em

777 MAMÃE É MUITO LEGAL.

Eu confesso. A campainha tocou, Luiza foi atender, um estranho sorridente entrou e sem dizer palavra ambos se beijaram longamente na boca, e foram para o quarto. Max, nosso filho, apesar de seus 26 anos de idade, tem a idade mental 5 ou 6. Desse modo ninguém se incomoda com a presença. Foram para o quarto. Max os seguiu. Tiraram a roupa e Max os imitou. Ambos se abraçaram e Max aí queria descobrir aonde é que a longa e rija linguiçona do estranho havia se enfiado. Mas quando os pombinhos se distanciaram deu prá ele perceber que ela havia estado entre as coxas de sua mãe. Ela então se deitou de costas para a cama, retesou as pernas, e deixou que o estranho se deliciasse com as partes íntimas dela. Max, que costumava tomar banho na Jacuzzi com a mãe nunca lhe havia visto as artes íntimas da mãe. E então o estranho se ajoelhou sobre a cama, entre as pernas dela, e ela o ajudou a na penetração. – Que coisa mais maluca! – pensou Max. – O que é que eles estavam fazendo? – Fizeram uns poucos prá frente e prá trás e, zupt, a lingüiça no homem já estava quase toda dentro da minha mulher, diante dos olhos arregalados de Max. Até se abaixou para garantir que, de fato, o pinto do estranho estava mesmo entrando na buceta dela. Em dado momento sua mãe o abraçou, enlaçou-o com as pernas, apoiou os calcanhares em nos rins do homem, e o apertou de encontro a si para que lhe penetrasse até que o sacão escuro, balançando no ritmo dos vai e vens, lhe ficasse tocando a bunda. Por quê estavam fazendo aquilo? – Só podia ser aquilo que os cachorrinhos fazem com as cadelas – pensou. Mas logo a mãe dele é que tinha de estar ali fazendo isso. Max sentiu muita vergonha. E aí o estranho começou a gemer de modo escandaloso, a respirar de modo ruidoso, e a falar com voz entrecortada. – Bem feito! Ele havia se machucado – Pensou Max. Mas então porque é que o estranho não saia de cima dela e não ia procurar um pronto socorro? – E aí a própria mãe dele passou a acompanhá-lo naqueles ruídos escandalosos. – Então o que eles estão sentindo não é dor. Mas então porque é que ela lhe dá dando tanto prazer assim? – Ele pensava. Então ele começou a gritar e a ejacular dentro dela. Uma, duas, sei lá quantas vezes, e de repente ele parou, mas continuava em cima dela. Aí ele puxou o longo pinto para fora e Max, uma criança num corpo de adulto, percebeu que dela saia algo esbranquiçado e pegajoso. Ele havia enchido-a daquilo. – Por quê? – Max tentava adivinhar. Então estranho pegou uma toalha de rosto e se pôs a enxugar o magnífico pintão e Max pensou: – Isso está errado! A toalha de enxugar essas coisas é a de banho! – Mas logo deixou de ter tanta certeza porque a mãe tapou a vagina com outra toalha de rosto e ambos saíram para ir tomar banho. E aí ambos, ainda pelados, se deitaram e adormeceram despreocupadamente. – Ninguém pensava que meu pai poderia chegar a qualquer momento. – Max pensou. Quando acordaram, quase meia hora depois, Max ainda estava ali, em pé, tentando entender o que ocorrera. Além disso ele não podia desgrudar o olhar do lindo corpo da mãe a quem tanto amava, já achando que talvez ela já não era tão pura como ele sempre a via. E aí Luiza se pôs a tentar reanimar a linguiçona do estranho. Masturbou-o carinhosamente, e quando ela começou a enrijecer, Luíza a enfiou na boca e permitiu que ela deslizasse até o fundo da garganta, coisa que nunca fizera antes e que lhe provou vontade de vomitar. Então ela se recuperou um pouco e voltou a chupar. E aí o estranho gozou novamente. Max viu que a boca da mãe se encheu da coisa grudenta, e quando imaginou que ela fosse cuspir tudo prá fora, ela olho bem nos olhos do homem e engoliu toda aquela porcaria. O homem voltou ao banheiro e Max, um tanto curioso pediu à ela – Faz também prá mim, mamãe. Durante alguns segundos ela hesitou, mas em seguida puxou o garotão prá junto de si e repetiu tudo o que havia feito para o estranho. Em dado momento o moção fez um movimento brusco prá trás, de quem tenta proteger o pinto, mas ela não permitiu que ele lhe escapasse e pela primeira vez Luiza ouviu os intensos gemidos de excitação do filho. Daí prá frente nunca mais o menino seria o mesmo. Mas agora Max se tornara meu sócio no sexo. E pedia insistentemente que a mãe lhe fizesse “aquilo”. No princípio ela lhe fazia todas as vontades. Depois o acostumou a se sujeitar a horários e dias e tudo se ajeitou.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

delicia

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Tara feminina