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Perdi a aposta e o cabaço do cu

Quando eu estava na sétima série, a galera fazia aquelas brincadeiras de pré-adolescente, falando que os outros eram gays, que iam comer os outros, que sei lá quem tinha pinta de que queria dar, que o outro chupava. Até onde eu sabia era só provocação entre colegas e o negócio era só não deixar sem resposta as besteiras ditas e não falar nenhuma bobagem.

Numa dessas, uns moleques tavam falando merda para mim e uns amigos e nós começamos a retrucar. Eu mandei uma que um deles, chamado Ricardo, tinha pau pequeno. E ficamos insistindo nessa história. Por qualquer razão, isso meio que pegou, até entre os amigos dele.

Ele ficou muito puto, e um dia quando eu tava zoando ele, ele propôs uma aposta: se eu tivesse o pau maior que o dele, podia comê-lo, mas se o dele fosse maior, eu teria que dar para ele. Desconversei, falei que não tava a fim de comer ele, mas ele acabou me marcando como medroso.

Daí pra frente, sempre que eu zoava, ele repetia a aposta, e logo eu também fiquei com fama de pau pequeno.

Um dia a gente acabou brigando, quase saiu no soco por causa dessa história. Aí ele falou em reservado que a aposta estava de pé.

Eu estava cansado daquela história e topei. A gente foi pra um banheiro que ficava no prédio do colegial, onde só tinha aula de manhã, e não tinha ninguém naquele horário. Chegando lá, eu vi que tinha me fudido figurativamente e literalmente. Esse Ricardo era repetente, tinha uns dois anos a mais que eu, e obviamente tinha um pau maior.

Eu tentei argumentar que era brincadeira e tal, mas ele me catou pelo pescoço e falou que se eu não desse o cu para ele, ele ia me arrebentar de porrada todos os dias.

Sem saída, aceitei e tirei a roupa. Ele mandou eu ficar de quatro, e eu fiquei. Pelo visto ele já devia ter experiência, pois deu uma punhetadinha rápida e o pau ficou grande e duro. Nem deu tempo de me arrepender, ele deu uma cuspidinha e já empurrou a cabeça com força no meu cu virgem. A dor foi tanta que eu nem consegui gritar, chorei. Ele não quis saber e meteu com força, ficou estocando até arregaçar e entrar tudo. Depois deu umas bombadinhas e logo gozou, enquanto me chamava de viadinho o tempo todo.

Quando ele tirou o pau do meu cu, eu olhei para trás e o pau dele estava sujo de sangue. Ele passou um papel higiênico e me largou lá, depois de me chamar de viadinho mais uma vez. Eu fiquei deitado no chão do banheiro, chorando por uns quinze minutos, sem parar. Depois fui me levantar, mas meu cu doia demais, estava sangrando. Eu tentei me limpar e saí, sentindo muita dor e aquela coisa nojenta escorrendo do meu cu.

Ao chegar em casa, estava mancando e inventei que tinha machucado a coxa na educação física. Meus pais queriam me levar no pronto socorro, mas eu não quis. Ainda fiquei uns dias mancando, mas no outro dia a dor era menor.

Depois desse episódio, acho que todos ficaram sabendo, pois ninguém falou mais nada sobre eu ser pau pequeno, só cochichavam entre si, rindo. E só quando eu mudei de escola voltei a fazer amigos, mas nunca mais zoei ninguém. Ainda dá vontade de chorar quando lembro do que aconteceu.

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Escrito por Vitinho

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3 Comentários

  1. Cara, de verdade, tomara que esse cara se ferre muito na vida. Ativo que não sabe respeitar o parceiro merece levar um tiro.

    Não sei sua situação atual, se vc for gay eu torço pra que vc tenha parceiros que te respeitem e te façam gozar gostoso.

Odeio meu pai

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