Eu confesso que desejei fazer amor com meu filho desde sua adolescência. Eu o via pelado, com aquele pintão muito mais longo do que o do meu marido e ficava muito excitada, a ponto de tremer e suar. Mas ainda assim, ao me masturbar, eu pensava em outros homens. Isso era muito angustiante. Eu estava sempre tentando me enganar. Algumas vezes acordei toda molhada por haver sonhado que ele me penetrava. O engraçado era que no sonho tinha orgasmo, mas ele sempre. Eu achava que como eu não podia controlar meus sonhos eu não tinha culpa disso. E então torcia para que na noite seguinte eu tornasse a sonhar. Um dia, já não agüentando mais aquele faz-de-conta, comecei a provocá-lo exibindo meu corpo. Ele não poderia afirmar que o que eu estava fazendo era isso, porque seria um desrespeito muito grande, mas aos poucos começou a me abraçar toda vez que chegava, até que se me permitiu encoxar levemente, ali, na cozinha, em pé, em frente à pia, e se pôs a me beijar o pescoço. Ao invés de afastá-lo dali, sem exagerar como faria qualquer outra mãe carinhosa, já muito excitada deixei que ele continuasse com aquilo. Aos poucos seu maravilhoso pênis , mesmo sobre o tecido, se alojou entre minhas nádegas e ficou ali, roçando e roçando. Aí resolvi salvar as aparências e disse-lhe, sem querer demonstrar determinação – Pára com isso menino! – E aí ele disse – Só mais um pouquinho, mãezinha! Só um pouquinho. Como eu não reagisse, se atreveu a levantar minha saia. – Ah” – Disse eu apenas para parecer que eu exercia meu papel de mãe. – Assim não filinho! – Deixa eu experimentar, mãezinha! – Está bem! Mas não demora! – Com tal permissão ele abaixou minha calcinha e enfiou o longo pênis entre minhas nádegas. Não posso garantir se fiz ou não de propósito, mas deixei escapar um pequeno suspiro e, para piorar as coisas, me movimentei para trás, como se me oferecesse para que ele me penetrasse. – Foi um momento tão forte que hoje, contando, penso até que perdi um pouco a consciência. – Era claro que eu queria que ele me penetrasse. Não importava se o fizesse no ânus. Eu queria senti-lo como eu o sentia nos sonhos. – Uuuiii!!! Filinho! Mais devagar!. E aí eu já estava rebolando para facilitar as coisas. Aí ele fez um movimento brusco para a frente e vi estrelinhas de dor. Nos movimentos seguinte ele começou a gemer forte e a ejacular. Uma, duas, três, sei lá quantas vezes. Satisfeito, ele puxou o pintão para fora, escondeu-o com as mãos, me pediu que o desculpasse, em tom de sincero arrependimento, e saiu apressado para o seu quarto. Na mesa do almoço não dirigia mais o olhar para mim. Muito mais tarde chamei-o para uma conversa e, numa clara tentativa obscena de estabelecer que aquilo ainda poderia acontecer outras vezes, eu lhe pedi para que guardasse absoluto segredo a respeito daquele joguinho que havíamos começado. Minha intenção, é claro, não era a de que eu esperasse que não tornasse a acontecer. Mas de quem pretende estabelecer um pacto de silêncio que alcançava aquela primeira vez, e as próximas que, é claro, agora passaram a acontecer com muita frequência. por mais tempo, e da maneira que ele quisesse. Numa delas ele quase me machucou fazendo o pênis penetrar profundamente na garganta. Quem suportaria uma coisa dessas senão alguém que o amasse, como eu ainda o amo, embora ele tenha se casado e não seria honesto que continuássemos com aquilo. Quem sabe?


Acredito que ele retornará sim, e torço pela felicidade de vocês💕