É… Sabe dessas coisas que nunca se espera? Eu desconfiava que o dono do bar que frequento era meio chegado. Então num dia o coloquei a prova. Estávamos jogando sinuca e continuamos, mesmo depois dele atirar as portas. Ficamos só nóscares dois bebendo e jogando. Ele até tentava disfarçar, mas dava uma vacilada vez em quando. Então resolvi arriscar. Quando fui ao banheiro saí balançando a rola e guardando na bermuda. Ele viu e imediatamente virou a cara. Mas deu pra perceber que estava ofegante. Voltamos a partida. As vezes esbarramos nele, dando a orçada, enquanto passava com o taco na minha vez. Como não fez nada, numa que ele se encurtou pra tacar, eu dei uma de instrutor, parando atrás dele e mostrando como ele poderia se dar melhor na tacada. Ele deu uma olhadinha pra mim como que já entendendo a intenção e deixou. Então, assim que eu dei a tacada, com ele segurando o taco com minha mão sobre a dele, bem agarradinho, eu dei uma cafungada de leve em seu cangote. Ele se tremeu todo. Bingo. Puxei pela cintura e agarrei. Ele dizia. NÃO. PPR FAVOR NÃO. Suspirando feito imã gazela. Eu disse. NÃO É O CARALHO! TÚ VAI ME DAR E É AGORA! VOU DAR UMAS TACADAS NA SUA CAÇAPA. Botei ele debruçado na mesa e abaixei a bermuda e a cueca. Botei meu taco, ou melhor, meu caralho pra fora. Dei umas cuspidas naquele rego e fui que fui. Fudí muito aquele cú, com ele gemendo baixinho. Disse. DÁ UMA REBOLADINHA NO PAU DO TEU MACHO, QUE EU VOU JOGAR LEITE, SEU PUTO. Ele revoltou com vontade enquanto eu esvaziava o saco, socando de devagarinho até deixar tudinho lá dentro. Depois ele ficou muito sem graça. Deu até pena. Bem… Eu fui pra casa e ele pra dele. Como prometi, não contei nada pra ninguém. Mas eu tinha um tesão na mulher dele. Então pensei… já que comi o marido, por que não comer a mulher. Voltamos a jogar as tais partidas pelo menos três vezes por mês. Eu deixei o cara viciado na minha pica. Numa desses, aproveitei que ele estava indo à lua de tanto tesão enquanto eu Socava forte e disse. TÁ GOSTANDO? TÁ? ACHO QUE A TUA MULHER TAMBÉM VAI GOSTAR. Ele disse. NÃO! MINHA MULHER NÃO! Então eu fiz que fiquei chateado, tirei o pau, me ajeitei e fui embora.
Fiquei um mês sem aparecer. Aí eu resolvi ir lá pra dar umas tacadas. Ele ficou radiante quando me viu. Mais ainda quando chamei pra jogar. Na hora de fechar o bar eu disse que só dependeria dele continuarmos ou não a partida. Que ele sabia a que condição. Ele relatou um pouco mas disse que era comigo mesmo. Que se ela me desse mole que fizesse o mais longe possível. Ah moleque! Combinamos pro sábado seguinte. Ela sempre ficava lá nas sextas e sábados. Mesma rotina. Bebida, sinuca, churrasquinho… até duas e pouca da manhã. O bar fechou e ficamos só nos dois. Eu dava umas olhadinhas pra ela, jogava um charme. Mas percebi que ela não estava muito a vontade. Então comecei a estigar ela, coçando o saco, dando piscadinhas. Numa ocasião entrei pra pegar mais cerveja e dei uma esfregadinha nela chamando de gostosa no ouvidinho. Senti que ela tremeu na base. Na passagem dei um tapinha na bunda. Não reclamou. Depois fiz denovo na frente do Manel. Ela ficou olhando pra ele como que cobrando uma atitude. Aí eu dei um tapinha na dele e ainda apalpei. Depois de três caipirinhas ela tava no ponto. Não entendia bem o que tava acontecendo, mas tava gostando. Aí comecei a abraçar com ela de costas. Dava pra perceber que ambos esta am gostando. Então fui pra cima com tudo. Beijei ela, passando as mãos na bunda, nos peitos O Manel veio pra perto e beijava ela, revezando comigo. Com isso ambos a comemos. Sanduíche e tal. Top. Ela e ele, eu também, fomos a loucura. De tudo mesmo. Ele beijava meu pau deslizando na buceta dela. Eu Gozei na boca dela e ele em seguida a beijou, dividindo o meu leite. Comi ele com ele chupando ela. Comia ela com ela bloqueando nele. Só putaria. Mas tava quase amanhecendo. Hoje a gente vai pra um motel. Um triângulo delicioso.

