Super Curioso

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12 Comentários

  1. Internacionalmente, existem vários estudos que foram publicados. No Research Gate, BioRXiv; Lancet Medical Jornal; e de várias universidades de renome: Imperial College of London; King’s College of London, etc.
    Nunca na História uma epidemia foi tão estudada e houve tantos esforços internacionais dos meios acadêmicos.

    As grandes perdas e todos os problemas, tragédias, perdas financeiras, causaram uma cooperação internacional como nunca antes visto.

    Mas aí, estudos feitos nas universidades daqui, que todos sabemos: não tem fundos, são abandonadas, mal-equipadas, caindo aos pedaços.

    O Brasil fez tudo de errado o possível na Pandemia de SARS2, não é uma referência.

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