Mal eu completei 13 anos, já batia punheta e gozava. Como enfatizo em meus relatos, sempre fui muito libidinoso, tarado mesmo, desde a primeira infância. Quem acompanha meus relatos sabe. Aos 13, como disse, batia punheta todos os dias, 3, 4, quantas aguentasse e dependendo das oportunidades que tinha. Vivia procurando a chance de fazer alguma putaria, com quem – ou o que – quer que fosse, mas claro que as chances não eram assim tão corriqueiras.
Uma vez, ao passar na casa dos meus bisavós, encontrei meu primo, que era cerca de 3 anos mais novo que eu. Nós dois éramos tarados, então ele me disse: “vem passar a noite aqui, pra gente se comer”, adorei a ideia. Cheguei em casa e pedi aos meus pais, que não viram problema. E fui.
Chegando lá, conversas, brincadeiras, jantar e eu não via a hora de irmos nos deitar, para começar a putaria. Finalmente chegou a hora. Minha bisavó nos acomodou na sala, em duas camas improvisadas no chão, logo na saída do quatro deles, que era separado só por uma cortina. Meu primo cochichava: “assim que apagar a luz nós vamos nos comer”. Ele estava tão tarado que quase falava aquilo gritando, e eu, morrendo de medo que os velhos ouvissem.
Pronto, deitamos, apagaram a luz e ele veio direto para mim, completamente tarado: “vem priminho, vamos foder”. Já veio me tateando e procurando minha bunda e meu pau. Com receio que ele me comesse e não quisesse me dar, eu pedi pra comê-lo primeiro. Ele nem questionou, virou de bunda e baixou a cueca, dizendo: “mete tudo, priminho. Mete tudo”! Tentando sentir o cu dele no escuro, passei a mão no rego e senti bem o buraquinho, encaixei o pau e o abracei firme. Forcei o pau no cu dele mas não aconteceu nada, ficava naquele encaixe incompleto e ele sussurrava quase querendo gritar: “mete tudo, priminho! Mete tudo!” Tentando encaixar, mas com medo de machucá-lo pela diferença de idade e sem saber bem como fazer, eu acabei desistindo. Falei: “tu me come agora”.
Essas palavras transformaram meu primo, três anos mais novo que eu, num tarado experiente que me surpreendeu. Falou: “vira pra lá e abre bem a bunda”. Obediente e submisso, virei, baixei as cuecas e abri bem a bunda. Ele passou saliva nos dedos e mesmo no escuro encontrou meu cu com uma precisão admirável. Depois lambeu de novo os dedos e passou na cabeça da sua piroca de 10 anos. De repente, como se enxergasse no escuro, encostou a cabeça da piroca – que parecia feita de pedra – no meu cu completamente cabaço e enfiou tudo numa estocada só! Confesso que quase deixei escapar um grito, não só pela choque daquela penetração instantânea, ou pelo prazer intenso que aquilo me proporcionou e pelo constatação de que havia um pau de macho, ainda que moleque, dentro do meu cu nunca invadido. Maravilhosa sensação! Nesse exato momento eu me senti puta, afinal, se eu estava servindo de objeto de prazer para um macho, ainda que fosse um primo três anos mais jovem que eu, eu era, na verdade, uma fêmea que adorava ser penetrada e amava ser usada pelo meu comedor.
Assim que sentiu que invadiu meu cu, meu primo ficou enlouquecido. Começou a socar freneticamente, num vai-e-vem muito acerelado e começou a falar um monte de putarias: “delicia de cu, priminho; adoro comer a minha putinha; vou gozar no teu cuzinho; quero gozar, priminho”. Me senti deslumbrado por aquela sensação de submissão, sentindo a piroquinha de pedra do meu primeiro macho fazendo aquele vai-vem no meu cuzinho recém inaugurado e todo lambuzado. Às vezes eu – sem querer – contraía o meu cu no tesão daquele vai-e-vem e a piroquinha dele escapava do meu rabo. Eu relaxava o cu, ele enfiava de novo e recomeçava aquele soca-soca delicioso. Pena que meu primo começou a se descontrolar. Pelo tesão da trepada começou a falar cada vez mais alto “cuzinho delícia; vou gozar, priminho; vou gozar na minha putinha”.
Apavorado pelo descontrole dele e com medo de meu avô escutar os disparates do meu comedor, acender a luz e me ver com um pau enfiado no cu (imagina se essa notícia chega ao meu pai!), eu, completamente a contragosto, tive que interromper meu momento de puta obediente.
Com um movimento para a frente, fiz aquela delícia de aço morno sair do meu cu recém desvirginado. Levantei as cuecas e disse para ele: “tu tá maluco? O vô vai ouvir! Vai descobrir que sou tua fêmea”! Ele, indignado, me disse: “não deixou nem eu gozar!”. Confesso que eu ri no escuro… Eu tinha 13 e recém tinha descoberto que podia gozar. Aquele moleque, 3 ou 4 anos mais novo que eu falando em “gozar”, não pude evitar de rir. Será que ele sabia o que estava dizendo ou ele gozava mesmo?
Sem saber o que pensar, e apesar dos protestos do meu primo, insisti que deveríamos dormir.
De manhã acordei com o cu ainda melado e uma sensação de satisfação. Meus avós estavam normais, parece que eles não perceberam nossa putaria.
No caminho para casa, eu me sentia diferente. Me sentia meio efeminado. Por dentro eu me sentia puta, juro. Mas ao mesmo tempo sabia que se chegasse em casa e meus pais percebessem algo, eu estaria seriamente encrencado. Então, segurei a onda e tentei esquecer que meu primo tinha me feito de puta. O filho sério da família severa. Vida que segue.
Três anos depois meu primo visitou meu cu novamente. Fica para o próximo relato.
Na foto é meu pau, que eu tinha medo de meter no meu primo.
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Sdds dessas trocas com primos… Eu tinha um primo um ano mais velho que vivia nessa função de dormir um na casa do outro, mesma situação praticamente que tu contou ali.
Tbm passei pela mesma coisa, qdo tentava comer ele, nunca dava certo, ou não entrava, ou ele reclamava que doía pq eu era mto grande (pau dele era do mesmo tamanho que o meu, era só malandragem msm). Acabei pegando gosto pela coisa, e fiquei praticamente so de passivo pra ele, de vez em nunca deixava eu dar umas sarrada nele mas nunca consegui penetrar. A coisa ficou tão seria que eu chegava pedir pra dormir na casa dos meus tios só pra rolar algo na madrugada e sentir aquele pau fininho dele me lambuzando.
Depois começamos cada um a namorar com uma guria e nunca mais se tocou no assunto, mas até hj sinto tesão em ser passivo por causa dessa época.
Uns já tem o instinto comedor… bom q aproveitaram
Delicia de relato, eu fazia isso com um vizinho. Mas era só aquele esfrega na porta, não entrava …… Mas ainda tenho essa vontade de sentir uma pica dentro do meu rabo…
Delícia de rola amei te daria todos os dias
Teu primo pelo visto começou muito antes da idade mencionada por você.
Mandou ver com muita destreza no sexo contigo.
Sim, ele tinha experiência.
Delícia de primo tarado esse seu.
Fui lendo sua história e imaginando eu sendo puta dele TB. Uma delícia
Eu também brincava de troca-troca com meu primo e amigos..tenho saudades/vontade até hj, no troca eu sempre dava ou quase rss.e gostava, pena que passou a época..quem quizer bater um papo.@Curiuos47Zs telegr