Minha prima, na época 13 aninhos, eu 15 p/16. Lindinha adorável alem de ja ser gostosissima, tipo assim , novinha que chama atencao de tudo quanto e homem, onde passava, porta de bar, oficina, contrucao e tudo. Peitinho pequeno, bunda arrebitada barriguinha definuda coxas longas e grossas, cabelos compridos bem cuidados, humikde simples sorriso marcante, pensa numa menininha com corpo e geito de mulher. Familia de piucos recursos, gente de bem, eu primo amisissimo do irmao dela, sempre junto, eu nao saia da casa deles, nao sei explicar, mas no fundo parecia ter, um grande amor por aquela garota, encrustrado , eu nao vua mais sentia. Vou contar o fato engracado que marcou um começo de namoro que resultou num casamento(hoje) com mais de 30.
Tarde de verao, nos tres brincávamos, asentados no assoalho da sala, o jogo pega-varetas, meus tios estavam fora, ela como sempre linda, criança sorridente vestido cobria as pernas grossas, uma estirada no chao, outra encostada no peito, o joelho perto do queixo, vice pode imaginar que posicao, eu de frente, mais ato tinha ums visão do decote largo, o Peitinho lindo dellicioso estava de fora quase total, ela, inocente, nao percebia , o irmao oarecia nao ver nada, era so eu, fiquei louco,ja tinha visto lances dela, mas nunca desse geito. O jogo era divertido, estavamos a horas, de repente o primo .levantou apos perder a vez, e disse vou ao baneiro ja volto, a prima tinha a vez de tentar retirar os palitos sem mover os demais, posicionou ajeitando a postura, a doce visao do pequeno seio, ficou prejudicada, fiquei pesaroso, mas quando voltei os olhos para baixo, as pernas separadas, me deram o foco direto da calcinha branca, loucura! Agora o motivo do futuro casamento, cara inacreditavel, a peça pequena tinha um furo, é isso mesmo rasgada, podia ver claramente a parte escura da genitalia , algun oelis saiam, altura do clitóris, parecia volumoso, era muito pra um moleque virgem, nao pensei em nada, num momento de loucura meti meu dedo bem no ragadinho da calcinha, cego nao vi nada so senti o calor úmido, por uns segundos a prima ficou completamente imóvel, parecia petrificada, nao fosse pelo calor daquela gruta , eu diriaque a bichinha tava morta, de repente, elavestremece e pycha a saia frcando meu braço, ato que coincidia com o barulho da porta do baneiro, encalrada a moca reagiu:—mas voce e safado mesmo, nao tem vergonha? Cachorro!. Envergonhado recolhi meu braço, o primo aproximou querendo saber o porque da brabeza da irmazinha, nessa hora eu gelei, quase desmai de medo, aliviado escutei a garota responder para o irmao mais velho, é esse palhaço tentando roubar no jogo. Que alivio, olhei para o rostinho bonito,um sorriso maroto,, levei o dedo na ponta do nariz, ela viuu.
No outro dia, mais um susto, encontrei a prima na porta da escola, me disse energica e serimamente: —
Vamos ter de casar agora!!! Calado e com medo, pensei, ela contou pro pai, agora to f…. mesmo, mas o sorrizinho malandro, voce mexeu no meu buraquinho e eu vou precusar de mais, e esse mai sera so depois do casamento. Dois anos depois casamos, so ai que o "mais" aconteceu, de verdade, o cabacinho foi só na noite de nupcias, nao quer dizer que meu dedinho safado nao visitou a bucetinha quente da prima. Fatos que nao esqueco, conto agora nesse confessionario, com a anuência da esposa é claro, nos enche de tezao.

